<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433</id><updated>2012-02-16T08:00:17.594-04:00</updated><category term='sociedade'/><category term='u'/><category term='assessorias de imprensa'/><category term='destino'/><category term='jornalismo'/><category term='Somewhere'/><category term='veículos de comunicação'/><category term='entrevistas'/><category term='fontes de informação'/><category term='discurso'/><category term='imagem'/><category term='notícias'/><category term='meio ambiente'/><category term='Luiz Gonzaga Mota'/><category term='fantástico'/><category term='Sofia Coppola'/><category term='Solidão'/><category term='pôr do sol'/><category term='angústia'/><title type='text'>Andarilho</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>95</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1283573248778371202</id><published>2011-08-20T17:14:00.000-04:00</published><updated>2011-08-20T17:14:20.847-04:00</updated><title type='text'>Uma piada é não é apenas uma piada</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma piada é só uma piada, como afirma Zurita, do Programa Pänico, ao defender Danilo Gentilli, de outro programa CQC,quando este afirmou que apenas mulher feia é estuprada, e que o estuprador merece um abraço. Poderia dizer também que uma notícia é apenas uma notícia, uma difamação é apenas uma difamação e por aí vamos indo. Existe uma grande diferença, no entanto, entre contar uma piada numa mesa de bar aos meus amigos e contar uma piada na televisão. Assim como também existe uma grande diferença em compartilhar uma simples informação, ou simplesmente um boato nesta mesma mesa de bar, ou publicar em um jornal, blog, ou num programa de rádio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A diferença está na dimensão e no alcance que a notícia ou a piada podem alcançar. Ser politicamente é mais chato, não dá ibope, e não aumenta salário, assim como uma notícia bem checada pode deixar de ser manchete porque preferiu diminuir o impacto de uma denúncia, por exemplo,porque resolveu ouvir a outra parte. Ser politicamente correto, ético e responsável socialmente ainda é como agem a maioria dos profissionais jornalistas e também a classe dos humoristas (já que análise começa por uma piada).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para que a sociedade não prescinda à liberdade , e passe a regular os abusos com censura, é preciso que uma maioria crítica (ou a opinião pública) continue observando e criticando os abusos. Porque a melhor censura é a crítica da classe e dos colegas. Infelizmente Zurita perdeu a oportunidade de olhar com mais autocrítica a atuação da própria profissão. Sinto, mas uma piada não é apenas uma piada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1283573248778371202?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1283573248778371202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1283573248778371202' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1283573248778371202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1283573248778371202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/08/uma-piada-e-nao-e-apenas-uma-piada.html' title='Uma piada é não é apenas uma piada'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-2402288157481735882</id><published>2011-07-14T15:08:00.000-04:00</published><updated>2011-07-14T15:08:11.655-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assessorias de imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fontes de informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discurso'/><title type='text'>O discurso da imagem</title><content type='html'>Na regra do jornalismo, principalmente de veículos, é necessário revisar e checar principalmente as informações. Um erro pode causar uma grande dor de cabeça.&amp;nbsp;A falta de conhecimento prévio de determinado assunto, o estranhamento entre&amp;nbsp;jornalistas e entrevistados, e principalmente os ruídos de informação. Quem já fez entrevista&amp;nbsp;por telefone com uma sala cheia de gente&amp;nbsp;conversando sabe o que é isto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas assessorias de comunicação na teoria estes problemas inexistem. O amplo acesso ao tema e às fontes possibilitam escrever informações seguras e confiáveis. Mas existe algo muito mais difícil, que merece análise constante. O discurso da instituição. Infelizmente não existe nenhum tipo de manual do que escrever e como escrever. Isto o assessor precisa ir trabalhando aos poucos com as fontes, buscando a melhor forma de passar a&amp;nbsp;imagem pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma noticia que dentro da redação passa pela mão de 2 ou 3, nas assessorias podem passar na mão de 6 ou 7. E todos com uma opinião diferente como a instituição precisa se posicionar naquele momento. Em ações positivas,&amp;nbsp;isto se torna mais fácil, mas em momentos de crise&amp;nbsp;ou assuntos que&amp;nbsp;possam gerar distorçoes ou problemas que afetam diretamente a imagem, uma&amp;nbsp;sentença ou uma palavra&amp;nbsp;em&amp;nbsp;um tom um pouco mais agressivo&amp;nbsp;podem gerar um grande&amp;nbsp;celeuma institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, dos veículos de redação às assessorias de comunicação, os jornalistas continuam com o grande papel de comunicar, e o que são apenas as dificuldaes em imprimir o conteúdo e o discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-2402288157481735882?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/2402288157481735882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=2402288157481735882' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2402288157481735882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2402288157481735882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/07/o-discurso-da-imagem.html' title='O discurso da imagem'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5353487934380279639</id><published>2011-07-08T09:07:00.000-04:00</published><updated>2011-07-08T09:07:29.393-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='assessorias de imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='veículos de comunicação'/><title type='text'>O jogo da informação</title><content type='html'>Nunca achei, nem mesmo quando ingressei na faculdade, que o Jornalismo não estava vinculado a negócios. Mal ou bem, jornalistas precisam de salários (acima do piso, diga-se de passagem), jornais precisam de estrutura para que os jornalistas trabalhem, e os donos precisam lucrar. O jogo do "morde e assopra" sempre aconteceu. Estatais e empresas investem em imprensa muitas vezes para que jornalistas não se aproximem, ou se calem.&amp;nbsp;Os&amp;nbsp;veículos e jornalistas tinham a informação, mas&amp;nbsp;simplesmente por conivência ou conveniência não divulgavam.&amp;nbsp;E este jogo, ao menos até agora, determinava a chamada "agenda pública".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o grande acúmulo de rede de informações, assessorias de imprensa, e mídias sociais,&amp;nbsp;os jornalistas passam por uma crise. E penso: os profissionais passam mais tempo tentando monitorar o mercado para vender informação do que trabalhar o&amp;nbsp;produto. Em uma comparação grotesca,&amp;nbsp;com uma fábrica de arroz,&amp;nbsp;é&amp;nbsp;quando o setor de marketing desta dita "fábrica" cuida do&amp;nbsp;produto até a hora da venda, mas&amp;nbsp;esquece do arroz na prateleira, e a reação do consumidor&amp;nbsp;com o arroz na mesa.&amp;nbsp;Nem informação para guardar e utilizar para entrar no jogo os veículos de comunicação e os jornalistas acumulam mais.&amp;nbsp;Ou seja, é falência na certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente&amp;nbsp;com&amp;nbsp;as redações enxutas os jornalistas trabalham com pautas frias e geralmente ligadas ao setor comercial,&amp;nbsp;com informações&amp;nbsp;"requentadas" das assessorias de comunicação. Conversam com fontes anunciantes, e com&amp;nbsp;a população apenas para conseguir personagens para ilustrar os assuntos.&amp;nbsp;E quem em sã consciência gosta de&amp;nbsp;se informar desta maneira?&amp;nbsp;Os jornais estão cada vez mais parecidos com assessorias de imprensa, e perdem&amp;nbsp;mais tempo buscando clientes do que informação.&amp;nbsp;&amp;nbsp;E os veículos e jornalistas perdem cada vez mais espaço tentando vender um produto sem sal e sem gosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5353487934380279639?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5353487934380279639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5353487934380279639' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5353487934380279639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5353487934380279639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/07/o-jogo-da-informacao.html' title='O jogo da informação'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-476875330258432841</id><published>2011-07-04T15:11:00.000-04:00</published><updated>2011-07-04T15:11:30.218-04:00</updated><title type='text'>Ir tocando em frente</title><content type='html'>Semana que vem, exatamente no dia 12 de julho, completo 28 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço este post por&amp;nbsp;três bons motivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Para lembrar aos blogueiros amigos de me encaminharem presentes. rs. Com esta migração do orkut para o&amp;nbsp;facebook, nunca se&amp;nbsp;sabe se&amp;nbsp;vão&amp;nbsp;ver esta informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Para dizer que não sou bom com aniversários, e isto é um pouco culpa da minha família. Mas isto é uma outra história, e que só vou me&amp;nbsp;recordar exatamente&amp;nbsp;com umas boas sessões de psicanálise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Que eu não tenho vergonha de nada que fiz, mas admito que apesar de gostar de planejamentos, nunca planejei&amp;nbsp;o que estou vivendo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, nunca planejei voltar a morar com os meus pais. Não estou dizendo que é ruim, mas tem o risco de eu chegar aos 30 anos e continuar morando com eles. E quando eu ameaço a dizer que vou morar só, surge a pergunta deles. Para quê? E vou continuando. rs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca planejei a voltar a morar em Barreiras, BA. E isto foi realmente uma mudança bem radical. Mas hoje já estou bem acostumado,&amp;nbsp;e não me vejo tão fora daqui. Mas se ajuda, aqui alaga quando chove, tem muito trânsito na hora do rush, tem rede de fast food, e estão querendo para acabar com a minha felicidade de dizer que moro no legítimo interior, lançar um grande shopping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também sempre corri de trabalhar para o Estado. E mesmo que eu diga que trabalhe numa empresa de economia mista, em que o Estado é o maior acionista, ninguém acredita. rs. E começo a não acreditar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas destaco as coisas boas, virei professor universitário,e um empresário sócio de uma empresa de assessoria de imprensa, tennho um carro e sei dirigir (só eu sei como isto foi dificil) , conquistei grandes amigos, fiz um intercâmbio, e continuo a seguir um caminho. E que apesar das mudanças, de nunca ter trabalhado no jornal "Estado de São Paulo", e&amp;nbsp;não trabalhar mais em redação, eu tenho gostado muito destas novas trilhas&amp;nbsp;percorridas.&amp;nbsp;Afinal como diz o poeta " Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-476875330258432841?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/476875330258432841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=476875330258432841' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/476875330258432841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/476875330258432841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/07/ir-tocando-em-frente.html' title='Ir tocando em frente'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-2109051226155361954</id><published>2011-06-30T09:14:00.000-04:00</published><updated>2011-06-30T09:14:37.251-04:00</updated><title type='text'>Choque organizacional</title><content type='html'>Já se foi a época em que as pessoas trabalhavam a vida toda em um único emprego. E mesmo todas as garantias tão buscadas em um emprego público já começam a parecer insuficientes. Além dos problemas trabalhistas costumeiros como salários, falta de um plano de cargos e salários, ou mesmo gratificações, as empresas sofrem com a falta de mecanismos gerenciais para potencializar as qualidades dos seus funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias em que a internet e os veículos de comunicação se movimentam para facilitar as tarefas do dia-a-dia, as empresas se prendem às rotinas da década de 50 do século passado. E o choque entre os novatos do mercado que almejam produzir e realizar se perde no automação do simples apertar de botões, incluindo o ponto digital que rastreia a hora da entrada e saída dos funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as funções que trabalham com criatividade e inovação, estes tipos de empresa acabam forçando o funcionário a conduzir rotinas velhas e pobres, que não agregam à solução de problemas com menos tempo e custo. Ou seja gasta-se muito, principalmente o tempo dos funcionários, para se render quase nada. E a frustração de quem gostaria de "realizar" se perde no tic tac do relógio para bater o ponto. E ainda perguntam porque existe uma grande rotatividade de funcionários nas empresas sejam privadas e públicas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-2109051226155361954?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/2109051226155361954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=2109051226155361954' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2109051226155361954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2109051226155361954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/06/choque-organizacional.html' title='Choque organizacional'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7969501196209193621</id><published>2011-06-29T07:32:00.001-04:00</published><updated>2011-06-29T07:33:00.008-04:00</updated><title type='text'>Síndrome do "tanto faz"</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Todas as vezes que me chamam para uma palestra ou debate, sempre me pergunto se vou acrescentar algo na vida de quem está ali. Pode ser pretensão, mas acredito que uma reflexão pode ser mais saúdavel do que mil teorias. A primeira coisa que perguntei ontem aos estudantes de contabilidade da FAAFH, em Luis Eduardo Magalhães, foi ."O que vocês estão fazendo aqui?". As respostas variavam entre não tinham opção, ou porque gostavam de matemática, e poucos aprenderam a gostar a está ali naquele ambiente acadêmico para aprender teorias da contabilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Começo a achar que poucos são aqueles que sabem que direção trilhar. Não digo que devemos&amp;nbsp;conhecer todos os passos da nossa vida, mas deveríamos minimamente planejar sua vida, sua carreira, e os seus relacionamentos. E infelizmente para isto, precisamos saber onde estamos e onde queremos chegar. Note que muitas vezes a vida nos obriga a mudar de rumo, mas aí devemos re-planejar, e novamente nos posicionar. O que não se pode é ficar parado , esperando alguém definir por nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;E pelo pouco que já conheço das novas gerações, não acredito que eu seja um "sortudo" por saber desde cedo o que eu queria, e nem acho que eu seja exceção, mas sinto que hoje exista uma&amp;nbsp;epidemia de&amp;nbsp;falta de coragem,&amp;nbsp;que se reproduz na síndrome do "tanto faz". O que eu quero ser quando crescer? Onde quero trabalhar? Prefere azul ou roxo? Pizza ou bolo? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;E infelizmente daqui a pouco chegaremos no momento em que teremos cursos de como ensinar as pessoas a viverem, balizado da didática&amp;nbsp;dos livros de autoajuda. Nada contra, mas incomoda saber que isto anda generalizando. E só bato na madeira para que isto seja uma falsa impressão ou que não se espalhe.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7969501196209193621?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7969501196209193621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7969501196209193621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7969501196209193621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7969501196209193621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/06/sindrome-do-tanto-faz.html' title='Síndrome do &quot;tanto faz&quot;'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5335160113994854135</id><published>2011-06-27T08:06:00.000-04:00</published><updated>2011-06-27T08:06:57.216-04:00</updated><title type='text'>Um São João diferente!</title><content type='html'>E o São João começa a ganhar outras características. No dia 23 de junho, em Macaúbas, na região central da Bahia, continuam as bandeirolas e as fogueiras nas frentes das casas. E todos saem para comemorar a data com os vizinhos e amigos com muita comida típica. A festa na cidade, assim como em muitas outras da Bahia, incorporou a atração de turistas. E para isto não poupou esforços, e conseguiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lotou a tradicional praça da Igreja Matriz com cerca de 30 mil pessoas para assistir ao show da cantora Paula Fernandes, atualmente umas das sensações da música brasileilra, e a dupla Milionário e José Rico, que ainda encanta os mais saudosista.&amp;nbsp;Para os mais animados, e com referência ao axé, e direito a&amp;nbsp;abadá (veste tradicional do carnaval da Bahia) e fechado por cordas,&amp;nbsp;o bloco "Tô quentão" traz durante três dias as estrelas da bandas de forró em cima de um trio elétrico, e entoa hinos do São João em um ritmo que não deixa ninguém parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para quem ainda não contentou, mais festas são organizadas. Também com uniforme padronizado, cerca de três bandas tocam da hora do almoço até o início da noite. Estas festas não atraem&amp;nbsp;somente pela bebida e comida inseridos no valor do ingresso, mas pelo caráter tradicional delas. A festa do "Tô nem Tchum", promovida há onze anos, é celebrada embaixo de um tamarindeiro, e atrai&amp;nbsp;também os moradores da cidade. Na festa do "Tanque Cheio", antes feita entre amigos no quintal de uma casa da própria cidade, já começa a aumentar o espaço para os fãs do forró. Ao&amp;nbsp;saber que a festa é feita para os próprios moradores, os turistas&amp;nbsp;viram&amp;nbsp;macaubenses&amp;nbsp;durante o São João, e começam a aguardar ansiosos por mais um ano de festa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5335160113994854135?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5335160113994854135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5335160113994854135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5335160113994854135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5335160113994854135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/06/um-sao-joao-diferente.html' title='Um São João diferente!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4237329804472888491</id><published>2011-02-20T23:26:00.000-04:00</published><updated>2011-02-20T23:26:55.453-04:00</updated><title type='text'>Bruno Mars Ft  B.o.B &amp; Janelle Monáe - Nothing on you Performance at the...</title><content type='html'>&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/dfcfgFmYvho?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4237329804472888491?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4237329804472888491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4237329804472888491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4237329804472888491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4237329804472888491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/02/bruno-mars-ft-bob-janelle-monae-nothing.html' title='Bruno Mars Ft  B.o.B &amp; Janelle Monáe - Nothing on you Performance at the...'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/dfcfgFmYvho/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1647712410323292031</id><published>2011-02-09T15:52:00.004-04:00</published><updated>2011-02-09T16:18:07.336-04:00</updated><title type='text'>Londres again...</title><content type='html'>Londres é sempre especial. E desta vez, visitei a cidade durante três dias, e fiz coisas totalmente diferentes da primeira vez. Andei de barco no Tâmisa, fui no London Eye (antes tem o London Eye Experience em 3D!), subi na London Bridge, e circulei na London Tower, para ver as jóias da coroa. E desta vez visitei o British Museum (nunca andei tanto!), e o Museu de História Natural (a área dos dinossauros é imperdível!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não esqueci de repetir o roteiro básico (Palácio de Buckingham, Big Ben, e Palácio e Abadia de Westmister), comer "ribs", e ver um musical (desta vez Mama Mia!). Londres é a cidade repleta das atrações. É onde você literalmente se sente parte do mundo; onde se ouve todas as sonoridades, de sotaques a barulhos, diferentes tipos de pessoas e culturas; é onde todos se misturam, e buscam se misturar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres do verde do St James Park e do Hyde Park, e de prédios, neon, e muita luz, no coração de Londres, na Picadilly Circus. É a cidade das música nas ruas, e nos metrôs. É a cidade dos fast food e das franquias, mas que abre espaço para a culinária de todo o mundo. É a cidade onde reconhece um pouco de cada país, mas de um jeito diferente. É onde se distribui jornal de manhã (metro), e à noite ( London Evening Standard), em pleno metrô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade da modernidade, mas que se transforma no clássico, ao reverenciar a família real, e ter orgulho disto. É expressar o amor por Londres, e por todos os seus encantos, em souveniers. É tentar registrar o momento, seja em cera, cartão postal camiseta, chaveiro, em fotos, e achar que está perdendo algo. É sair da estação Vitória à noite perdido, mas em poucos minutos se encontrar. Andar em Londres é sair com a sensação de que precisa voltar à Londres, mais e mais...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1647712410323292031?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1647712410323292031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1647712410323292031' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1647712410323292031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1647712410323292031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/02/londres-again.html' title='Londres again...'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8439108352919331595</id><published>2011-01-26T17:26:00.002-04:00</published><updated>2011-01-26T17:41:42.873-04:00</updated><title type='text'>Brasileiros em Bray</title><content type='html'>Antes de escolher a escola de inglês na Irlanda, e obviamente pagar, um dos pré-requisitos é que não tivessem brasileiros. Conversei antes na escola para me certificar. Quando entro no primeiro dia de aula, quem encontro, dois brasileiros. E depois descobri que na mesma escola, em Bray, tem cerca de 10 brasileiros. Fico imaginando em Londres, ou em Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então, como não poderia ser o contrário, os brasileiros são muito legais, e as pessoas acabam se unindo pela nacionalidade. No entanto, em ATC em Bray, existem dois grupos de brasileiros, o que fala apenas em português, e outro que fala apenas inglês. Acabei neste último por questões práticas. Os brasileiros que estão na minha turma participam deste grupo, e porque vou ficar apenas um mês e tenho que aproveitar o investimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá ok. Abro uma exceção para a Natália, oriunda do Rio de Janeiro, mas que mora na França, com a mãe. aliás, ela pensava q eu era boliviano, chileno, ou algo parecido. porque eu não falava português. Acho que nem cheguei a falar nada na frente dela, mas tudo bem. Ela aliás nos chama de "Renegadores da Pátria". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade mesmo é que sinto falta de me ouvir falar português (nunca pensei que diria isto!), e sinceramente estou mais tranquilo em relação a isto. Não vou deixar de aprender mais ou menos inglês se eu falar um pouco de português. By de way, sou brasileiro, moro no Brasil, falo português, e infelizmente não vou sair falando inglês fluentemente em 1 mês. Patience. One step at a time!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8439108352919331595?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8439108352919331595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8439108352919331595' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8439108352919331595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8439108352919331595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/01/brasileiros-em-bray.html' title='Brasileiros em Bray'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3579607089423202203</id><published>2011-01-24T15:57:00.004-04:00</published><updated>2011-01-24T16:36:40.347-04:00</updated><title type='text'>Enfim, Bray, na Irlanda</title><content type='html'>Quando se viaja para outro país, o principal pensamento é: Será que vai ficar tudo bem na imigração? Ao menos é o que eu penso, e pensei desta vez que vim para Bray, Irlanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava com a documentação toda correta. Passaporte, passagens de ida e volta compradas, seguro médico de viagem, carta da escola, carta da família onde iria me hospedar, cartão de vacinação internacional, dinheiro no bolso, e nos cartões. Ou seja, tudo para comprovar que meu único objetivo na Irlanda é estudar inglês um mês e voltar ao meu País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apesar da crise econômica e política na Irlanda, não é que a imigração pegou pesado com nós brasileiros? Tive que mostrar "toda" a documentação, analisada de maneira bem "rigorosa". Pior do que quando passei pela imigração em Portugal e Inglaterra. E nós brasileiros fomos os últimos do vôo para chegar para pegar a bagagem. Sei que é o tipo de burocracia necessária, até porque está faltando emprego para os irlandeses, imagina para quem vem para arriscar algo aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos documentos, ainda especulou (tudo em inglês, off course!), e perguntou o que eu ia fazer na Irlanda? Se eu tinha lugar para ficar? Porque eu escolhi a Irlanda e não a Inglaterra para estudar? Aprendi que nestas horas o melhor é ser suscinto e objetivo. "I came to study english" "Is more cheap". Claro que tudo gaguejado, que quase não saia. E o medo do meu investimento todo ir por água abaixo na imigração irlandesa não saia da cabeça. E foi o melhor momento de todo o estressante vôo. Passar pela imigração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3579607089423202203?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3579607089423202203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3579607089423202203' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3579607089423202203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3579607089423202203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/01/enfim-bray-na-irlanda.html' title='Enfim, Bray, na Irlanda'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6257563285214119246</id><published>2011-01-03T10:00:00.002-04:00</published><updated>2011-01-03T10:03:35.627-04:00</updated><title type='text'>A medida da felicidade</title><content type='html'>Um ano novo começa, e com ele aquele sentimento, de que poderia fazer mais, e refletindo o que poderia ser melhor em nossas vidas. Final de ano todo o mundo pára, e as pessoas tem a oportunidade de pensar sobre a profissão, vida pessoal, e de em curto prazo, melhorar.Esta é a palavra - melhorar - como seres humanos, e em consequência, para o coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que dinheiro é bom, e todo o mundo precisa, até para se autosustentar, mas existem outras condicionantes para medir a nossa felicidade. Apesar de ser um sentimento abstrato, e não conseguimos pegar, será que podemos medir a felicidade? E podemos planejar para se ter felicidade? Ou é algo de espírito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que todas podem estar certas. Existem pessoas felizes por natureza. E nesta devemos nos inspirar. geralmente independe de cor, raça e credo. É mesmo um estado de espírito, e também são levadas pela escolha destas pessoas. E isto também está ligada ao que a sociedade considera moralmente eticamente. Ou seja, não é tão simples, e nem sempre está ligada a apenas uma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso a pessoa tenha saúde (deve ser por isto que todo o mundo pede isto no reveillon!), também podemos creditar aos relacionamentos familiares, fraternais, amorosos, profissionais, e até comunitários E isto independentemente depende das nossas escolhas, e que geralmente são cotidianas. O exercício é tentar melhorar em todas estes campos. Acredito que tentar dar atenção a todos eles, de forma igual, pode ser uma medida da felicidade. Agora vamos à dificuldade. Tentar compartibilizar tudo isto no dia-a-dia. Esta aí a diversão, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa sorte aos navegantes terráqueos para que em 2011 consigam obter sucesso e felicidade!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6257563285214119246?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6257563285214119246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6257563285214119246' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6257563285214119246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6257563285214119246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/01/medida-da-felicidade.html' title='A medida da felicidade'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1528042943104851202</id><published>2011-01-01T12:58:00.003-04:00</published><updated>2011-01-01T13:03:04.480-04:00</updated><title type='text'>Reflexões de um grande ano</title><content type='html'>Em uma avaliação bem superficial, acredito que 2010 será um daqueles anos que nunca esquecerei. &lt;br /&gt;- Conheci Londres, Paris, Lisboa, Roma, Barcelona, Madrid, e Berlim, tudo em um mës, e de quebra estive na companhia de pessoas inesquecíveis, mas que nunca mais verei, e de um grande primo amigo, que me fez ter dor de barriga de tanto rir, e também analisar sobre coisas que nunca pensaria;&lt;br /&gt;- Fui ao meu primeiro inesquecível carnaval de Salvador, e percebi que posso ser muito mais feliz, quando todos estão juntos no mesmo espírito, e que estragar tudo isto é um desperdício;&lt;br /&gt;- Estive no melhor São João da Bahia e da minha vida, em Macaúbas, onde conquistei amigos fiéis. Ah! E participei de quatro festas em um só dia, um grande recórde;&lt;br /&gt;- Passei no meu primeiro concurso público, e fiquei na agonia de não ser chamado (ainda espero ser!)&lt;br /&gt;- Vi minha irmã casando, e fiquei feliz pela maturidade das suas escolhas;&lt;br /&gt;- Conquistei o respeito no meu trabalho, e finalmente me reconheci como liderança, e aprendi que ideais não podem ser transferidos e podem sim ajudar a trilhar uma nova direção;&lt;br /&gt;- pedi demissão quando achei que eu era melhor do que admitiam;&lt;br /&gt;- conheci grande parte do cerrado do oeste da Bahia, e descobri o quanto sou apaixonado pela minha terra, de quebra aprendi a retratar a vida por meio de fotografias;&lt;br /&gt;- fui mais vezes a Salvador, capital da Bahia, em três meses, do que em toda a minha vida;&lt;br /&gt;- vi alguém chorar de emoção por algo que ajudei a construir;&lt;br /&gt;- recebi muitos elogios pelo meu trabalho, mas admiti a mim mesmo todas as falhas;&lt;br /&gt;- Entrei em desespero por perder um amor, mas no momento certo me abri para recomeçar outro;&lt;br /&gt;- me desesperei quando vi que estava perdendo laço com amigos que são para toda a vida, e tentei prontamente, e aos poucos, recuperar;&lt;br /&gt;- Me abri mais para as pessoas que estavam ao meu redor, e para a minha surpresa, não me arrependi;&lt;br /&gt;- Fui para mais festas este ano do que em toda a minha vida;&lt;br /&gt;- Troquei as novelas pelas seriados de televisão;&lt;br /&gt;- sofri com a morte trágica de um grande amigo, e refleti sobre a vida, e como podemos mudar a vida das pessoas;&lt;br /&gt;- E principalmente tentei a todo o custo aproveitar a companhia de “grandes” pessoas, e aproveitar estas horas para passar o que melhor poderia, de mente e alma abertos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1528042943104851202?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1528042943104851202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1528042943104851202' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1528042943104851202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1528042943104851202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2011/01/reflexoes-de-um-grande-ano.html' title='Reflexões de um grande ano'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-646138784471359118</id><published>2010-12-29T11:56:00.003-04:00</published><updated>2010-12-29T12:15:19.474-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sofia Coppola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Somewhere'/><title type='text'>Sofia Coppola lança Somewhere. Veja crítica.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/TRtd06n5g1I/AAAAAAAAAGs/72j8Aa0dmFs/s1600/Um-Lugar-Qualquer-02-12-2010_01.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/TRtd06n5g1I/AAAAAAAAAGs/72j8Aa0dmFs/s320/Um-Lugar-Qualquer-02-12-2010_01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556137728962822994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;É na simplicidade das cenas e da narrativa, em contraponto à profundidade e na complexidade dos personagens Jonny Marco (Steffen Dorf) e sua filha (Elen Fanning), a principal marca do novo filme da cinesta Sofia Coppola. "Somewhere"não traz nada realmente inovador na temática, mas constrõe aos poucos uma relação tão instigante e ao mesmo tempo reveladora, entre a personagem central, o mundo à sua volta, e nós que estamos do outro lado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na mesma linha de "Lost in Translation", com o tema recorrente da solidão, ela também trabalha "Somewhere", mas avança, ao adicionar o tema da paternidade. Também atrai a temática o contraponto entre sucesso profissional ao pessoal, e do vazio de estrelas de Hollywood. De um famoso ator, perdido na solidão de um quarto de hotel, entre bebedeiras, ,mulheres, e nos trabalhos de divulgação do novo filme, surge o elemento surpresa. A convivência inicialmente forçada com a filha adolescente. Daí surge um novo Jonny, cuja perspectiva se amplia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É desta nova relação que Sofia consegue penetrar na essência das personagens, e mostrar de uma forma suave, doce, e franca, como pode ser construída uma relação entre pai e filha. Não interessa para Coppola imprimir registros do passado ou do futuro, mas o presente. Não existe flashback, ou informações dialogadas sobre o que passou ou o que vai acontecer. E  os atores precisam passar as emoções sem grandes diálogos. As interpretações, apesar de discretas, imposto pelo enredo do filme, conseguem se destacar principalmente nos olhares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme não existem grandes diálogos. Os "takes" são bem mais longos do que no cinema tradicional. A propósito, o tempo das cenas demarcam principalmente a fase lenta e cheia de problemas da personagem. Apesar da lentidão inicial, o espectador começa, no entanto, a se identificar com a relação estabelecida com a própria filha, e como ele passa a tomar as suas decisões, baseadas na paternidade. Foge do trabalho de um hotel na Itália, e começa a recusar flertes, e se segura nas bebedeiras. A cena da piscina (retratada sabiamente no cartaz do filme) se torna emblemática para o filme, em que ali pai e filha criam uma comunhão pouco vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/TRtcSzAa57I/AAAAAAAAAGU/rlirCSW4wxg/s1600/Um-Lugar-Qualquer-02-12-2010_17.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 209px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/TRtcSzAa57I/AAAAAAAAAGU/rlirCSW4wxg/s320/Um-Lugar-Qualquer-02-12-2010_17.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556136043291010994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Somewhere" é uma ótima continuação de uma diretora que sabe a mensagem e o meio pelo qual quer passar. Talvez não receba a mesma repercussão de "Lost in Translation", mas Sofia merece aplausos, pela consistência e complexidade da proposta. Apesar de na tela parecer bastante simples, o filme poderia nas mãos de outros diretores,  criar um embaraço e até um sentimento de recusa por parte do espectador. Mas nas mãos dela, ao contrádio, cria-se o sentimento de catarse, mas com uma qualidade superior ao que se vê em outras produções. (Hebert Regis/jornalista)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-646138784471359118?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/646138784471359118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=646138784471359118' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/646138784471359118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/646138784471359118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/12/sofia-coppola-lanca-somewhere-veja.html' title='Sofia Coppola lança Somewhere. Veja crítica.'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/TRtd06n5g1I/AAAAAAAAAGs/72j8Aa0dmFs/s72-c/Um-Lugar-Qualquer-02-12-2010_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3941909192425766920</id><published>2010-12-27T17:47:00.005-04:00</published><updated>2010-12-27T18:18:38.884-04:00</updated><title type='text'>E o Axé Music. Há quantas anda?</title><content type='html'>Há quem não goste. Mas não se pode negar a música baiana, ou mais precisamente o "Axé Music" como um dos ritmos mais populares e bem sucedidos no Brasil. Cantores são lançados anualmente, e alguns galgam ao posto de pop stars nacionais, lotam shows, e principalmente fazem movimentar uma máquina milionária do show bizz tupiniquim. Na ponta de lança estão marcas como Chiclete com Banana, Ivete Sangalo e Carlinhos Brown. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como toda máquina (que funciona desde os idos das décadas de 80, com Moraes Moreira, Sara Jane, dentre outros), precisa de alguns ajustes, o que não vem acontecendo. 'E uma pequena crise, em que a música baiana não consegue se reinventar. À exceção de Ivete Sangalo, e o seu badalado "Madison Square" (deve chegar bem com acelerae, e Desejo de Amar), nenhum dos tradicionais artistas não mostraram até agora o que puxará o Carnaval 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único sopro vem da chamada música do gueto, com nomes como Psirico e Parangolé, que tem o apoio do "mainstream baiano". Por enquanto Tcubirabiron, Mulher Maravilha, e Chuá Chuá, vem liderando as listas, o que deve se confirmar apenas no Festival de Verão de Salvador, em fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso se confirme mais um pagode baiano, será o terceiro ano (antes tiveram Toda Boa e Rebolation) como melhor música do Carnaval , o que consolida uma nova vertente da música baiana, e fará no mínimo os grandes cantores do axé repensarem as suas sonoridades para se destacarem no carnaval do próximo ano. (Hebert Regis, jornalista)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3941909192425766920?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3941909192425766920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3941909192425766920' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3941909192425766920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3941909192425766920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/12/e-h.html' title='E o Axé Music. Há quantas anda?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5186493105603733612</id><published>2010-09-05T08:52:00.000-04:00</published><updated>2010-09-05T08:54:38.976-04:00</updated><title type='text'>Querer voar</title><content type='html'>Deve ser mania besta querer encontrar sentido. Inquietação que deixa doentes de raiva aqueles que procuram o indescritível, inaceitável, e o imprevisível. Há bem pouco tempo, quer dizer há poucos dias, a autoconfiança beirava alguns arranha-céus, pensava-se que tudo apenas dependia de uma só pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E achava que era regra, que se traduzia às outras pessoas. Quando deixa-se de acreditar nas casualidades católicas, ou no final feliz dos filmes, para-se de criar expectativas. É quando o bom vira ótimo, e o ruim, apenas aceitável. Lutar com as armas concedidas.. E usar com determinação, e ética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de reconhecer que vai se bem ao pensar de forma moderna, com a autoconfiança sempre reconfortada pelo fato inabalável, que apenas se tem o que se pode, é hora de pensar em querer voar. Sair da obviedade criada pela rotina do dia-a-dia, e pelos objetivos mais simples, aqueles a curtos prazos, os quais se perdem sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bastante cansativo correr, quando se pode voar. Isto simplesmente pode não ter sentido, como nem tudo pode ser explicado, seguindo uma teoria científica, crença, ou algo que valha. Amanhã a vontade será de correr, depois nadar, e mais na frente boiar ou flutuar, mas hoje gostaria de voar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5186493105603733612?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5186493105603733612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5186493105603733612' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5186493105603733612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5186493105603733612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/09/querer-voar.html' title='Querer voar'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6667543281235752633</id><published>2010-08-19T10:57:00.002-04:00</published><updated>2010-08-19T12:00:45.052-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quando foi que eu cresci e comecei a ter responsabilidades? Antes era só ir para a escola, comer na hora certa, e no máximo, entregar o livro na biblioteca, e ninguém me escutava, ou melhor, ninguém pedia para eu me posicionasse. Nem pensei que um dia pudesse dirigir, ou ter coragem de ir para o exterior, ou mesmo entrar numa reunião e as pessoas me escutarem. Meu Deus, quando tudo isto mudou?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6667543281235752633?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6667543281235752633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6667543281235752633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6667543281235752633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6667543281235752633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/08/quando-foi-que-eu-cresci-e-comecei-ter.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3819028569577329390</id><published>2010-08-14T01:12:00.003-04:00</published><updated>2010-08-14T01:23:00.092-04:00</updated><title type='text'>Devagar também é pressa</title><content type='html'>Hoje quase atropelei alguém. É difícil admitir que eu queria ter razão. A pressa em atravessar rapidamente a faixa, e passar antes do pedestre, não teria me causado nenhum tipo de reflexão. A marca da mão no carro empoeirado pode ser um sinal de que eu esteja perdendo a guerra. A guerra contra o tempo, em andar sempre rápido, e de nunca parar. Ando na teoria dos vazios, em que se eu preencho o espaço antes, ninguém poderar ocupar. Mas onde está a sustentabilidade disto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje fui entrevistado sobre sustentabilidade. E há de convir que apesar de gastar pouca água e energia, reciclar o meu lixo, preciso me convencer que correr como um louco numa guerra no transito, não me faz um ser sustentável. E na hora da entrevista, parei um pouco ao responder, e lembrei de mim, no momento, em que o senhor ao revidar a minha infração, bateu com a mão no carro. A reação me fez ficar indignado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei me convencer que eu estava certo. "As pessoas precisam sinalizar antes de entrar na faixa, não podem entrar correndo em cima dos carros". Mas eu deveria ter parado, e acenado para que o senhor passasse. No restante do dia andei mais devagar. Até quando vou prosseguir assim. Espero que não seja tarde demais, para que eu possa realmente perceber que preciso andar devagar, não apenas no trânsito, mas na vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3819028569577329390?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3819028569577329390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3819028569577329390' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3819028569577329390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3819028569577329390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/08/devagar-tambem-e-pressa.html' title='Devagar também é pressa'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5830072226739357166</id><published>2010-05-09T13:51:00.003-04:00</published><updated>2010-05-09T14:01:39.423-04:00</updated><title type='text'>Homenagem Dia das Mães</title><content type='html'>Não sou bom de datas. Quando desço escuto a música Lady Laura, do Roberto Carlos. Minha mãe e avó estão no quintal. Minha avó Nilza sentada na cadeira, virada para a frente, enquanto minha mãe, ainda de camisola, tira as roupas da máquina para estender. Peço a benção à minha avó,e depois abraço a minha mãe, depois de ser informado que hoje é o Dia das Mães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Deixa eu abraçar minha mãe também, diz minha mãe, com lágrimas nos olhos.&lt;br /&gt;Pego o bob (o cachorro) o mais novo rebento da família Regis para abraçar a mãe dele. ë assim que é tratado como filho. E minha mãe continua chorando. Sinceramente e certamente nunca entenderei o que se passou naquele momento. Algo que só quem é mãe sabe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só gostaria de dizer que tenho um grande orgulho da minha mãe. Acho que todos devem ter, mas eu agradeço imensamente por ter me colocado junto de uma pessoa tão maravilhosa, simples, verdadeira, pcificadora e extremamente amorosa!&lt;br /&gt;Mãe te amo!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5830072226739357166?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5830072226739357166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5830072226739357166' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5830072226739357166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5830072226739357166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/05/homenagem-dia-das-maes.html' title='Homenagem Dia das Mães'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6296978325126294215</id><published>2010-04-05T20:43:00.001-04:00</published><updated>2010-04-05T20:43:27.599-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6296978325126294215?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6296978325126294215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6296978325126294215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6296978325126294215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6296978325126294215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/04/blog-post.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-9027335932075128513</id><published>2010-04-05T16:40:00.004-04:00</published><updated>2010-04-05T20:43:05.375-04:00</updated><title type='text'>A minha reta é a verdade</title><content type='html'>Já dizia o grande mestre prof. José Nilton dos Reis Rocha, o famoso Niltin. A gente não precisa andar totalmente na linha, mas não pode se perder dela. Lembro que ele até desenhou isto no quadro, e falou que aprendeu isto com os militares. É bastante difícil ser "reto". Isto implica em deixar muitas sensações e emoções em detrimento do racional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre o que é correto para a sociedade vai nos deixar feliz, mas muitas vezes é o que precisa ser feito. É dificil ser feliz sem magoar o outro, ao menos em algum momento. É duro também fazer o que é certo. Pode-se perder um grande amor, um trabalho, um amigo, e até confiança quando se fala a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pautam as condutas pela verdade, pode até doer, mas depois as pessoam reconhecem que não houve falsidade ou enganação. Erros todos cometem. Ninguém consegue ficar na linha 24 horas, até porque isto não quer dizer sempre a felicidade. Às vezes saimos dela para nos dar o direito de ser feliz. Ou até para valorizar o correto. Mas é importante voltar para a linha. E acredito que a principal linha seja a verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre pauto as minhas condutas na verdade, porque elas podem doer, mas depois as pessoas reconhecem que não houve falsidade ou enganação. Não sou do tipo que nasceu para viver em conto de fadas, novelas mexicanas, ou comédias românticas, ou qualquer tipo de ilusão. Nem sou um canceriano típico. Algumas pessoas até podem nos enganar. Mas na hora certa a gente descobre, e escolhe entre viver na verdade ou na mentira. Poderia ser até mais feliz tentando esconder a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei até onde posso ir, conheço as limitações, e tento ao máximo ser coerente e correto. Não sou de jogar as "minhas verdades" na "cara" de ninguém. Faço isto por meio de ações, e isto assusta. Jogar com a verdade é a melhor reta a ser seguida. Posso até me desviar em alguns momentos, mas é nela que eu sempre volto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-9027335932075128513?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/9027335932075128513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=9027335932075128513' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/9027335932075128513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/9027335932075128513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/04/minha-reta-e-verdade.html' title='A minha reta é a verdade'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4436697898593695699</id><published>2010-03-30T23:00:00.004-04:00</published><updated>2010-03-30T23:14:36.393-04:00</updated><title type='text'>Dourado ganhou... e daí?</title><content type='html'>O Dourado ganhou o BBB 10, e daí? Daqui a dois meses ninguém vai lembrar. Não que a memória do povo seja fraca, mas porque ele não fez nada para merecer nem um dia de lembrança. A nossa sorte, e digo principalmente minha, é que ele não venceu eleições para vereador ou deputado. Aí sim teríamos que ser obrigados a lembrar dele por quatro anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito que o Cadu e a Fernanda sejam mais merecedores. A verdade é que o Dourado conseguiu manipular melhor o jogo, e se aliou às pesssoas certas, teve um pouco de sorte, e muita parcimônia na edição do BBB 10. Ou seja, o mesmo liquidificador de variáveis para eleger um político corrupto ou inescrupuloso. Está certo que não podemos comparar big brother com eleição. Até porque Dhomini não venceu nem eleição para vereador em Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dourado vencer o BBB mostra que a nossa sociedade escolhe mal os seus representantes. A mostra disto são os marginais que foram escolhidos para serem liderados por ele, que recorrem de ameaças para vencer em um país democrático e com liberdade de expressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dourado vencer mostra que a sociedade ainda prefere a superficialidade da agressividade contra as minorias de gênero, raça, e opção sexual,e que não está pronta para o diálogo, mas sim para berros, gritaria, arrotos, socos, pontapés, porradas. É isto que o povo merece e está acostumado com os representantes sociais que andamos escolhendo por aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4436697898593695699?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4436697898593695699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4436697898593695699' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4436697898593695699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4436697898593695699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/dourado-ganhou-e-dai.html' title='Dourado ganhou... e daí?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-9143685285772901046</id><published>2010-03-26T20:58:00.004-04:00</published><updated>2010-03-26T21:22:53.565-04:00</updated><title type='text'>Ih!! Passei</title><content type='html'>Esta semana lembrei quando passei no vestibular. Claro que a sensação daquela época era bem diferente. Passar no vestiba era, para mim naquela época, um caso de vida ou morte. Estava no trabalho em frente ao computador, quando alguém me liga, e diz, você passou no concurso em primeiro. Foi meio nostálgico, parecido com a sensação do vestibular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei que não era possível, porque peguei o gabarito, e pensei que não tivesse chance. Procurei e vi o meu nome lá. Hebert Regis de Oliveira, em primeiro lugar no concurso para jornalista da Empresa Baiana de Saneamento S.A, para a unidade de Barreiras. Ainda falta a prova de títulos e assumi o cargo, mas a verdade é que passei pela primeira vez em um concurso público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por si só já fiquei feliz, porque nem estava esperando, e não era caso de vida ou morte, porque estou muito bem empregado, mas o fato de saber que tenho capacidade, isto elevou um pouco a minha autoestima, que vou confessar, estava meio baixa nas últimas semanas. Sem stress, vou batalhar agora para assumir o concurso, e no momento certo, vou decidir o futuro profissional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-9143685285772901046?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/9143685285772901046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=9143685285772901046' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/9143685285772901046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/9143685285772901046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/ih-passei.html' title='Ih!! Passei'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8190322096861603457</id><published>2010-03-25T09:15:00.003-04:00</published><updated>2010-03-25T09:46:34.824-04:00</updated><title type='text'>Big Brother da falsidade</title><content type='html'>Teve uma época que eu passava raiva com o Big Brother. Quando tentavam humilhar alguém ou quando via alguém indefeso, ou quando armavam para algum concorrente. A verdade que sempre ficamos do lado mais fraco da história. O problema é que este lado se cria, e neste Big Brother 10, eles tentaram criam esta polarização, mas em uma história em que cada semana se tinha um vilão e o mocinho. Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À cada semana eles faziam um personagem diferente. Ninguém quis assumir os riscos de entrar na casa de maneira verdadeira. Tinha uma Angélica e uma Elenita, que às vezes faziam isto, mas todos ali entraram como se tivessem algo a perder. "Entram num programa como esse, e ficam com medo de se mostrar?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali era tudo pela metade. Tem paty, brucutu, barraqueira, viados, lésbicas, travesti, preto, tinha de tudo, mas sinceramente sempre tinha algo de estranho. Tá certo que a vida é estranha, mas eles começaram a inventar uns personagens que não combinavam com a história. É o brucutu sensível, o viado que gosta de mulher, a santinha que fala mal dos outros, é o preto que vira branco, o mocinho indefeso, é a mocinha valente. É o burro querendo ser inteligente. Mas eles não conseguiram manter isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas precisam se assumir como são. E neste Big Brother mostrou que as máscaras estavam todas em pé, e que às vezes ser normal, é ser você, com erros e acertos. Não precisa ficar pregando isso, como a Lia faz, porque ela deve ter dupla personalidade, faz uma coisa e diz outra. Mas é incorporar isto. Neste Big Brother aprendi que é melhor assumir os riscos da normalidade do que fracassar na excentricidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso assumir os riscos da nossas escolhas. E falta é gente corajosa para encarar isto. Até agora os ganhadores tinham esta autenticidade. Desta vez,  pelos candidatos que temos, ganha a falsidade de querer ser um outro alguém, como rico e famoso. Então nesta história toda de Big Brother vai reinar o mais "hipócrita". Do jeito que vai é Lia, em primeiro, Dourado, em segundo, e Fernanda, em terceiro lugar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8190322096861603457?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8190322096861603457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8190322096861603457' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8190322096861603457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8190322096861603457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/big-brother-da-falsidade.html' title='Big Brother da falsidade'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6189201251596605569</id><published>2010-03-23T08:54:00.005-04:00</published><updated>2010-03-23T09:08:27.520-04:00</updated><title type='text'>Para frente que se anda!</title><content type='html'>Ás vezes acho que estou fora de órbita.O mundo continua a girar, e sabem de uma coisa. I like it. Isto é o que nos deixa alertas para a vida. Nos ajuda a crescer. Nos tira do marasmo e nos faz viver fortes emoções. Só penso às vezes que eu passo muito rápido, e que ninguém vai me segurar. Pensei que quisesse segurança. Mas o que eu quero mesmo é muitos desafios, porque só assim serei uma pessoas melhor, e comigo mesmo. É que eu gosto de correr mesmo. Só não posso trombar e bater em ninguém. De restante, tudo certo! Para frente que se anda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I'm through with the past  &lt;br /&gt;Ain't no point in looking back  &lt;br /&gt;The future will be  &lt;br /&gt;And did I forget to mention  &lt;br /&gt;That I found a new direction  &lt;br /&gt;And it leads back to me, yeah&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6189201251596605569?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6189201251596605569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6189201251596605569' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6189201251596605569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6189201251596605569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/para-frente-que-se-anda.html' title='Para frente que se anda!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3312348750444966004</id><published>2010-03-22T08:47:00.003-04:00</published><updated>2010-03-22T09:02:39.987-04:00</updated><title type='text'>Nova resolução de fim de semana</title><content type='html'>Fim de semana: Altamente produtivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades: Curso de Roteiro para Cinema, com a cineasta Cristina Fonseca; Reunião com amigos no sábado e domingo; Passeio de bicicleta domingo pela manhã. Download de nova série norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa: Preencher o fim de semana com algo útil (ou nem tanto!!), e ter a sensação de não está parado no tempo e no espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impacto : conhecimento adquirido no curso, networks estabelecidos, e desejo de fazer um documentário sobre o cerrado e as comunidades tradicionais. tentar traçar um plano de pré-produção. Reunir com os amigos, beber cerveja, e falar besteira, e rir de si mesmo e dos outros. Pequena ressaca no domingo. Uma dor no braço que creio ter sido pelo passeio de bicicleta. Muita suadeira. Sem medição de peso perdidos. Uma nova distração para os momentos de folga. Esquecer que está no fim de semana. Cansaço no domingo á noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova resolução: Programar sempre muita coisa para o fim de semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3312348750444966004?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3312348750444966004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3312348750444966004' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3312348750444966004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3312348750444966004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/nova-resolucao-de-fim-de-semana.html' title='Nova resolução de fim de semana'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5443690666889712142</id><published>2010-03-18T22:56:00.006-04:00</published><updated>2010-03-19T14:44:08.246-04:00</updated><title type='text'>Trabalho que nada!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/S6PFSkgjc9I/AAAAAAAAAGA/1-89n461UCw/s1600-h/Formosa-BA+193.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 255px; FLOAT: right; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450416896876966866" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/S6PFSkgjc9I/AAAAAAAAAGA/1-89n461UCw/s320/Formosa-BA+193.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/S6PEi5ZXUNI/AAAAAAAAAF4/A04ZTeQgLoo/s1600-h/Formosa-BA+176.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 161px; FLOAT: left; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450416077850235090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/S6PEi5ZXUNI/AAAAAAAAAF4/A04ZTeQgLoo/s320/Formosa-BA+176.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Existem trabalhos e trabalhos. De vez em quando o meu tem lá as suas compensações. Na sexta viajei para o município de Formosa do Rio Preto, junto com a bióloga do Instituto Bioeste, Aryanne Amaral, e o Prof. Neves, da Faculdade São Francisco de Barreiras, para ver uma área para a implantação do viveiro, do lado de uma comunidade tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que não deu muito certo, mas isto não vem muito ao caso. A verdade é que fomos para a Fazenda Ingazeira, onde passa ao fundo o Rio Preto. E era daquela água, junto com aquela paz (tinha um avião lá fazendo barulho, mas isto também foi legal) de não precisar pensar em nada, ou ligar o computador.Apenas uma boa conversa, e uma boa comida, e isto às vezes não tem preço que pague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu precisaria trabalhar, mas neste sentido, o meu trabalho é the best porque posso conviver mais com a natureza, e o meu trabalho é justamente sensibilizar as pessoas a conhecerem estes espaços, para que protejam estas áreas verdes. Desta vez fui conhecer duas comunidades tradicionais, para a logística de uma oficina de fotografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que esta viagem foi providencial, e na volta ainda fui direto para a formatura de jornalismo da Fasb, onde ministro aula. Então foi um fim de semana quase perfeito, desencadeado pelos trabalhos. Pena que isto não aconteça toda a semana. Está rodeado pela natureza, e de pessoas que nos querem bem, faz toda a diferença. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5443690666889712142?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5443690666889712142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5443690666889712142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5443690666889712142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5443690666889712142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/trabalho-que-nada.html' title='Trabalho que nada!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/S6PFSkgjc9I/AAAAAAAAAGA/1-89n461UCw/s72-c/Formosa-BA+193.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5297519634290831006</id><published>2010-03-15T16:55:00.002-04:00</published><updated>2010-03-15T17:03:51.096-04:00</updated><title type='text'>Era feliz e sabia disto!!!</title><content type='html'>Existem momentos na vida inesquecíveis, e são assim porque tivemos pessoas especiais ao nosso lado. Fui ao baile de jornalismo e esta semana, e egoísmo à parte, apenas me lembrei em um dos momentos mais marcantes da minha vida, quando eu e meus amigos nos graduamos. Que turma especial. Foi uma semana perfeita. Lembro da aula da saudade, da missa, da colação e do baile, e até do estica na casa do Rodrigo depois da aula da saudade. Enquanto assistíamos o Oscar, fizemos uma lista dos melhores da festa!! Sei que sou um amigo ingrato e desnaturado, mas sinto saudades de estar no cotidiano destas pessoas. Era feliz e sabia disto!! &lt;br /&gt;Iria escrever sobre outra coisa, mas acabei me rendendo ao assunto, porque li este comentário no post anterior do Fellipe, que reproduzo abaixo. Amigo, muito obrigado. Queria mandar um abração para o Eduardo Sartorato, Lorena Verli, e aos casais Maria-Renato, e Erika-Rodrigo, que mesmo longe, estão sempre presentes!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querido,&lt;br /&gt;lembro-me que certa vez escrevi que toda estupidez que damos na vida carece, por princípio ontológico, de uma segunda chance para repará-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;isso quer dizer: não é que o universo seja benevolente o bastante para nos permitir a redenção dos nossos erros, mas generoso o suficiente para nos permitir errar na gênese de nossos atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, automaticamente, nos pede o tal "replay". Todavia, o viveremos a partir de um patamar diferente, mais consciente do que estamos buscando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a cumadre Maria Cristina escreveu sobre as dúvidas do caminho, eu pensei sobre o tema e disse a ela que só aqueles que têm dúvidas sobre a trajetória são realmente os que estão caminhando. Ou seja, quem está parado não tem razões para pensar num caminho que não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é simples. Somos nós quem a complicamos cada vez mais. E não fazemos isso porque somos masoquistas, mas sim porque é da natureza das almas inquietas, das almas que buscam mais do que é oferecido, porque não se contentam com o pouco (visto por quem busca muito) ou até mesmo com o muito (visto por quem busca o inalcansável).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem estar na primeira opção. Os problemas podem começar a surgir quando optamos pela segunda. Creio que, pelo que conheço em você e pelo texto que escreveu, que inanição e a falta de recado não se aplicam ao seu caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é uma eterna adaptação. Ainda que mudemos, jamais deixaremos de ser nós mesmos, porque é esse ser que nos forma o principal agente da mudança. Por isso, não tenha medo de mudar, de arriscar, desde que o seu norte seja sempre a busca do seu bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem parecer palavras gastas, mas para tudo na vida (exceto a morte) existe uma solução. Não se pode entrar numa disputa, por exemplo, com medo de sair perdedor. Apenas entre e aprenda novas formas de ver e, tenho certeza, as coisas vão se encaixando naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é certa: o caminho certo é sempre o mais complicado, da mesma forma que nada é por um acaso. Faz bem replantear-se os planos, repassar os focos. Só as pedras sabem (se sabem) que serão pedras sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não é uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fique bem.&lt;br /&gt;Abraço e saudade,&lt;br /&gt;Fellipe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5297519634290831006?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5297519634290831006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5297519634290831006' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5297519634290831006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5297519634290831006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/era-feliz-e-sabia-disto.html' title='Era feliz e sabia disto!!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-762499328094722855</id><published>2010-03-10T12:20:00.003-04:00</published><updated>2010-03-10T12:35:18.737-04:00</updated><title type='text'>Para sempre é uma bobagem?</title><content type='html'>Ás vezes bate aquela tristeza de saber que pode não está no caminho certo. E que a mudança poderia custar caro, e ter que voltar com o pires na mão à antiga realidade, parece ainda atormentar a cabeça. A verdade que o maior choque era viver em um mundo que considerava, até certo momento, ideal. E que o pior era ter acreditado que poderia ter sido para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para sempre é uma bobagem". Deveria prestar maior atenção às letras do que às melodias. Mas dói quando a gente pensa que poderia ser diferente, e que por inaniçao ou falta de recado, não fez nada para mudar. Ou achou que uma pequena transformaçao resolveria o problema. Este é o dilema. "Ou muda tudo ou muda nada?". O medo é se transformar demais e não se reconhecer, é atuar até as mãos sangrarem, e mesmo assim, no final, perceber que nada valeu a pena. Que era melhor ser você, afinal de contas isto ainda é original. Mas do que adianta isto, se as cópias parecem ser mais felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Era para ser assim, simplesmente...". Vou fugindo sem me entregar a nada, nem a ninguém. "Que nada. Se entregar sim é uma bobagem".E agora sei que relembro, e quero tudo outra vez, do mesmo jeito. Ser;a que posso tocar o "replay"? O sentimento será o mesmo? Acho que não. Lembro quando assisti Moulin Rouge pela primeira vez. E que fiquei de queixo caído na cena em que o personagem do Ewan Macgregor canta "Your Song" para a Satine, da Nicole Kidman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei ver aquelas cenas outras milhares de vezes, mas foi só naquele momento, em que o meu mundo parou, e quando me vi, a cortesã estava nos braços do escritor. Queria aquele momento para sempre, porque tenho aprendido a duras penas que relações se constrõem no dia-a-dia, mas podem se eternizar em apenas um momento. E como dói tentar reviver tudo o que passou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas desculpem o desabafo!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-762499328094722855?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/762499328094722855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=762499328094722855' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/762499328094722855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/762499328094722855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/para-sempre-e-uma-bobagem.html' title='Para sempre é uma bobagem?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3775336715834810337</id><published>2010-03-07T10:36:00.003-04:00</published><updated>2010-03-07T10:56:57.336-04:00</updated><title type='text'>E a torcida fica para Sandra Bullock</title><content type='html'>Não acompanhei nenhum dos filmes que concorreram ao Oscar. Não tive muito tempo para assistir filmes, nem baixar, nem ir ao cinema, e confesso que não estou com muita paciência. Ver hoje pela manhã o vídeo da Sandra Bullock ganhando o Framboesa de Ouro, e o seu discurso mostra uma atriz e uma pessoa que sabe do seu potencial e do seu talento, e que joga o que lhe fora oferecido a seu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não tem o talento dramático de uma Cate Blanchett, Juliane Moore, Kate Winslet, a versatilidade da Meryl Streep, Julia Roberts, Renné Zellwegger, mas ela tem um carisma de arrasar o quarteirão. Sem pretensões estílisticas, ela sabe o seu papel dentro da indústria de Hollywood: o entretenimento. E isto ela faz muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bullock ter aparecido ao Framboesa de Ouro, e ter distribuído dvd's com o filme, aconselhando as pessoas assistirem novamente, foi sensacional. Espero sinceramente que ela conquiste o Oscar como um reconhecimento de 20 anos de carreira nos papéis de comédia romântica,Enquanto Você Dormia, Quando o amor acontece, Amor à Segunda Vista, Casa do Lago, Miss Simpatia, e outros que exigia um pouco mais de apelo dramático como Crash e 28 horas. Como nem sempre ganha-se o melhor no Oscar, não será nenhum desmérito premiar Bullock pelos serviços prestados ao entretenimento. Seja em um filme como Maluca Paixão ou em um Sonho Possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3775336715834810337?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3775336715834810337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3775336715834810337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3775336715834810337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3775336715834810337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/e-torcida-fica-para-sandra-bullock.html' title='E a torcida fica para Sandra Bullock'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8051001760703493536</id><published>2010-03-01T23:09:00.004-04:00</published><updated>2010-03-01T23:21:23.523-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='u'/><title type='text'>Atrás de outro caminho</title><content type='html'>Não existe nexo. A vida às vezes soa traiçoeira. É uma tempestade que rápido pode virar o barco. De outras o dia ensolarado, e o vento constante, leva a embarcação para a tranquilidade. Dificil assumir que está perdido, tentando achar um caminho. Talvez este seja o destino. Se perder, arriscar para achar um caminho melhor.&lt;br /&gt;A verdade que o destino prega algumas peças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho se fecha. É duro admitir, e tentar procurar outra trajetória para seguir. É duro desistir. Mas as vezes é o melhor remédio. Na verdade, é tentar seguir um outro rumo, ao invés de seguir aquele cujos obstáculos parecem intransponíveis. Nesta vida que anda de lá para cá, é de bom tom saber desistir, e retirar o time de campo. Decisáo difícil. Estou atrás de outro caminho. E só resta a mim decidir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8051001760703493536?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8051001760703493536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8051001760703493536' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8051001760703493536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8051001760703493536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/03/atras-de-outro-caminho.html' title='Atrás de outro caminho'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5507880582929961532</id><published>2010-02-19T20:13:00.002-04:00</published><updated>2010-02-19T20:26:18.394-04:00</updated><title type='text'>E o Carnaval de Salvador é... indescritível</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5507880582929961532?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5507880582929961532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5507880582929961532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5507880582929961532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5507880582929961532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/02/e-o-carnaval-de-salvador-e.html' title='E o Carnaval de Salvador é... indescritível'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7854755857929665988</id><published>2010-02-03T18:39:00.002-04:00</published><updated>2010-02-03T19:04:59.531-04:00</updated><title type='text'>Eu assisto o Big Brother!!</title><content type='html'>Este é a décima edição do programa, e continuo a assistir o Big Brother. Devo e tenho muitas obrigações a fazer. Mas hoje é a única coisa que assisto de forma maisquis regular, e me agendo para assistir. Nunca tive preconceitos, e sempre discuti as armações do programa. E nesta edição, a seleção dos brothers e a divisão vem sendo determinante para o sucesso do programa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que não ganho nada com isto, e não tö nem aí para a vida deles, mas me interesso em ver este experimento de ver pessoas disputando um jogo sádico, que ora representam uma personagem e denotam superficialidade, ora transboram sinceridade, e humanidade. Nestes anos, poucos foram aqueles personagens que conseguem realmente jogar e conquistar o público, afinal sabemos e conhecemos o jogo, mas as vezes algo supera esta simplicidade de ponto de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feio não é "jogar", até porque para ganhar R$ 1,5 milhão, faz-se bem pior. Mas é esnobar e considerar o público "idiota", como tentou fazer a Tessália, e parece que continua a fazer. Porque ela não assume que entrou como uma máscara e agia conforme a hora e a conveniëncia. Mesmo se ela fosse sincera, bem melhor é a Elenita, que encara tudo de frente, diz as suas verdades, e tudo com bom humor... Ao menos a gente se diverte. Destaque para a cena em que ela disse que vivia um casamento fracassado com o Alex, e que era obrigada a estar no mesmo teto, ou então a briga com a Lia. Pena que os "escadas" não parecem estar a altura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7854755857929665988?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7854755857929665988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7854755857929665988' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7854755857929665988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7854755857929665988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/02/eu-assisto-o-big-brother.html' title='Eu assisto o Big Brother!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6587389366091368994</id><published>2010-01-29T09:03:00.003-04:00</published><updated>2010-01-29T09:24:25.332-04:00</updated><title type='text'>Na mesa de bar</title><content type='html'>"Faltou luz mas era dia, e o sol invadia a sala..."&lt;br /&gt;"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante..."&lt;br /&gt;"Eu não quero dinheiro, eu só quero amar..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será porque uns chopps a mais fazem a gente ficar refletindo? Até as músicas mais simples começam a fazer sentido, e se encaixam em algum momento ou outro da sua vida. Ou se não naquele mesmo momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mudaram as estações, nada mudou. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu..."&lt;br /&gt;"É só isto. Não tem mais jeito. Acabou. Boa sorte."&lt;br /&gt;"Eu desço dessa solidão. Espalho coisas sobre um chão de giz"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quero dizer é que a reflexão começa nas letras, e que as poucos vão se encaixando em uma parte da sua vida. Quem escreve estas músicas deve gravitar em outra esfera, para consegui captar as angústias da vida, e passar para as letras, e saber que uma pessoa na mesa de bar pode repensar a vida, e até tomar uma decisão importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais engraçado é que às vezes a gente canta sem enxergar a complexidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Deixa a vida me levar... vida leva eu"&lt;br /&gt;"Vou deixar a vida me levar... para onde ela quiser"&lt;br /&gt;"Tente.. e não diga que a canção está perdida"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta combinação música e chopp merece uma reflexão maior. &lt;br /&gt;"Garçom aqui nessa mesa de bar"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6587389366091368994?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6587389366091368994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6587389366091368994' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6587389366091368994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6587389366091368994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/01/na-mesa-de-bar.html' title='Na mesa de bar'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6717656851126797974</id><published>2010-01-28T14:59:00.002-04:00</published><updated>2010-01-28T15:16:09.494-04:00</updated><title type='text'>Reflexões inacabadas</title><content type='html'>Parece um sonho, e quando acorda, tenta-se apegar nas recordações. Inutilmente porque nada volta. Quando estava em viagem, ficava admirando lugares e pessoas, como se fossem a última. "É para não esquecer". E tentava tirar fotos dos lugares para ajudar a memória a lembrar quando eu quiser reviver. O consolo é que um dia vou voltar e passar pelos mesmos lugares. Talvez eu e todo o trajeto esteja diferente. Não será a mesma Roma, Paris ou Berlim. Taí a graça da vida....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dia mais desesperador do que a volta para o trabalho, e principalmente numa sexta-feira. O resultado é que eu perdi a senha do e-mail institucional, e ainda não desativei as férias. O mais estranho é que tinha entrado durante as férias. Deve ter sido um bloqueio mental. Depois de quase uma semana ainda não lembrei. A boa notícia é que já estou querendo voltar a trabalhar de verdade. O problema é que vem o Carnaval, e depois a Semana Santa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar ao Brasil, depois de uma viagem pela Europa, principalmente numa cidade como Barreiras, soa meio surreal. As lâmpadas da minha rua estão apagadas. Na conta telefônica tem uma taxa de iluminação pública. Em um dia a prefeitura conserta uma vala, e coloca um concreto, no outro tem um ônibus entalado no mesmo buraco. Colocam faixas de pedestres, mas não ensinam as pessoas a usarem. Não precisa nem comparar. E, mudando nem tanto de assunto, e a estrutura para a copa do mundo de 2014?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6717656851126797974?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6717656851126797974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6717656851126797974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6717656851126797974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6717656851126797974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/01/reflexoes-inacabadas.html' title='Reflexões inacabadas'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4868452579821253569</id><published>2010-01-25T09:10:00.002-04:00</published><updated>2010-01-25T09:33:54.546-04:00</updated><title type='text'>Viajar é... mudar uma vida!!</title><content type='html'>Foram seis países, sete cidades, muitas horas esperando no aeroporto, muitos quilômetros andando, sempre com a idéia de descobrir o diferente, que estava em cada estátua, rosto, conversa, pessoa, esquina, quadro... Viajar é isto. É prestar atenção em detalhes, tentar gravar e nunca querer esquecer. É, ao mesmo tempo, desligar o piloto automático, e tentar tomar uma direção nunca antes desbravada, e que deve a partir de agora, integrar as ferramentas para melhor manobrar durante as crises. E saber aproveitar quando o céu estiver azul e claro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajar é entender que se deve ter paciência com o diferente, e entender que a beleza do mundo é justamente esta. E que apesar desta diferença somos todos iguais, e que merecemos o mesmo respeito. É tomar cuidado com análises precipitadas, e que o pré-conceituar é a necessidade de se auto-afirmar. Viajar é saber também que tudo está certo, mesmo quando parecia que estava errado. É perceber que a única barreira é a falta de solidariedade com o ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajar é correr para ver um pôr do sol, porque vale a pena se despedir do dia, e receber a noite de braços abertos. Viajar é valorizar o que se conquista, e querer voltar para continuar a lutar. É perceber que está no melhor caminho que se poderia, mesmo com milhões de opções de escolhas. É saber que fiz o melhor com as armas que me foram oferecidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitar outros países me fez acreditar que posso ir para qualquer lugar, mas que estou (muito bem obrigado!!) no lugar certo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4868452579821253569?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4868452579821253569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4868452579821253569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4868452579821253569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4868452579821253569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2010/01/viajar-e-mudar-uma-vida.html' title='Viajar é... mudar uma vida!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1578710726521784619</id><published>2009-12-24T20:33:00.003-04:00</published><updated>2009-12-24T20:38:58.834-04:00</updated><title type='text'>Chegada a Roma</title><content type='html'>Chegamos em Roma, na Itália, depois de seis horas de espera no aeroporto de Lisboa. Quando aterrisamos em terras italianas eram cerca de 1h, e sem önibus ou trem para ir até o terminal de termini, no centro da cidade, de onde iriamos para o youth station hostell. Decidimos entao dormir no aeroporto de Roma. Eu dormi, porque  o andrei ficou a noite toda acordado conversando com a carol, uma brasileira que mora em Lisboa, e que estava na mesma situação que a nossa.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;OBS: Estamos postando vídeos, fotos e histórias da viagem no blog andarilhosoliveira.blogspot.com.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deem uma passada lá, que estamos tentando manter atualizado. Comentem!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1578710726521784619?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1578710726521784619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1578710726521784619' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1578710726521784619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1578710726521784619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/12/chegamos-em-roma-na-italia-depois-de.html' title='Chegada a Roma'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4349781005616237457</id><published>2009-12-20T05:20:00.003-04:00</published><updated>2009-12-20T05:24:01.664-04:00</updated><title type='text'>Chegada em Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sy3szmebmhI/AAAAAAAAAFg/i21Zyftdbr0/s1600-h/DSC07162.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 258px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417246298042243602" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sy3szmebmhI/AAAAAAAAAFg/i21Zyftdbr0/s320/DSC07162.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estou em terras portuguesas. Cheguei as 6h da manhã. Pensem no frio, mas pensei que seria pior. Esperando no aeroporto para ir ao hotel. Vamos tentar buscar os ingressos para assistir Benfica e Porto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4349781005616237457?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4349781005616237457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4349781005616237457' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4349781005616237457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4349781005616237457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/12/estou-em-terras-portuguesas.html' title='Chegada em Portugal'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sy3szmebmhI/AAAAAAAAAFg/i21Zyftdbr0/s72-c/DSC07162.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1331037669872843208</id><published>2009-12-14T21:04:00.005-04:00</published><updated>2009-12-14T21:25:32.988-04:00</updated><title type='text'>Gaga e o Kid</title><content type='html'>Festa à fantasia em turma de comunicação!!&lt;br /&gt;Aula da saudade da turma 2009.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lady Gaga enfrenta o Karatê Kid, e Amy Winehouse solta a "voz"no vazinho de planta ao lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415265191561590930" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/SybjABuQ-JI/AAAAAAAAAE8/PwLYT-PvJaE/s320/amy+e+carate+kid.jpg" /&gt; &lt;div&gt;Abaixo, Lady Gaga em momento descontraído com o caratê kid. Cantora luta com anões em novo clipe. Lutador ajuda nas artes marciais em mistura de matrix e kill bill.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415263514191384722" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/SybheZCC0JI/AAAAAAAAAE0/fxnbnnau54Y/s320/ladygaga.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Festa estranha com gente esquisita!! eehehehehe&lt;/p&gt;&lt;p&gt;abraço aos novos jornalistas!!! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1331037669872843208?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1331037669872843208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1331037669872843208' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1331037669872843208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1331037669872843208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/12/gaga-e-o-kid.html' title='Gaga e o Kid'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/SybjABuQ-JI/AAAAAAAAAE8/PwLYT-PvJaE/s72-c/amy+e+carate+kid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-75623261328209121</id><published>2009-12-13T11:39:00.003-04:00</published><updated>2009-12-14T21:04:13.883-04:00</updated><title type='text'>Que venham as férias!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Êta semestre complicado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram cinco orientações de projetos monográficos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável pela edição dos textos do jornal laboratório...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministrando duas disciplinas... história da comunicação e jornalismo especializado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no Bioeste.... organização do Seminário de Sustentabilidade Ambiental... Oficinas de Educomunicação Ambiental ... publicação Cerrado em Foco... programa de rádio semanal... visitas de campo... apresentação de projetos.... e para fechar relatórios e planejamentos....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo valeu a pena....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em meio a tudo isto finalizo os últimos detalhes da viagem para a Europa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo pronto... passaporte em mãos.... e malas quase prontas... sábado embarco para a primeira viagem internacional...&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sybflp40-EI/AAAAAAAAAEk/qGweAnL5ja0/s1600-h/blog1.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 329px; FLOAT: left; HEIGHT: 237px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415261439951960130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sybflp40-EI/AAAAAAAAAEk/qGweAnL5ja0/s200/blog1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 321px; DISPLAY: block; HEIGHT: 238px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415261882341130562" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sybf_Z6oAUI/AAAAAAAAAEs/_SgzOw8POTg/s320/blog2.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-75623261328209121?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/75623261328209121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=75623261328209121' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/75623261328209121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/75623261328209121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/12/eta-semestre-complicado.html' title='Que venham as férias!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/Sybflp40-EI/AAAAAAAAAEk/qGweAnL5ja0/s72-c/blog1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1309040891995110153</id><published>2009-11-08T22:40:00.003-04:00</published><updated>2009-11-08T23:17:37.707-04:00</updated><title type='text'>Desabafo compartilhado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Preferia falar de viagens, mas enquanto não chegam, podemos falar das incursões humanas, dentre elas a certeza de querer tudo controlado. Talvez não exista resposta para tudo. As pessoas, geralmente, as querem para explicar as suas insatisfações, alegrias, desejos, anseios, e paixões. Sei que pode ser frustante ter uma resposta do tipo "Não sei porque agi assim", até porque também não gostamos de ouvir. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pode ser, então um certo descontrole, ou tentar prever o impoderável. Mas vamos admitir, em alguns casos, algumas reações podem não ter nenhum tipo de explicação cartesiana, freudiana,shakesperiana,drumoniana ou seja lá quem for. Existem coisas que devem ser apenas sentidas, estarem no campo da emoção humana. Por que gostar de azul, ao invés de amarelo? A noite ao inves do dia. Entao só não quero preciisar me explicar a toda hora, porque a vida já é por si mesma complicada demais.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1309040891995110153?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1309040891995110153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1309040891995110153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1309040891995110153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1309040891995110153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/11/desabafo-compartilhado.html' title='Desabafo compartilhado'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7776607157169846572</id><published>2009-11-01T12:29:00.004-04:00</published><updated>2009-11-01T12:55:01.027-04:00</updated><title type='text'>Perdi as chaves. E agora?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;Sábado, 31 de novembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Fui correndo atrás de um sorvete de abacaxi, um dos vícios gastrônicos, depois de comprar o ingresso para o show da humorista cearense Rossicléia. Ela aparecia muito na tv. Quando foi à noite, para sair para o show? Cadê as chaves? No molho estavam as de casa e do carro. Liguei para um amigo. "Perdi as chaves, e não tenho as cópias. Tem como me dar uma carona". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Em 20 segundos, um outro flash na cabeça. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- A carteira ficou no carro. Droga!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Tudo bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Mas os ingressos estão dentro dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Ainda bem que tirei o celular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Não foi claro nesta tranquilidade. Faltavam 20 minutos para o show, e já tinha mobilizado a casa inteira. Até o cachorro, se pudesse, estaria à procura das benditas chaves. Solução caseira: meu irmão ganhou uns ingressos, e me passou, e fui de carona. Me emprestaram R$ 30. Tudo para não perder a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego em casa: o carro não está na porta. Pensei que tivessem roubado. Não, está na garagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Pai acharam a chave?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Chamei o chaveiro... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Abre a porta aqui...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Procurei, reli minha mente muitas vezes. As chaves deveriam está exatamente em casa. E sonhei, que eu tirei o molho da calça. Meu pai também sonhou a noite com elas, e que estariam em casa. Ele quase não dormiu à noite, preocupado, e levou a minha mãe junto na insônia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;Domingo, 01 de novembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Num dia chuvoso, acordo preocupado, e procurando novamente as chaves. Decido terminar de ver um filme, "Dúvida", e já emendo em outro "O casamento de Rachel". Parece tudo confluir para um início de domingo meio trágico. Começo a pensar que a minha tão propalada sorte esteja acabando. Sim. Sou e me considero um cara sortudo. Isto é tema para um outro post. Mas comecei a pensar que uma pequena maré de azar pudesse se aproximar. E que este seria um ponto nevrálgico para procurar outra "sorte". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Diante da crise existencial que se instaura, meu irmão simplesmente fala das chaves, fuça a minha bolsa do notebook, e simplesmente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Aqui as chaves&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Como assim? Procurei várias vezes nesta bolsa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Estavam escondidas aqui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;- Não acredito. Até a minha mãe procurou aí também.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Abracei todo o mundo, liguei para quem eu tinha mobilizado, e a paz retornou ao lar. Quer dizer, em parte. Um sinal que preciso me movimentar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Moral da história&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chaves não eram para ser encontradas no sábado , e sim do domingo, e eu precisava passar pela crise existencial de domingo de manhã. Porque fujo dela insistentemente. A perda das chaves serviram para colocar alguns pratos na mesa. Mas esta é uma outra história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7776607157169846572?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7776607157169846572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7776607157169846572' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7776607157169846572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7776607157169846572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/11/perdi-as-chaves-e-agora.html' title='Perdi as chaves. E agora?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7870822792913495136</id><published>2009-11-01T12:29:00.000-04:00</published><updated>2009-11-01T12:30:30.809-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7870822792913495136?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7870822792913495136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7870822792913495136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7870822792913495136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7870822792913495136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8136473380412027696</id><published>2009-08-29T18:10:00.002-04:00</published><updated>2009-08-29T18:14:46.259-04:00</updated><title type='text'>Europa aqui vou eu!!</title><content type='html'>Aproveitando as férias e as granas do 13º decidi acompanhar as loucuras do Andrei, e decidir e com ele. Depois de praticamente dois anos, sem férias, já penso em andar pelas ruas de londres, madrid, e paris, sem pensar em nada. Assim, vou continuar pensando, mas em coisas que não estejam ligadas ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal espero chegar logo. Até porque já tô cansado do ritmo que a vida anda tomando. Apesar de estar na Bahia, nunca trabalhei tanto. Queria mandar aos amigos de Goiânia, a quem ando devendo várias visitas. eheheheeh. É uma dívida, que espero pagar, e que não esteja vencida, ou com juros muito altos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8136473380412027696?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8136473380412027696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8136473380412027696' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8136473380412027696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8136473380412027696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/08/europa-aqui-vou-eu.html' title='Europa aqui vou eu!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8663662422164483700</id><published>2009-05-31T22:39:00.002-04:00</published><updated>2009-05-31T22:51:12.900-04:00</updated><title type='text'>A arte do encontro</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não existe receita para os relacionamentos. Qualquer que seja, existem muitas variáveis nesta conta. Muitas vezes acabamos de tentar fugir do inevitável. Particularmente acredito que o destino entre duas pessoas podem se cruzar. A forma como isto vai se desenrolar pode ser diferente. Já foi dito por alguém, em algum lugar, que são as pessoas certas mas no tempo ou no local errado.&lt;/span&gt; Achava que fosse balela, mas agora acredito. "Você chegou, mas na hora e no local errados".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8663662422164483700?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8663662422164483700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8663662422164483700' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8663662422164483700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8663662422164483700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2009/05/arte-do-encontro.html' title='A arte do encontro'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7270354754849667751</id><published>2008-08-07T09:17:00.001-04:00</published><updated>2008-08-07T09:19:12.521-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meio ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Jornalismo como instrumento social</title><content type='html'>É grande a importância do papel do comunicador em lançar debates aprofundados e humanizados que possam contribuir para a formação de uma sociedade crítica e responsável. A constante especialização, falta de reconhecimento no “outro”, e principalmente o colapso vivenciado na pós-modernidade transformaram-se nas principais conseqüências de uma sociedade que baseia as suas relações somente no lucro. A exploração inconsciente das nossas reservas naturais, que arrasa o meio ambiente, soma-se a um processo de deterioração do próprio ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação e as novas tecnologias desenvolvidas na área podem se tornar instrumentos de divulgação de um pensar e agir sustentáveis, pautados pela responsabilidade ambiental e social. É preciso, para isto, mobilizar toda a comunidade. Os meios de comunicação de massa podem ajudar neste processo, ao transmitir informações e símbolos que revalorizem o outro, as relações sociais e o meio ambiente. As pessoas deveriam voltar a pensar que são as pequenas ações as responsáveis pelos grandes atos que podem mudar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É necessário tornar público não somente as atividades dos grandes conglomerados, que detém a riqueza financeira, mas também as ações da sociedade civil organizada. Os profissionais de Jornalismo poderiam contribuir, neste sentido, ao tentar trazer ás pessoas algo próximo, mas que deixam de ser discutidas, menos pela falta de visão das grandes empresas, e mais pela formação elitista e cartesiana dos jornalistas brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas no ano passado, a mídia brasileira percebeu a catástrofe vivenciada pelo mundo, com a divulgação do relatório do IPCC, sobre o aquecimento global. Somente com uma catástrofe anunciada em pesquisas, o jornalismo se dá conta de um assunto que as comunidades tradicionais antecipam, ao ver as suas culturas arrasadas pelo trator movido pelo grande capital. Se as pequenas ações fossem valorizadas pelo processo comunicacional, há muito o alerta já teria soado. Resta agora correr contra o tempo, para lutar pelo que temos, que felizmente, não é pouco. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7270354754849667751?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7270354754849667751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7270354754849667751' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7270354754849667751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7270354754849667751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/08/jornalismo-como-instrumento-social.html' title='Jornalismo como instrumento social'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8620179446166561702</id><published>2008-08-03T10:03:00.002-04:00</published><updated>2008-08-03T10:08:05.600-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Assisti pela milésima vez (força de expressão. Mas foram muitas) o filme Closer - Perto Demais. Todas as vezes que assisto, sinto que tinha entendido tudo errado da última vez. Sempre tenho uma nova impressão dos personagens e dos acontecimentos. Esta mania de querer racionalizar o impossível dá nisto. Relacionamentos não estão na ordem do explicável. O que na maioria das vezes os filmes tentam passar. Closer é uma obra de arte, e os personagens chegam a saltar na tela de tão reais.&lt;br /&gt;Toda vez que re-assisto, lembro quando vi pela primeira vez, numa sala de cinema, sozinho, com um copo de refrigerante do lado. Pode ter sido meio depressivo. Aquilo, na época, soou mais como um desafio. Não que eu gostasse de ver filmes desacompanhado, mas naquele dia queria fazer algo que não estava acostumado. Sair da rotina. E para a minha surpresa, surgiu na tela um filme que tirou os meus pés do chão, e me aproximou mais de uma forma diferente de ver as angústias amorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Fiquei muito tempo longe de Barreiras. Para quem não sabe é no Oeste da Bahia. Tempo bastante para estranhar muitas coisas. Vamos então ao Top5:&lt;br /&gt;1. Indiscrição: As pessoas querem realmente saber da sua vida, mas como não tenho feito muita coisa, nada para contar. Desço muitos degraus na escala da sociabilidade por causa disto. Mas elas também contam com mais facilidade sobre a vida delas. Fico tão sem graça, e conto uma coisa outra de mim.&lt;br /&gt;2. Simpatia: As pessoas aqui são muito engraçadas. Morro de rir de muitas coisas, principalmente nas expressões, seja dos baianos, ou dos gaúchos. O ponto alto é na faculdade. Só tem figura.&lt;br /&gt;3. Poeira: Esqueci o quanto esta cidade é poeirenta. E os meus olhos sofrem, principalmente quando uso lente de contato. Decidi priorizar o conforto. Lentes só á noite.&lt;br /&gt;4. Ônibus: Preciso me livrar disto urgentemente. Andar de ônibus é ruim em todo o lugar. Aqui tem uma peculiaridade. As pessoas puxam a cordinha, voltam a se sentar, e somente depois que o ônibus param, elas vem lentamente para descer. Ah! Outra coisa que eu detesto. Quem pega ônibus aqui parece um ET. Explico. Todo o mundo que passa de carro fica olhando. A vontade é de meter uma pedra no carro. Ô raiva.&lt;br /&gt;5. Tempo: realmente o tempo daqui é diferente. Primeiro que todo o mundo almoça em casa. Todo o mundo sai mais cedo e chega mais tarde. Os eventos começam geralmente 1h30 depois do marcado. Não que seja ruim ou bom. É apenas uma maneira diferente de lidar com o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Trilha sonora do momento, coloquei todo o CD da cantora Colbie Caillat no meu celular-mp3. Ela fez sucesso com a música Bubly, trilha sonora da novela das 7, Os Sete Pecados, mas o cd traz uma variedade maior de sons, alguns se aproximando do folk, e às vezes até do country, mas outras ela parece uma versão de saias do Jack Jonhson. Em algumas canções, como Midnight Botlle e Feelings Show, The Little Things, Realize, e Batle a sensação é de estar sentado à beira de uma praia, observando o mar. Basicamente, o violão, o baixo, o teclado participam de maneira mais contundente das músicas, e uma bateria leve marcando o ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Cortar cabelo nunca foi o meu forte. Detesto ir ao cabeleireiro. Acho que foi algum trauma de infância. Primeiro que eu nunca gosto do corte, e hoje você precisa marcar e agendar, ou então ninguém te recebe. E como nunca tenho tempo, ou acho que não vou desperdiçar tempo com isto, continuo com o cabelo grande. Esta semana vou precisar cortar. Uma das várias missões desta semana. Vou cortar bem baixo para ver se fico uns dois meses sem procurar novamente um salão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Olimpíadas de Pequim estão chegando, mas a diferença do fuso horário com o Brasil vai atrapalhar quem gosta de assistir a competição. No meu caso, será praticamente impossível, até porque só se eu ficasse 24 horas ligado. Bom que temos a Internet, para assistir algumas transmissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana a jornalista Beatriz Castro, da rede globo nordeste, ministrou uma palestra na faculdade onde leciono. Divertida, e bem articulada, ela mostrou aos estudantes as dificuldades e as benesses da profissão. Os estudantes sairam motivados. Muitos se deram conta do que os professores falam em sala de aula tem alguma razão. Parecem que eles só acreditam quando alguma estrela global fala. No mais, continuo martelando. Não existe jornalista nos tempos atuais sem formação para lidar com o grande acúmulo de informações disseminadas diariamente. E ler, de preferência, Machado de Assis e Graciliano Ramos, como uma forma de melhorar a narrativa jornalística. No mais, muito trabalho e paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande reportagem tem fórmula?Para o grande mestre José Hamilton Ribeiro existe sim. E ele é quem dá a receita para o sucesso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GR= (Bc+Bf)/(txt´)n&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que uma Grande Reportagem é igual a um bom começo mais um bom final sobre trabalho vezes talento, elevado à potência n. “É segui-la e se candidatar ao Prêmio Esso de Jornalismo”. Bastante simples, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana começo em um novo trabalho. Claro que surge a insegurança d normal da mudança. É uma área em que não tenho tanta experiência, no caso uma assessoria de comunicação de uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) chamada Bioeste, que tem o objetivo de atuar na preservação da biodiversidade e do patrimônio ambiental do oeste baiano. Foi uma difícil decisão, principalmente por ficar fora das redações, mas espero que seja uma rica experiência, assim como tem sido tudo até agora. Desejem-me sorte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8620179446166561702?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8620179446166561702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8620179446166561702' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8620179446166561702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8620179446166561702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/08/assisti-pela-milsima-vez-fora-de.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3196681710291259764</id><published>2008-07-12T19:21:00.002-04:00</published><updated>2008-07-12T19:36:33.336-04:00</updated><title type='text'>É dia de aniversário!!</title><content type='html'>Hoje é dia de aniversário. Não vai ter bolo, mas vai ter pizza. Completo 25 anos. Bem vividos em alguns pontos, mal por outros. A verdade é que me sinto muito mais completo e feliz hoje do que anos atrás. Sinto saudades de momentos e de pessoas, mas sem aquela nostalgia de quem queria que tudo voltasse a ser como era antes. Talvez por tudo isto não me permita reviver ou fazer análises mais aprofundadas do meu passado. Sei que tudo influenciou o que eu sou hoje, as minhas escolhas profissionais e pessoas, mas sei que a todo momento, posso mudar, e tentar ser diferente, tentar ser melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se foi a lua em algum canto do meu mapa astral, ou Netuno que deve sair esta semana na casa de câncer, mas sei que fiquei diferente a semana toda. Não sei se deve tudo a isto a algum tipo de coincidência. Comecei a refletir mais certas passos. Talvez sejam as férias. O fato é que nem tudo é perfeito, sempre faltam pedaços, no entanto, há melhores maneiras de se conviver com a imperfeição,e com os erros e os problemas. O bom seria a melhor maneira de tratar tudo de forma mais leve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vale a pena registrar, acho que vou reforçar este como um lema. Preciso desapegar certos conceitos, recriar outros, abraçar mais o que eu escolhi, sem deixar de lado o que vivi. Talvez este seja o momento propício. Um momento em que eu estou novamente na proa do navio a conduzir o meu destino, que já agiu de forma anteriormente, quando o vento apenas direcionava os rumos. Agora quero e preciso estar na rédea das situações, sem perder a sensibilidade para o que vier, e a racionalidade nas horas difícies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado a todos!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Acabei de ganhar no momento em que escrevia o posto o livro Guardião das Memórias, dos meus tios Gildásio e Edna. Espero que seja sinalizando momentos de mudanças, para melhor, e principalmente no relacionamento com a minha família, minha fortaleza nos mommentos em quem não tenho no que segurar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3196681710291259764?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3196681710291259764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3196681710291259764' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3196681710291259764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3196681710291259764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/07/dia-de-aniversrio.html' title='É dia de aniversário!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8897397419678296451</id><published>2008-06-28T17:07:00.003-04:00</published><updated>2008-06-29T10:07:47.951-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Fiquei apertando “Ctrl Z” durante uns dez segundos. O texto realmente não vai voltar. Na hora eu decidi deletar, porque escrevi quando estava para baixo, na solidão de um sábado a tarde sem nada para fazer. É assim quando se passa meses sem tempo para nada, e quando se depara num sábado à tarde, com vontade de fazer muitas coisas, algumas impossíveis, outras ao seu alcance. E deixa de fazer tudo para ficar sem fazer exatamente nada. Depois visitei alguns blogs, algo que não fazia há algum tempo, algumas pessoas estavam com o mesmo sentimento saudosista, foi quando tentei recuperar o post. Já era também. Curei as mágoas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Ainda estou um pouco “down”. Saudades dos amigos que gostaria de rever e não posso. Esta cidade parece às vezes que fica no meio do nada para lugar nenhum. Incrível. Descobri que uma passagem aérea de Barreiras para Salvador custa R$ 200. E que para Brasília custa R$ 230. Isto numa segunda-feira. Nada mal , se não fosse aqueles aviões teço-teco, e a pista do aeroporto de Barreiras não ser nada confiável. Não tem nem corpo de bombeiros na cidade. Prefiro continuar as 12 horas, com aquele cheiro típico de buzão, perigo de ser assaltado na estrada e uma baita dor no pescoço na parada final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a Exposição Agropecuária de Barreiras, que antes tinha raiva de ouvir falar, parece ter mudado. Ao menos não ficam os metidinhos da minha adolescência naquela numa pracinha ridícula, onde tem um negócio de rapel, onde o povo ficava olhando. Os adolescentes de hoje devem ter achado outra maneira de segregar. Só que ainda não identifiquei. Fui na exposição, algumas vezes à trabalho, outras so para ver quem estava passando. Só não entrei nos shows, porque pagar para ouvir Bonde do Maluco, e outras porcarias, não estava no meu cronograma. Como diz uma colega professora. “Não investi anos de estudos e tempo de leituras para ouvir estas porcarias”. Ta aí. Nem eu!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Aliás, este semestre foi bastante interessante. Nunca pensei que voltar à Barreiras seria tão proveitoso profissionalmente. Ao acaso do destino, me tornei professor de jornalismo, algo que ainda estou me acostumando. Lembro até hoje do primeiro dia em que a sra. do Recursos Humanos me tratou como professor. É sério, precisei me segurar para não rir na cara dela. Na semana de admissão cortei o cabelo e aparei a barba direitinho. Era para parecer mais velho, mas deu tudo errado. Parecia que eu tinha 20 anos. Teve um professor que disse que eu tinha cara de aluno. E no meu crachá, como ironia, parecia que eu tinha voltado aos 17 anos. Uso camisa para disfarçar. O que antes, considera impensável. Só que não to nem aí. Tem gente que demora a envelhecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que atrapalha estar em Barreiras é a distancia dos amigos. Hoje vou perder o tradicional São João na casa da Érika (o pc insiste em pôr o sinal no seu nome Érika), que vai reunir os amigos de facu. Sinto muitas saudades. Infelizmente não deu, mas da próxima, faço de tudo para está presente. Só me resta afogar as magoas no show do Nechivile. Como diz outra professora, não é o show que é ruim, é a gente que bebe pouco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8897397419678296451?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8897397419678296451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8897397419678296451' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8897397419678296451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8897397419678296451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/06/fiquei-apertando-ctrl-z-durante-uns-dez.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-588070417083665125</id><published>2008-05-10T10:52:00.005-04:00</published><updated>2008-05-10T10:59:03.625-04:00</updated><title type='text'>Ao lado daquela canção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nunca desci a serra pela estrada de Santos, mas era como se lá estivesse. No meu carro, poderia ser um mustang amarelo, ou um corvetti azul marinho. Os braços estão para a janela. Gel no cabelo, óculos escuros, escolho a música pelo dial do rádio. Um ruído até a melhor freqüência, e lá estou eu, ouvindo Roberto Carlos, e descendo a estrada de Santos. Ao meu lado, como companhia, inseparável, pela completude do pensamento, ouvindo a música, balançando a cabeça, está minha mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O encarte do CD em mãos, acompanhando a letra, ela me vê entrar pela sala, e revivo uma atmosfera que só apreendi no cinema e em livros. “Se você pretende saber quem eu sou, eu posso lhe dizer”. Era domingo pela manhã, por volta das 10h. No automático, ligaria a televisão, mas preferi, continuar naquela vida em preto e branco, onde o tempo anda devagar, e que o ritmo da jovem guarda faz entender um pouco da personalidade da minha mãe. Algo imcompreensível, é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sento-me ao seu lado. Ela está com aquela camisola dos dias de domingo. Branca, com alguns desenhos em azuis. O cabelo em coque, preso em grampos, e com um sorriso, que mostra a experiência e as suas vivências. Abraço-lhe. Sinto o calor do beijo, e o frio no estômago, da camisola molhada. Ela me mostra o encarte, e cantarolamos juntos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só ando sozinho. E no meu caminho o tempo é cada vez menor. Preciso de ajuda. Por favor me acuda. Eu vivo muito só”. Em nossa solidão, em que cada um vive à sua maneira, eu e ela naquele momento nos tornamos único, uma energia que me acompanha, não pelo simples fato de ser mãe, mas pelo simples de fato dali, naquele espaço e naquela canção, e naqueles dois corações, existir um amor, incondicional em sua essência. “Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo. Eu piso mais fundo. Corrijo num segundo. Não posso parar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não é aquele amor que cobra presença, afagos, ou presentes. É aquele amor verdadeiro, de quem sente que o que quer que aconteça, estaremos ali, um ao lado do outro, cantando uma canção única. Se, por um acaso eu esquecer quem eu sou, ali estará ela, sempre a me lembrar, que sou especial, insubstituível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No mundo lá fora, longe desta sala, e da nossa cantoria de domingo pela manhã, posso ser vários, e me transformar em muitos outros. Mas aqui nesta sala, ao seu lado, cantando, assistindo à tv deitado ao seu colo, ou mesmo nos muitos abraços apertados pelos dias à fora, relembro que posso voltar a ser quem sou. “As curvas se acabam. E na estrada de Santos não vou mais passar. Não vou mais passar”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-588070417083665125?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/588070417083665125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=588070417083665125' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/588070417083665125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/588070417083665125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/05/ao-lado-daquela-cano.html' title='Ao lado daquela canção'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8171424549253219708</id><published>2008-04-05T13:56:00.012-04:00</published><updated>2008-12-12T23:39:59.323-04:00</updated><title type='text'>A força de uma vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R_fLVzWYZ8I/AAAAAAAAAB0/-JzFBeUcaV0/s1600-h/26647.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185837071362189250" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R_fLVzWYZ8I/AAAAAAAAAB0/-JzFBeUcaV0/s200/26647.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No mesmo hospital, em menos de um mês, outro caso de maus-tratos. Está internada uma menina de quatro anos, que pesa apenas sete, sendo que o ideal seriam 16 quilos. A criança foi internada com diárréia e vômitos, e não se alimenta pela via oral, apenas por intermédio de uma sonda. Os pais, alcoólatras, não a alimentavam, e impediam qualquer um de chegar perto. Depois de uma denúncia, quando o conselho tutelar entrou na casa, a menina estava toda suja, e não conseguia mais chorar, apenas grunia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca iriam escutá-la. Os pais saiam e deixavam o som em alto volume. Outro detalhe: A menina nunca mais vai ter condições de andar, e está com o seu desenvolvimento comprometido. E não tem com quem ficar. Que futuro podem ter? Não seria melhor desistir? Não seria mais fácil? Mais do que o próprio exercício diário de sobrevivência, estas crianças já nascem levando "porrada" da vida. Infelizmente aprendem na marra, motivada pela irresponsabilidade, e loucura de quem deveria ter a obrigação, não apenas de cuidar, mas de educar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas crianças podem nos instigar muito mais do que o sentimento de revolta. Elas ensinam o que a maioria das pessoas aprendem, muitas vezes, depois de adulto. Que a realidade não é justa. E que chega em um momento em que se deve aprender a andar sozinho.O fato destas crianças continuarem a respirar ensina que a luta deve ser diária. Se elas, que não possuem condições de se defenderem da loucura do mundo, continuam. Porque deveríamos desistir?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se chega perto do palco, os defeitos ficam mais visíveis. Os predestinados a vencer, muitas vezes, se incomodam diante da vida, sempre acostumados a serem servidos. E pensam, muitas vezes, que o destino o escolheu como o novo predestinado. Assumem assim uma posição de arrogância, e de menosprezo em relação à vida. Tudo, para eles, se torna banal. Mal sabem que existem pessoas, que de tantas dores, sofrem com o mínimo sinal de respiração, e que as batidas do coração se elevam a cada movimento. Apenas a procurar a felicidade onde elas podem alcançar: a própria vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foto: Luís Tito - Agência A Tarde&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8171424549253219708?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8171424549253219708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8171424549253219708' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8171424549253219708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8171424549253219708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/04/fora-de-uma-vida.html' title='A força de uma vida'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R_fLVzWYZ8I/AAAAAAAAAB0/-JzFBeUcaV0/s72-c/26647.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3907380720694608882</id><published>2008-03-31T18:37:00.004-04:00</published><updated>2008-03-31T19:54:03.585-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fantástico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Luiz Gonzaga Mota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='destino'/><title type='text'>Quando encontro o destino</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Estava na biblioteca, e me deparei com um livro chamado Notícias do Fantástico, de Luiz Gonzaga Mota. Antes que pensem que fala do programa dominical da Globo, esqueçam. Na verdade, o pesquisador analisa as notícias que fogem das bases empíricas racionalistas, aquelas sem explicação científica. Ele pretende provar que com as notícias que lidam com o insólito, com o fantástico, os jornalistas deixam perpassar em seu conteúdo uma maior subjetividade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Não é disto que eu quero falar. Estou querendo falar de destino. Enquanto lia o livro, me deparei como um trecho, em que o autor tenta explicar o que é o fantástico. Ele justamente tenta fazer isto, ao dizer que é tudo que sai do cotidiano. Aquilo que não se prevê, mas que &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;em determinado momento pode mudar as nossas vidas. "O ser humano está em submetido à sensibilização cósmica mas, por outro lado, sentimos e conduzimos a nossa existência a partir de um centro próprio". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Esta foi justamente aquele trecho que me deixou intrigado. Fiquei horas pensando. Se existe algo que rege a nossa vida, uma força maior, algo que nos leva como uma nuvem, ou um vento forte, que nos empurra para a frente, qual seriam aqueles momentos que nos fazem mudar radicalmente o sentido das nossas vidas, que possam mudar o nosso destino? Comecei a pensar em algumas situações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Quando eu sai de Barreiras, além de estudar e ter uma oportunidade de conhecer outras cidades, eu queria esquecer um grande amor. Hoje, isto parece uma besteira. Mas quando eu tinha 17 anos, aquela viagem parecia ser a salvação, uma oportunidade de fugir. Mal sabia que aquela decisão mudaria a minha vida. Não sei se morar em Goiânia estava escrito. A vontade de fugir me fez simplesmente parar lá. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Novamente, já estava com aquele mesmo sentimento daquela época. Sabe aquele sentimento de só querer fugir. E quando eu olhava em volta, estava tudo certo. Era algo diferente. De repente, recebo uma proposta para trabalhar em Barreiras, cidade onde nasci, depois de formado. Algo dizia que eu teria que vir. Apesar do calote que eu levei no trabalho (já estou cuidando do caso), consegui arrumar outro emprego. Sinto que era aqui que eu deveria está agora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Apesar das dificuldades, não houve um segundo que pensei diferente. Está aqui era o meu destino, e vou fazer o melhor que eu puder, até que venha o próximo desafio. Sinto-me realizado por estar perto da minha família, dos amigos que venho conquistando, e dos meus trabalhos. Espero que na oportunidade da próxima viagem, esteja preparado, e saiba identificar, quando me ocorrer um acontecimento para mudar o meu destino. E que sempre seja para melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Ps: Queria agradecer a Mary. Também pensei em vcs esta semana. Em toda o apoio que me deram quando precisei, e também ao João Camargo Neto, que aproveitou a ilha de Saint Simon Beach, e à grande companhia da Milva (ehehehhehe). O Eduardo já é de casa. Abraço a todos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3907380720694608882?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3907380720694608882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3907380720694608882' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3907380720694608882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3907380720694608882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/03/quando-encontro-o-destino.html' title='Quando encontro o destino'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1508602575860443518</id><published>2008-03-14T11:07:00.002-04:00</published><updated>2008-03-14T11:22:23.357-04:00</updated><title type='text'>Lost</title><content type='html'>Porque nem sempre tudo dá certo ao mesmo tempo? Sempre tem alguma coisa para angustiar e chatear as nossas humildes vidas. Não sou o tipo de cara que gosto de me preocupar. Porque já sou assim na essência. Quero passar a minha vida sem ter uma gastrite. Para isto faço tudo certinho. Por quê não fazem o mesmo? Quando eu faço um trabalho, gostaria de receber, de preferência em dia. Quando pago uma conta no bendito caixa eletrônica, quero que realmente seja paga. Quando não encho o saco de ninguém, quero que também não encham o meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia ser simples, mas não é bem assim. Sei que apesar de estar em casa, deitado na cama, às vezes penso estar no meio de uma guerra fria. As bombas, numa mínima descontração, podem sair do imaginário subconsciente, e passaram a atacar os meus neurônios. Muitas vezes me sinto sem ação, perdido, e como gosto de pensar antes de agir (prá quê fui ler Descartes na faculdade?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato que me sinto dentro de uma ilha belíssima, como no seriado Lost, mas sempre com a ronda do medo. Inclusive medo de achar a saída. Falando nisto, estou assistindo a série, isto quando não me acordam no meio da noite. Continuo sem entender muitas coisas. Já desisti. Só tô acompanhando mesmo. Quando chegar no fim da série, não vou dizer que já sabia, mas com certeza, vou dizer. "Só isto?". Espere que não me pense, e me preocupe tanto, para dizer isto da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços ao casal 20, Rodrigo e Erika. Parabéns pelos dois anos de namoro. Saudades de ser vela, de ir ao cinema com o casal. Mesmo que me peçam para fazer um texto depois. Risos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1508602575860443518?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1508602575860443518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1508602575860443518' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1508602575860443518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1508602575860443518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/03/lost.html' title='Lost'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-3265850030632633865</id><published>2008-03-08T18:30:00.002-04:00</published><updated>2008-03-08T18:32:11.372-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É um sábado. Não tô a fim de fazer nada. Apenas deitar na cama e pensar na vida. Isto é sintomático, como diz a filosófa e amiga Lucimeire Santos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-3265850030632633865?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/3265850030632633865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=3265850030632633865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3265850030632633865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/3265850030632633865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/03/um-sbado.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7906532527418682086</id><published>2008-03-07T10:56:00.001-04:00</published><updated>2008-03-07T10:57:31.273-04:00</updated><title type='text'>Método do objeto problemático</title><content type='html'>É difícil assumir. Esta semana poderia não existir no calendário. Nada contra o ano bissexto. Apenas a lua em netuno não ajudou definitivamente a minha semana. Já passei por piores. O eclipse deve ter atrapalhado. Esta talvez fosse a diferença. Neste dia, talvez, a escuridão atrapalhou a luz a entrar no meu quarto. Fiquei com vontade de desistir de tudo. Pegar um ônibus, e ir para o lugar mais longínquo. Está bem, se eu pagar as minhas contas mais urgentes, posso talvez chegar a Lençóis, na Chapada Diamantina, ou então mudar-me para o sertão da Piauí, bem no meio dele, onde parece não existir nada, só sequidão e poeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já conheço o bastante da vida para saber que os meus problemas são ridículos. Admita. Não precisa criar uma tempestade num copo d´água. O eclipse parece continuar. Vou utilizar as minhas artimanhas pseudo-filosóficas. Vamos à receita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pegue todo o objeto (no caso o problema), e veja-o em todas as dimensões;&lt;br /&gt;- Tente dividir o problema em partes menores, a depender do seu tamanho. Caso ele não queria se dividir, estude-o mais;&lt;br /&gt;- Depois de dividido, amasse o objeto durante duas horas, e depois deixe-o descansar;&lt;br /&gt;- Neste entremeio, relaxe, tome uma ducha, assista aqueles programas idiotas, tipo Márcia Goldscmith, ou a Regina Volpato, para tentar simplificar o seu objeto. Case não dê certo, ligue a tv na Record à noite, naquele programa religioso, é cada objeto problemático;&lt;br /&gt;- Perceba o objeto de forma simples;&lt;br /&gt;- Pela manhã, acorde, lave o rosto , e escove os dentes, e vá ao problema. Amasse mais um pouco. Unte o objeto e ponha no forno microondas durante meia hora para assar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegou a receita. Fácil não. Seria fácil, se fosse tudo resolvido desta maneira. Vou escutar umas músicas da Legião Urbana, ou então do Paralamas do Sucesso, para tentar animar o meu espírito. Desta forma, quem sabe, não saia logo na porrada com o pseudo-objeto filosófico, e acerte definitivamente os problemas com ele. Vale rolar no chão, enforcamento, chute nos peito, e umas voadoras na cabeça. Chega de lidar com os problemas de maneira intelectual. Tem objeto, que só mesmo, voltando aos tempos do cangaço. Precisa ser na base da pecheira, e resolver o problema no dente. Na base do bater... ou correr... Ou os dois ao mesmo tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7906532527418682086?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7906532527418682086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7906532527418682086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7906532527418682086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7906532527418682086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/03/mtodo-do-objeto-problemtico.html' title='Método do objeto problemático'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1605328547772306352</id><published>2008-03-02T16:20:00.010-04:00</published><updated>2008-12-12T23:39:59.638-04:00</updated><title type='text'>"Arrebatado" por Alicia Keys</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R8sdVDlUcmI/AAAAAAAAABc/pcv6hvlXUbE/s1600-h/ALICIA_KEYS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173260844541440610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R8sdVDlUcmI/AAAAAAAAABc/pcv6hvlXUbE/s400/ALICIA_KEYS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já assisti a duas temporadas de OC- Um estranho no Paraíso e mais duas de Lost. Quando, no auge da empolgação, tinha agendado para comprar a 1ª temporada de House, a vontade de ir na locadora passou, e de assistir aos seriados de forma compulsiva também. Agora acompanho apenas as temporadas das séries na tv aberta. Uma droga. Admito!! Nunca sei se estão encurtando as edições. Ou quando as edições se resvalam no meu sono, no caso de lost, ou quando estou com sede, e fico mais tempo na cozinha no caso das outras séries.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Agora o meu vício de momento é ouvir discografias inteiras de cantores, ou baixar cd´s e ouvi-los inteiro. Já foi Back to Black, da Amy Winehouse (ganhadora do grammy este ano. Realmente ótimo. Destaques para a badalada "Rehab", "Me and Mrs. Jones", "You know I´m not good" e "Just friends"), Cídia e Dan (aquele casal do Fama, que trouxe uma deliciosa coletânea de duetos, de consagradas músicas, como "Back at one", "Ain´t no mountain high enough", "you´ve got I friend", "the time of my life", e uma inédita tão ótima quanto os clássicos "love obeyed") e as trilhas sonoras de Moulin Rouge e Um lugar chamado nothing hill. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nestas imersões musicais descobri tardiamente a cantora Alicia Keys. Puxa!!! Tô apaixonado. Fã de verdade. Até entrei em lista de discussões. Ela já ganhou 11 grammys, sendo que dois foram este ano pela canção "No One", do atual CD "As I am". &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na apresentação do Grammy deste ano, Alicia interpretou em dueto virtual com Frank Sinatra, a canção "Learning the blues", e depois voltou aos palcos para apresentação de "No One", com a participação de Jonh Mayer. &lt;/span&gt;Um pouco mais pop do que os antigos cds, mas com a mesma alma de cantora que sabe o que quer. Todo o cd com ótimas canções, que ao som do seu piano, eleva a alma. As letras parecem sussuros que entram aos poucos. Quando se vê, já foi arrebatado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Depois de "No One", está tocando nas rádios "Like you never see me again". O clipe já pode ser conferido no you tube &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L-WZG-y2e9k"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=L-WZG-y2e9k&lt;/a&gt;. Segundo uma lista de discussões, a próxima pode ser "Wreeckless love" ou "Lesson Learned", com participação do Jonh Mayer". A minha preferida, música e letra, por enquanto é "Tell you something". Alicia canta e toca com a alma. Vê-la tocando e cantando músicas como "If I Ain´t got you" &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=rwfSK9Ru5iM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=rwfSK9Ru5iM&lt;/a&gt; (apresentação perfeita no Grammy 2005), "Falling" ou "Diary", "Wild Horses" (com Adam Levine) é assistir um artista compondo arte na indústria fonográfica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Às vezes, parece que toca para quem está do lado, sem o mínimo esforço. Ela dedilha aquele piano, como se estivesse na sala de estar, tocando para os amigos. Fazia tempo que não sentia isto ouvindo música. As letras parecem saídas das ruas, das angústias sentimentais e amorosas, e que penetram o espírito pelo dedilhar do piano. Que venham mais surpresas nas incursões musicais. Aceito sugestões e dicas dos amigos. Pode ser para a próxima incursão musical. Esta semana já devo voltas às locadoras, não para as séries, agora para reprisar filmes antigos. Espero ser novamente arrebatado, como fui diversas vezes nesta última incursão musical.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1605328547772306352?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1605328547772306352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1605328547772306352' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1605328547772306352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1605328547772306352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/03/arrebatado-por-alicia-keys.html' title='&quot;Arrebatado&quot; por Alicia Keys'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/R8sdVDlUcmI/AAAAAAAAABc/pcv6hvlXUbE/s72-c/ALICIA_KEYS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-384636664532625812</id><published>2008-01-13T10:14:00.000-04:00</published><updated>2008-01-13T10:15:20.416-04:00</updated><title type='text'>Primeiras mudanças</title><content type='html'>Depois de muitos pedidos, veio escrever neste humilde blog. Primeiro queria agradecer à Erika e ao Eduardo os pontos de audiência. Muito obrigado. Este é praticamente o primeiro post de 2008. Todos já sabem os planos. Só que eu preciso concretizá-los. Já entrei na academia. Hoje foi o primeiro dia. Depois de um fim de semana fatigado, com dores por todo corpo, inclusive uma dor de estomago, pareço me acostumar a pegar peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora não tem mais como fugir, preciso me acostumar a Barreiras. É fato. O bom sinal é que reclamo menos do calor. Geralmente para puxar papo com os estranhos. Outro bom sinal. Já ando praguejando a política local. Tudo porque se aproximando das eleições, as únicas possibilidades são o atual prefeito, Saulo Pedrosa, e o antigo, Antônio Henrique, que nos últimos oito anos, saquearam a cidade. Apesar do visível crescimento econômico dos últimos anos, com a expansão das faculdades, e da estrutura do comércio, a infra-estrutura da cidade anda uma porcaria por causa destes prefeitos que nada fizeram. Já disse ao meu pai (só para chateá-lo) que vou continuar a votar em Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, ainda não me adaptei à cidade. Já percebi que preciso fazer isto urgente, senão vou morrer de tédio. Não tem shopping, cinema, e principalmente os amigos para me tirarem de casa.  Pensei que seria mais fácil. O que não tem remédio, remediado está. Então resta encontrar pessoas tão legais quanto, mas aqui em Barreiras. No mais, já comecei a minha academia, e quero andar à noite na avenida com a minha mãe. Pena que vou perder boa parte da novela das oito "Duas Caras". A finalidade é perder a pequena barriga, e diminuir um pouco a magreza (contraditório, mas é isso mesmo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ver se também consigo juntar uma grana, já que moro com os pais, e as tentações de cidade grande não existem. Talvez daqui dois anos me mudar para a África do Sul, ou então para a Venezuela. Além da academia a distração são os episódios de uma série de tv norte-americana, OC – um estranho no Paraíso. Estou no fim da primeira temporada, e pretendo assistir o restante. Na lista futura ainda estão a 1ª temporada de Lost, House e Herous. Estou na fase das séries de tv. Os DVD´s cinematográficos já passaram. Os livros também, depois que terminei com algum sacrifício Memorial de Aires do Machado de Assis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi depois do ano novo que o melhor é seguir em frente. Nada vai voltar como antigamente. E que agora, por escolha minha, a minha vida é por enquanto aqui, ao lado da minha família. Nada vai mudar isto. E quanto mais cedo perceber isto, melhor. Posso não estar inteiramente feliz. Sinto saudades dos amigos, dos ares de Goiânia, dos eventos, da independência. Nada que o tempo não cure...  como já curou perdas mais difíceis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-384636664532625812?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/384636664532625812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=384636664532625812' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/384636664532625812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/384636664532625812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/01/primeiras-mudanas.html' title='Primeiras mudanças'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-2938535869478472246</id><published>2008-01-04T17:32:00.000-04:00</published><updated>2008-01-04T17:42:23.089-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='angústia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pôr do sol'/><title type='text'>A espera pelo outro dia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Sem nenhuma razão específica, há momentos em que a solidão brota. Parece espreitar a alma, como as sombras que percorrem os vãos das casas, das florestas, dos postes na rua. Num mínimo momento de desatenção, lá vem ela, rápida, sorrateira, a lembrar que tudo aquilo que passou era ilusão. A avisar que a partir daquele instante, apenas a realidade nua e crua fará parte da sua rotina. A mostrar que a vida segue o seu rumo, e mesmo que a vontade de mudar seja grande, a força da solidão pretende tornar a vida imutável, como um motor perpétuo, sem previsão de acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitado na cama, jogado como uma toalha, como daqueles boxeadores que perdem a batalha, penso vagamente em tudo o que passou. Desisto. Abro os olhos. Tento mexer a cabeça. Não consigo. Lá se vai mais meia hora a perdida a pensar no que se foi, ou mesmo no desconhecido. Pergunto, pra quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendo nada da vida, e Deus me livre entender. Tudo tão complexo e amarrado. Quanto mais se tenta, mais se perde, entre as constatações de filosofias superadas a cada minuto. Ao invés da cama, a saída parece estar no sofá. A televisão, no automático, se movimenta a jogar uma parafernália de imagens, enquanto o som boceja palavras sem nexo. Queria estar longe, mas aqui estou eu, sem coragem para fugir. Do que adiantaria, se o problema maior está aqui, entrecortado entre a minha razão e o meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pôr do sol -&lt;/strong&gt; No final da tarde, a luz estranhamente entra com uma intensidade, a tentar responder as angústias. Já era tempo. Os raios descem devagar. As nuvens ajudam a esconder a tornar o céu alaranjado, mesclado com o azul do infinito. A busca de alguma resposta, para a insensatez de viver, ou da burrice de tentar entender a vida. E mais um dia se passa, sem que a resposta venha. Resta apenas tentar enxergar. Da sacada do prédio de três andares, fico a deslumbrar o espetáculo, até arder os olhos, como a perguntar. “Como pode este espetáculo acontecer?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provisão divina. Força da natureza. Invenção humana. Loucura etérea. Os significados para aquele momento interferem diretamente na alma, a esconder a luz, a alarmar o início do recolhimento, e da solitude. Uma angústia ressoa no ar, ao balançar das folhas das árvores, dos fios elétricos e telefônicos, e principalmente, no assobiar desesperado das aves, que ao perceberem o cruel destino, se juntam e fogem, do inevitável. Debruçado desta vez sobre o parapeito da varanda, a observar os efeitos melancólicos do pôr do sol, resta apenas abaixar a cabeça. Sem asas para voar, fios para contorcer, e galhas enormes, para mostrar resignação. Somente resta, sem saída, esperar o outro dia.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-2938535869478472246?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/2938535869478472246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=2938535869478472246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2938535869478472246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2938535869478472246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2008/01/espera-do-outro-dia.html' title='A espera pelo outro dia'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-8181456997594365724</id><published>2007-12-06T19:06:00.000-04:00</published><updated>2007-12-06T19:35:33.776-04:00</updated><title type='text'>Curtas do blog - Quanta mudança</title><content type='html'>E quem disse que mudar é ruim? A verdade é que depois que me mudei, quase não parei em Barreiras. Para quê parar, não é? Ainda estou me adaptando. Se bem que este mês de dezembro será um mês estranho. É aquele clima de natal, misturado com fim do ano, e no final das contas, todo o mundo enrola e joga tudo para o próximo ano. Vou fazer isto também. Vou deixar para me acostumar em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter crescido em Barreiras, e vivido aqui por longos 17 anos, a verdade é que não conheço mais nada. Tirando os buracos e o calor que aumentaram. Não reconheço mais ninguém na rua. Não sei onde fica mais nada. E também não tenho vontade de fazer nada. Só tô a fim mesmo de trabalhar. eeheeeeheheheheh. Quem vê pensa. Mas é verdade galera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair de Barreiras, fui para Goiânia para ir direto em São Paulo. Com a minha mochila vermelha nas costas, sai de Congonhas e fui para a referência: "Como faço para ir para a paulista?" De lá, fui de metrô ate o hostell, na São João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu gostaria de um quarto?&lt;br /&gt;- Tá R$ 68, senhor.&lt;br /&gt;- Isto tudo? Pensei que fosse mais barato (respondendo à atendente, pensando em uma alternativa viável).&lt;br /&gt;- o sr. tem carteirinha de alberguista?&lt;br /&gt;- Não tenho.&lt;br /&gt;- Tem os quartos coletivos, sr.&lt;br /&gt;- Quanto está? R$ 36.&lt;br /&gt;- Como é que é?&lt;br /&gt;- Normal. são quatro camas. Só que entra e sai os hospedes que vão acompanhar no quarto (não perguntei se teria perigo. Achei que ela fosse me achar muito do interior)&lt;br /&gt;- Me dá este então ( e pensando "Seja o que Deus quiser)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois no msn com o Eduardo Sartorato&lt;br /&gt;- Mas você não perde a sua privacidade?&lt;br /&gt;- Pois é Eduardo. Nesta hora eu percebi que com privacidade é mais caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final precisei usar o meu inglês para conversar com os colegas de quarto, Tom (inglês de Lonfres) e Graham (Irlanda). Uma comédia o meu inglês. Eu não entenderia. mas eles fizeram um esforço. Foram bastante compreensivos. Eu também. Saímos no sábado. Fomos com o Fellipe e com a Lorena em uma danceteria na Vila Madalena. Perfeito!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo pela manhã, fui de cara fechada para o café da manhã. Tava com uma dor de estomago e uma ressaca. Não comi pão. Fiquei na gelatina, goiabada, e leite com toddy. Aproveitei a minha cara fechada para não falar com seu ninguém. Também perdi o show da Diana Krall e o meu voo. Isto é uma outra história. Não aguentava mais falar inglês. No máximo um hello.. good morning. Segundos depois precisei me despedir em inglês. Ótima experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planos para restante de 2007:&lt;br /&gt;- entrar na academia;&lt;br /&gt;- tirar carteira de motorista;&lt;br /&gt;- voltar à minha leitura de livros;&lt;br /&gt;- assistir muito DVD;&lt;br /&gt;- passar o natal e o ano-novo com a família;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-8181456997594365724?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/8181456997594365724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=8181456997594365724' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8181456997594365724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/8181456997594365724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/12/curtas-do-blog-quanta-mudana.html' title='Curtas do blog - Quanta mudança'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-2802683689807571716</id><published>2007-12-03T17:38:00.000-04:00</published><updated>2007-12-03T17:39:52.033-04:00</updated><title type='text'>Sou o que sou</title><content type='html'>Isto é muito comum. Em algum momento, de repente, vem aquela pergunta. Passam dois segundos, não aparece nenhuma resposta; nem clara, muito menos concisa. Lembro bem, enquanto tirava a roupa da máquina, na apertada área de serviço, apareceu novamente o questionamento. Quais as atitudes e comportamentos que a gente precisa ter, dependendo do local e das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que isto possa ser comparado a uma espécie de etiqueta ou moral. Ou outra coisa que valha. Certos arquétipos, ou modelos, que devem ser seguidos. Tudo como as pessoas acreditam que devem fazer para se sentirem aceitas, seja no trabalho, em uma festa, no shopping, pelos amigos, colegas de trabalho e, até mesmo, desconhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, gostaria de ser considerado competente. Só que não basta ser. Muitas vezes é preciso parecer. Talvez se eu fosse com uma calça de brim, cinto preto, combinando com o sapato, camisa social, e com os cabelos bem cortados. E claro, não fazer piadinhas no trabalho, conversar o mínimo possível, e ter postura sempre ereta. Quando alguém fizer uma piada, rir apenas no canto da boca, consentindo a brincadeira, mas que de pronto informa. “Esta não é a hora correta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, em uma mesa de bar, fazer as pessoas sentirem próximas, e bem por estarem perto. As roupas podem ser aquela calça jeans rasgada no joelho, camiseta velha, tênis e aqueles cabelos, que de longe, parecem fugir dos cabeleireiros. Não importa. Ali, as atenções estão voltadas para que as pessoas se sintam bem. Muitos sorrisos, as cabeças se mexem, as brincadeiras parecem, à cada momento, mostrar atenção por estarem ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível ser dois ao mesmo tempo. Acho que já fiz a minha escolha, anteriormente, ao persistir em não usar óculos, gostar de música baiana, fazer brincadeiras indiscretas, ou tentar sorrir nos mais variados momentos. Em qual momento fiz esta escolha?  Não sei. Talvez eu ainda mude, aprenda outras coisas, mas prefiro continuar a andar sem saber estes pormenores na psiquê nada fácil de ser entendida. Paciência então. Continuo a estender as roupas. E quer saber? Depois eu penso nisto. Prefiro olhar a sacada os prédios, e a luz deste sábado de manhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-2802683689807571716?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/2802683689807571716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=2802683689807571716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2802683689807571716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2802683689807571716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/12/sou-o-que-sou.html' title='Sou o que sou'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1776876697911881956</id><published>2007-12-03T17:29:00.000-04:00</published><updated>2007-12-03T17:30:27.635-04:00</updated><title type='text'>Redescobri</title><content type='html'>Cobri minha vida de surpresa&lt;br /&gt;Cobri quem está ao meu lado de companheirismo&lt;br /&gt;Cobri a alma de insatisfação e angústia&lt;br /&gt;Cobri as tristezas com o esquecimento&lt;br /&gt;Cobri tudo que não queria ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri, ou melhor, redescobri neste último mês que é bom mudar &lt;br /&gt;Descobri que às vezes é importante deixar tudo de lado para priorizar a vida&lt;br /&gt;Descobri que devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance. Se o destino não ajuda, não há o que fazer, senão aceitar&lt;br /&gt;Descobri que sou mais do que dizem&lt;br /&gt;Descobri que sou melhor do que penso ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Re) descobri que saudade dói muito &lt;br /&gt;(Re) descobri o quanto é bom estar em casa&lt;br /&gt;(Re) descobri o quanto é bom se preocuparem com você &lt;br /&gt;(Re) descobri o quanto faz bem se sentir amado&lt;br /&gt;(Re) descobri o quanto faz bem amar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1776876697911881956?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1776876697911881956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1776876697911881956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1776876697911881956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1776876697911881956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/12/redescobri.html' title='Redescobri'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1100189743174243876</id><published>2007-11-06T15:26:00.000-04:00</published><updated>2007-11-06T15:32:29.834-04:00</updated><title type='text'>O início da continuação</title><content type='html'>&lt;div style="styleDocument: [object]" align="justify"&gt;&lt;span style="styleDocument: [object];font-family:arial;" &gt;A imagem, aos poucos, começa a congelar no tempo e no espaço. Lembrar daqueles tempos não me faz nada feliz. Sei disto. Preferi esquecê-los ou deixar guardados. Bem longe, em uma espécie de gaveta de esquecimento da memória. Pensando melhor. Aqueles tempos deixaram-me mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria mais uma pequena colisão que me derrubaria. Deveria ser uma trombada. Aprendi em todo este tempo a não perder tempo, principalmente com aqueles que nada podem oferecer. Talvez este o motivo da reclusão. Ao mesmo tempo uma desculpa para sempre que possível estar rodeado dos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como encarar tudo novamente então? Aqueles tempos se foram. Não existem mais. Aquilo ficou na memória. Na época, nem me preocupei em olhar tudo pela última vez. Só fui embora. Sem olhar para trás, e de uma forma sádica, com um sorriso no rosto. Não havia necessidade de lembrar de nada. O tempo e o espaço, e principalmente, eu, foram se transformando. Aqui estou eu, novamente, pronto encarar aquilo tudo novamente. Talvez o maior de todos os desafios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta nova mudança, tento olhar tudo pela última vez. O agito das ruas, o sabor de um fast-food, os olhares amigos, a expressão indiferente, gostaria de prender tudo ao mesmo tempo na memória. Algo me diz isto ser desnecessário, tanto que o espírito parece querer desobedecer a mente. Mesmo com o desejo, nada fica gravado como se fosse a última vez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que significa voltar? Não acredito que seja uma volta. Infelizmente ainda não estou preparado para encarar assim. Será uma continuação da minha vida. O início de uma continuação. Se assim posso dizer. Sem as responsabilidades de encarar o passado.  Quero viver da forma como eu sempre vivi. Nem intensamente, nem apaticamente. Só de um jeito diferente. Apenas do meu jeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1100189743174243876?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1100189743174243876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1100189743174243876' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1100189743174243876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1100189743174243876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/11/o-incio-da-continuao.html' title='O início da continuação'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7282399967793692433</id><published>2007-10-08T23:36:00.000-04:00</published><updated>2007-10-08T23:54:41.730-04:00</updated><title type='text'>Machado blogueiro?!</title><content type='html'>&lt;div style="styleDocument: [object]" align="justify"&gt;&lt;span style="styleDocument: [object];font-family:arial;" &gt;&lt;strong style="styleDocument: [object]"&gt;"13 de julho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sete dias sem uma nota, um fato, uma reflexão; posso dizer oito dias, porque também hoje não tenho que apontar aqui. Escrevo isto só para não perder longamente o costume. Não é um mau este costume de escrever o que se pensa e o que se vê, e dizer isso mesmo quando não se vê nem pensa nada".&lt;br /&gt;(Machado de Assis, no trecho do livro Memorial de Aires)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="styleDocument: [object]" align="justify"&gt;&lt;span style="styleDocument: [object];font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Um dos últimos romances de Machado de Assis, publicado em 1908, Memorial de Aires demonstra que o autor já vislumbrava a linguagem autobiográfica dos blogs, inclusive com as reflexões metalingüísticas acerca das técnicas de escrevinhar. Sempre à frente do seu tempo, Machado escreve em forma de diário de bordo, como qualquer um de nós, que se empolga, cansa, viaja, descreve, reflete, inspira, ou mesmo, como no trecho acima, fica dias sem inspiração, e escreve apenas para preencher o papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao narrar a vida da família Aguiar, e principalmente de Fidélia, Conselheiro Aires também descrevia a sua vida, e as suas muitas reminiscências quando voltou a morar no Rio de Janeiro, depois de longa jornada como diplomata em Portugal. Ao mesmo tempo, Machado (ou o próprio Conselheiro) criticava a sociedade da época, sempre com a sua fina ironia. Machado, por meio do Conselheiro Aires, pode ser considerado o mestre dos blogueiros, por quê não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trilha: Memorial de Aires, de Machado de Assis (1908)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7282399967793692433?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7282399967793692433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7282399967793692433' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7282399967793692433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7282399967793692433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/10/machado-blogueiro.html' title='Machado blogueiro?!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4342491920743309274</id><published>2007-10-03T14:07:00.000-04:00</published><updated>2007-10-03T14:12:19.465-04:00</updated><title type='text'>Template novo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Devido à problemas técnicos, houve uma mudança do template. Quando for sanado o problema, volto com o visual antigo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Com a mudança, o humor do dono, que passa por uma pequena gripe, também mudou. E nos próximos dias, terá uma nova postagem, de um texto novinho em folha. Por enquanto fica somente a mensagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;"A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena"... Chavez, não do Hugo, mas do seriado mexicano. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Abraço a todos&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4342491920743309274?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4342491920743309274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4342491920743309274' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4342491920743309274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4342491920743309274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/10/template-novo.html' title='Template novo'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5220687618819617399</id><published>2007-08-29T12:57:00.000-04:00</published><updated>2007-08-29T12:58:59.782-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Alguém poderia me emprestar um cigarro?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5220687618819617399?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5220687618819617399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5220687618819617399' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5220687618819617399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5220687618819617399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/08/algum-poderia-me-emprestar-um-cigarro.html' title=''/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7669823038713290177</id><published>2007-08-27T16:56:00.000-04:00</published><updated>2007-08-27T17:00:04.754-04:00</updated><title type='text'>Escreva sem pensar... muito...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já decidi não postar os comentários do tipo: “Até que enfim postou, né?” ou então “Atualiza... Atualiza...”. Blog é algo autoral. A gente posta na hora que dá vontade. Lembro que até escrevi um texto sobre o porquê de postar, intitulado “Reflexões de um sonolento”, que começava assim: “Amanhã eu preciso tirar este post horrível que está embaixo. Não que tenha ficado tão medonho e horrendo assim,mas porque não agüento mais vê-lo. Só é um incômodo. Mas então, o que escrever? Vamos pensar!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando este blog foi criado, há exatamente no dia 08 de agosto, a idéia era montar algumas pequenas narrativas, de curtas viagens. Eram nas trilhas, naqueles trechos que enriquecem a alma e o coração, que eu gostaria de dividir com quem lesse o “Andarilho”. Poderia ser São Paulo, Brasília, Barreiras. Eu queria entrar em contato com um alguém, há muito tempo distante. Este era eu, perdido nos caminhos da Facomb [Faculdade de Comunicação e Bibliotecnomia da UFG], sem eira, nem beira, e o pior de tudo, sem saber que estava nesta condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui ligado a crises existenciais. Confesso que sempre curava, e ainda curo, as minhas angústias de outras formas. Ou eu ia ao cinema, ia dormir, conversava potoca com os meus amigos. Talvez eu tentava jogava os problemas (os poucos que eu tenho, e tinha...) para debaixo do tapete. Podia ser. Mas também poderia ser uma forma de lidar com as angústias, que em suma todo o mundo tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de nunca contar algo diretamente sobre a minha vida, possuir um blog é sim, um ato de exposição. Escrever, por si só, é uma tentativa de libertar os preconceitos, as visões, angústias, problemas, ilusões, felicidade, seja lá o que for que estiver sentindo no momento. Então poderia apenas escrever e deixar lá no HD do computador, como às vezes sempre fiz, e ainda faço. Publicar. Tornar público as versões e os pedaços da vida serve como o reconhecimento, muitas vezes sagrado, da chamada alteridade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Ao reler o meu texto no blog, sei que deixo uma parte de mim, uma contribuição, para que eu possa me entender. E talvez, possa ajudar as pessoas a se olharem da mesma forma, com uma certa compaixão pelo outro, já que é através dele, que a gente se reconhece. Acho que copiei isto de alguma aula de cinema... Ficou confuso? Em suma, o blog me ajuda a organizar as idéias, me força a agir e me impulsiona a olhar de forma mais crítica o mundo e a mim mesmo. Este é o meu espaço. E confesso. Não tenho pensado muito sobre no que escrever. Só o que vem na mente na hora que tem que ser. O resto,como dizem por aí, é resto. Então,hoje é só sentar e escrever sem pensar... muito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7669823038713290177?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7669823038713290177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7669823038713290177' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7669823038713290177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7669823038713290177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/08/escreva-sem-pensar-muito.html' title='Escreva sem pensar... muito...'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5891381493582716451</id><published>2007-08-22T15:22:00.000-04:00</published><updated>2007-08-22T15:46:13.113-04:00</updated><title type='text'>Curtas do blog</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hoje acordei por volta das 9hs. Não tinha mais sono. A vontade era de dormir mais um pouco. Depois de 30 minutos, alguns pensamentos, nem um cochilo. Melhor levantar. Como estou sem livros novos, vamos aos velhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meta do mês... Deixar de assistir aos seriados do SBT. E aos poucos, migrando para a Record. Ao menos na emissora do Edir Macedo, vou poder assistir, sem surpresas de mudanças de horários. Entre as melhores estão: Dr. House e CSI:Miami&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipando as perguntas.Não vou assinar TV à cabo. Sei que vou continuar a assistir às mesmas coisas que são transmitidas na TV aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei de ler a monografia da minha amiga Érika sobre as obras do Ruy Castro: Carmem e Chega de Saudade. Muito bem redigida, a monografia explica como o autor ajuda na formação de uma identidade cultural nacional. Ponto para Érika, ao explicar como as técnicas jornalísticas somadas a uma narrativa literária foram utilizadas pelo autor para que de forma consciente, ou não, pudesse entremear na opinião pública a sua visão de uma identidade cultural brasileira. Excelente o trecho em que descreve a voz autoral da obra de Ruy Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem à noite, pude rever alguns conhecidos na coletiva do senador Aloísio Mercadante. Tentei assistir a sua palestra, intitulada “A política econômica do governo Lula (2003/2006)”, organizado pelo Conselho Regional de Economia (Corecon) em homenagem à Semana do Economista. Sai de lá convencido que o governo Lula é o melhor de todos os tempos. Depois da coletiva, deveria ir embora, para assistir a novela das oito. Já faz um tempo que eu não assisto. Tudo é ficção, mas a novela é mais divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu o resultado da prova do Estadão. Não se dignaram nem a publicar o resultado na internet. Agora é encarar a dura realidade. Para morar em São Paulo, já planejo trabalhar de empacotador de supermercado, vendedor de bilhete de metrô ou atendedor de telemarketing. Com a possibilidade do adicional noturno, posso ganhar mais do que eu ganho como jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana que vem a família chega aí, para curtir a formatura de enfermagem da minha irmã Camila. A super-lotação também se dá, porque a minha prima Gisely, que mora comigo, vai formar em Direito. Então, que venham as festividades.... Os vizinhos que se cuidem...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5891381493582716451?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5891381493582716451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5891381493582716451' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5891381493582716451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5891381493582716451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/08/curtas-do-blog-quase-um-dirio.html' title='Curtas do blog'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-5928573275372958277</id><published>2007-08-20T16:03:00.000-04:00</published><updated>2007-08-20T16:07:52.439-04:00</updated><title type='text'>Abaixo a pseudo democracia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- O que você tá fazendo na rua, menino? Criança tem que tá na escola, e não na rua, procurando coisa errada pra fazer. Cadê seu pai?&lt;br /&gt;- Me deixa em paz, tio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cerca de cinco minutos, o diálogo, ou quer dizer, o monólogo era acompanhado por quem estava no ônibus naquele momento. Era por volta das 14hs de uma quinta. O calor e a falta de umidade faziam daquele ônibus um suplício. Se fosse algum vendedor de banana, água, ou bala, continuaria nos meus pensamentos. Em pé, sentado no ferro de sustentação, próximo à entrada, o homem não parava de falar. Estava em pé, a segurar minha mochila verde, sem nenhum tipo de movimentação, só aquela impulsionada pelo ônibus. Mantive a mesma posição, sem nem mesmo olhar a cena. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;O que aquele senhor dizia não era apenas um soco no estômago daquele menino. Aquilo começou a me incomodar. Ele estava em pé, à porta. Não tinha mais de dez anos. Era magrinho, camisa grande e de bermuda simples. Esta é a única descrição que posso dar. Esta foi a minha única olhada na cena, que continuava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou te levar na delegacia de menores quando a gente sair. Você não tem vergonha de com esta idade, tá na rua, vagabundeando. Tem que estudar... prá ser alguém na vida. Ou você quer ser vagabundo...&lt;br /&gt;- Ai meu deus. Me deixa em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em coro com o garoto, a minha vontade era de falar. “Deixa ele em paz. O mundo é democrático. As pessoas fazem o que elas quiserem e cala esta boca, que o sr. está incomodando”. Não o fiz, certamente. Apenas esperei que tudo se acabasse. Quando entrei no ônibus, aquele senhor já estava lá, encostado na parede oposta à entrada do ônibus. Como ele ia sair, no ponto da Avenida Goiás, no centro de Goiânia, o homem havia mudado para o lado do garoto, perto da porta, só que sentado no ferro de sustentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor, com rosto de formato quadrado, já enrugado, cabelos curtos e já falhos, sugeria uma personalidade austera. Sempre com aquela cara de sério e compenetrado em alguma coisa. Não pensei, no entanto, que pudesse demonstrar esta característica de forma tão veemente. Eles saíram, e continuaram discutindo lá fora, enquanto o menino fugia. E de repente, em poucos minutos, refletia sobre a cena e o meu pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não será que o mundo está deste jeito, por causa desta pseudo-democracia, em que ninguém pode mais se meter na vida de ninguém. As pessoas se desrespeitam, batem umas nas outras, quebram as regras, roubam, furam fila, e o que as pessoas falam? Exatamente nada”. Tudo isto, muitas vezes, acontece ao nosso lado, e com a desculpa de que todos fazem o que lhe aprouverem, começamos a achar “tudo” natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que mudança radical de pensamento, não é. Às vezes somos levados ao imediatismo das ações. De uma forma individualista, não queremos ser incomodados. Afinal, isto não é problema da gente, não é mesmo? Só que a minha vontade, cada vez maior, por exemplo, é começar a encher o saco daqueles que jogam lixo pelas janelas dos carros e ônibus, como estivessem na própria casa. Depois quando os carros ficam parados no meio das enchetes, ficam reclamando do poder público. Acho que nós, brasileiros, precisamos ser mais chatos, metódicos, sistemáticos, e intrometidos. Nem que incomode, assim como me senti incomodado naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-5928573275372958277?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/5928573275372958277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=5928573275372958277' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5928573275372958277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/5928573275372958277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/08/abaixo-pseudo-democracia.html' title='Abaixo a pseudo democracia'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-156273193788795084</id><published>2007-08-14T14:33:00.001-04:00</published><updated>2007-08-14T14:46:25.529-04:00</updated><title type='text'>A hora certa de partir</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que sensação é esta que surge? Brota aos poucos, de forma sistemática, sem nem avisar. Como já estou esperto com esta vontade de mudar tudo, analiso racionalmente as primeiras conseqüências, e em uma audácia que toma conta dos mortais, também passo a analisar num futuro distante. Apesar dos pensamentos, não há como saber como uma mudança, seja ela simples ou radical, possa alterar, para o bem ou para o mal, os rumos da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estas indagações não vão me fazer andar, ou seja, apenas angustiam ainda mais o cotidiano coberto de certezas, torna-se preferível pensar em razões práticas. A verdade, para mim absoluta, é que nada me prende. Posso mudar para São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Londres ou Nova Iorque. E não sentiria nenhuma diferença perceptível. Continuaria andando em transportes públicos lotados, dormindo as minhas oito horas (ou até mais) tranqüilamente, trabalharia para sobreviver, leria os mesmos livros, sentiria as mesmas saudades, principalmente daquilo que não volta mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ainda estou fazendo aqui? Esperando a melhor hora de partir, preparando-me para a próxima viagem. E sem pensar muito no que deixei para trás. Até porque, a sensação é que nada do que passou me pertenceu um dia. Passou como aquele pássaro que voa em direção ao sol que se põe. Ou então como aquela cena em que tento, em vão, gravar na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da sacada do prédio, vejo alguém andando apressado, passos firmes, que apenas disfarçam a insegurança daquela nova viagem. Mochilas nas costas, o rapaz dobra a esquina, dá uma olhada para trás, como quem quisesse se despedir. Como não há muito tempo, ele olha para a frente, na direção que precisa seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este sou eu, novamente, olhando o “eu” que precisa fugir. Minutos antes, debruçava-me no parapeito da sacada, querendo lembrar de tudo desesperadamente, como em um filme, que avalia em um curto espaço de tempo, toda uma vida. Já dentro do ônibus, de volta para casa, esqueço tudo rapidamente. E tudo o que vem adiante é uma estrada limpa, pronta para ser percorrida, sem nenhum tipo de mágoa ou desilusão. Pronto para a próxima parada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livremente inspirado em uma crônica de Rubem Braga, incluída no livro “Ai de ti Copacabana”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-156273193788795084?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/156273193788795084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=156273193788795084' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/156273193788795084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/156273193788795084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/08/hora-certa-de-partir.html' title='A hora certa de partir'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-6641920100292897902</id><published>2007-07-24T14:47:00.000-04:00</published><updated>2007-07-24T14:49:31.527-04:00</updated><title type='text'>Top do Eixão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sair de casa, ir ao terminal da praça da Bíblia (agora mais perto de casa), pagar os R$ 0,50, e disputar uma vaga entre os humanos para entrar nos bi-articulado do eixo Anhanguera, parece realmente uma batalha. Uma rotina, que a partir do último mês, passou a ter uma trilha sonora. Sem cantor ou banda, música ou propaganda pré-definida, escutar rádio parece mais adequado aos balanços do eixão. “Paga.. pa...pa...paga o IPTU. Tá muito caro prefeito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para agüentar o transporte público em Goiânia, que beira a uma tragédia sem fim, só mesmo com um fone de ouvido. Depois do pen-drive quebrado, o disk man voltou à ativa. Como ele fica jogado dentro da bolsa, praticamente lacrado, preciso ter sorte para passar uma música que realmente eu curta. Um rock parece mais adequado ao movimento. “What I´ve done. I´ll face myself. To cross out”. Quando passa uma balada romântica, o jeito é olhar para fora. A sensação é a mesma de quando a gente está em um elevador lotado sem conhecer ninguém. “When you-re gone. The pieces of my heart are missing you”. O jeito é continuar a ouvir. Mas só com um fone. Assim como acontece com os intermináveis e gritantes comerciais de rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, andar no ônibus ouvindo música parece um clipe de música, mal feito, daqueles clipes da MTV, quando os cantores começam a carreira. Improvisados, daqueles que as pessoas passam na frente da câmera, sendo que alguns olham, e outros até, dão uma risada bem grande, e termina tudo com uma pessoa de braços abertos para o sol. Acho que aquela nova do skank cairia bem neste estilo de clip. “Uma canção é para acender o sol, no coração da pessoa. Para fazer brilhar como um farol. O som depois que ressoa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ouvisse rádio Terra FM, acho que teria esta mesma sensação. A qualidade do clipe, no entanto, seria pior. Em outros momentos, deixo de prestar atenção nas pessoas e na profusão de entra e sai, viro-me para a janela. E novamente, vem à cabeça aquelas cenas de novela, quando querem mostrar o cotidiano. As gravações sempre acontecem dentro de feiras, terminais de ônibus e no centro da cidade. No eixão, a novela nunca parece sair do subúrbio, apesar de passar pelos mais diferentes lugares, como o largo das rosas, pela avenida Goiás, e pelas periferias da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do ônibus, na feira, andando apressado pelo centro de alguma cidade, ou eu mesmo, dentro daquela bola que balança, ouvindo uma canção do estilo skank para os românticos, ou então, aquela nova da Fergie (rasga nega), que passou no Big Brother. “da da da da... I hope you know. I hope you know. That this has nothing to do with you”. Vou ouvindo a rádio Interativa Fm, porque é a hora do top 10, e como eles gabam em dizer, não tem muito comercial. E como não fico muito à vontade para abrir a mochila, tirar o disk man, e mudar o dial, o jeito é ouvir o que vier.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é concentrar na letra, e esquecer o restante. Quando a letra é inglês, melhor ainda, tentar traduzir. Aquela nova do Akon parece tranquila. “Nobody wanna see us togetther, but it don´t matter no. Cause I Got you baby”. Quando alguém começa a gritar. “Olha a água. O copo é R$ 0,50 e a garrafa R$ 1,00. Olha a água”. Está bem, começou a parte do rap mesmo, aí não ia ter como concentrar na letra. Viro-me dentro daquela bola, que fica entre as articulações do eixo.  Vou ficar olhando para fora mesmo. Às vezes ameaço a mexer os lábios, mas sem emitir nenhum som. Só para acompanhar o ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que estou chegando ao ponto da cascavel, um ponto antes do terminal do Dergo. Acreditem, esta é a hora mais complicada, que precisa de técnica, experiência, e um pouco de falta de educação. Chegou a hora de sair do eixão. Nesta hora, a música da Ivete Sangalo parece bem adequada. Senão no ritmo, mas na letra. “Mas um dia vem, e deixo você ir. Deixo você ir... nannanana... Deixo você ir...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu saio, espraguejando até a 10º geração do povo que não sai da porta, começa a tocar aquela música da Banda luxúria chamada Lama. Também bastante adequada ao momento. “Volta, ou vai embora, meu amor. Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho. O caminho mais fácil, nem sempre é melhor que o da dor”. Afinal, ir ao trabalho é uma relação de amor e de ódio.E de ônibus parece que a relação anda sempre complicada. Mas como ouvir música é justamente para não pensar em nada complicado. Vamos à música....  “Deixa acontecer naturalmente....”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Eixo Anhanguera&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-6641920100292897902?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/6641920100292897902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=6641920100292897902' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6641920100292897902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/6641920100292897902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/07/top-do-eixo.html' title='Top do Eixão'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7967293338216758715</id><published>2007-07-23T16:02:00.000-04:00</published><updated>2008-12-12T23:39:59.889-04:00</updated><title type='text'>A luta nunca acaba</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RqUNgT4CoHI/AAAAAAAAABM/ueb6-n2PQfc/s1600-h/manifestaÃ§Ã£o.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090489802554515570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RqUNgT4CoHI/AAAAAAAAABM/ueb6-n2PQfc/s400/manifesta%C3%A7%C3%A3o.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RqUM4j4CoGI/AAAAAAAAABE/I1gsIKUV7H8/s1600-h/manifestaÃ§Ã£o.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A íngreme descida do estacionamento parece levar para um mundo diferente. Não que seja virtual, ou irreal, mas um mundo diferente. O elevador panorâmico dá uma sensação de liberdade. Ao abrir as suas portas, deixam-se para trás os problemas do terceiro mundo. Esquece-se que aviões explodem ao colidirem com prédios, excluídos vivem de migalhas nos sinaleiros, homens se tornam escravos, e que os políticos e juízes aumentam os seus salários, enquanto o restante da população precisa sobreviver com um parco salário mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar no ambiente climatizado, iluminado, com o cheiro do novo e moderno, a certeza é que o shopping foi construído para uma elite preocupada em esquecer dos problemas do terceiro mundo. Ao andar pelo Shopping Bouganville detestei morar no terceiro mundo, e principalmente, ser classe média. Ao comer uma pedaço de torta (o mais delicioso que já comi), por uma bagatela de R$ 5,90, queria nunca ter entrado naquele lugar. Preferia ficar na ignorância de quem só comeu bolo de fubá, ou então, bolo de nata, que são pratos igualmente deliciosos, mas sem o fetiche do primeiro mundo, com o sabor da exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comer aquele pedaço de torta, naqueles contados minutos, senti como uma classe média, que trabalha para tentar se incluir na pirâmide de uma elite, que mora nos condomínios bem longe da pobrada, usa ar-condicionado central , carro blindado, óculos coloridos, roupas de grife e freqüenta universidade pública gratuita e de qualidade. Depois de uma hora, ao subir a rampa do estacionamento, depararia com o terceiro mundo. E novamente pensaria. “Detesto ser classe média. Nunca vou me tornar rico, e vou morrer tentando ser um”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integro a classe daqueles que integram o “status quo”, defendem e sustentam o capitalismo, e contraditoriamente, desejam acabar com as desigualdades sociais. Apesar de ser um otimista convicto, assim como todos os brasileiros, sai do shopping com um pessimismo de críticos como Marx, Adorno, Marcuse. O mundo não é justo. As desigualdades não vão acabar. E tudo vai se perpetuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das idéias de um revolucionário convicto, César Benjamim, mais conhecido como Cezinha, descrito no livro “1968: O ano que não terminou”, escrito por Zuenir Ventura, encontrei um sopro de otimismo. A luta dos revolucionários durante a ditadura produziu ensinamentos valiosos. Uma delas é que a luta nunca acaba. Os problemas brasileiros, ao contrário, ganharam uma outra forma, mascarada nos discursos dos políticos, nos números fabricados, na imprensa manipuladora, e principalmente, na acomodação de quem pensa que as coisas não mudam, e que a vida é assim. Injusta por natureza. “Nenhuma ordem totalizante impede que o campo das possibilidades seja maior do que o que está sendo realizado. O que ela consegue, em certos momentos, é impedir que se pense na possibilidade de alternativas”, avalia sabiamente Cesinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os brasileiros fazem para resolver os problemas? Muitas vezes cruzam os braços, mas em muitos momentos decisivos da sua história, resolveram descruzar os braços, e reclamarem os seus direitos de cidadãos. Para quem acha que o brasileiro tem memória curta, a história sempre se repete, com a diferença que os objetivos sempre evoluem. Da luta dos homens para a Independência de Portugal, instituição da República, fim das oligarquias e da ditadura getulista, Diretas Já, Fora Collor, sempre há uma lembrança de luta introjetada na vida dos brasileiros, que suportam como nenhuma outra nação o peso de todos os tipos de desigualdade. Em uma luta diária, que rouba por demais a força e a auto-estima do nosso povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Shopping Bouganville,em Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7967293338216758715?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7967293338216758715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7967293338216758715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7967293338216758715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7967293338216758715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/07/luta-nunca-acaba.html' title='A luta nunca acaba'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RqUNgT4CoHI/AAAAAAAAABM/ueb6-n2PQfc/s72-c/manifesta%C3%A7%C3%A3o.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4610115120046295048</id><published>2007-06-29T08:45:00.000-04:00</published><updated>2007-06-29T08:50:21.627-04:00</updated><title type='text'>Amigos do Planalto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É público e notório que o Palácio do Planalto não viraria as costas para o seu aliado de todas as horas, o presidente do senado Renan Calheiros (PMDB-AL). Os responsáveis pela articulação do governo no senado o defendiam nos bastidores. Havia também os mais explícitos, como a líder do PT, senadora Ideli Salvati e do governo no Senado Romero Jucá (PMDB). Ao ver o navio naufragar, com toda a sua bancada, o presidente Lula fez uma defesa memorável do senador, em que na oportunidade, novamente pediu para que os acusados não fossem considerados culpados, até que a Justiça assim fizesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso, recorrentemente usado, até pelas defesas anteriores do seu irmão Vavá, acusado de tráfico de influência, conquistou um novo simbolismo com os tapinhas das costas de Renan ao presidente Lula, depois da defesa pública. E a tropa de choque do presidente entrou com toda a força ao presidente, como os ministros Tarso Genro, da Justiça, e Dilma Roussef, da Casa Civil. Por todos estes motivos reafirmo que esta defesa tornou-se memorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base no coleguismo e questões políticas intrínsecas aos desejos do governo federal no Senado, os tapinhas simbolizam uma nova fase da relação do executivo com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público. Ao invés de manter-se isolado, assim como pede o decoro, o governo passa nas entrelinhas de que as investigações não são tão irrestritas quanto se imagina. Tudo depende da peça do tabuleiro alvejada. Desde que teve início o furacão de operações, não havia nenhuma exposição do governo de deixar tão clara a sua posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seus argumentos, Lula supõe que a opinião pública não tem capacidade de entender que as denúncias são alvo de uma investigação. E parece implorar que a imprensa, a opinião pública e a população se manifestem somente depois que as ações transitarem em julgado. Não se deve mais falar em investigações, ou acusações, até quando a Justiça julgue ou condene. Talvez Deus sabe quando, daqui 15 anos, quando ninguém mais se lembrar do senador, a justiça venha, lenta e segura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Lula se esquece que Renan, assim como todos os representantes no Congresso Federal, possuem imunidade parlamentar. E ao que já se sabe, a Comissão de Ética do Senado, abandonada pela conveniência, não deve votar antes do recesso parlamentar a sua permanência. Se havia alguma dúvida de que a votação ficaria para agosto, depois do recesso parlamentar, os tapinhas nas costas afugentaram todas as dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes o presidente dizia que apesar da lentidão da Justiça, ao menos há uma investigação séria e consistente, que não distingue cor, credo ou classe social. Chega-se uma nova fase. Agora, é preciso calma para não expor os investigados, à execração pública, principalmente aqueles passeiam pelo Planalto. Como a Justiça vai reagir a isto? Com calma e serenidade. Assim como querem que o sr. presidente gostaria que a opinião pública agisse.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4610115120046295048?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4610115120046295048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4610115120046295048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4610115120046295048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4610115120046295048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/06/amigos-do-planalto.html' title='Amigos do Planalto'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-2655945569344608292</id><published>2007-06-27T11:05:00.000-04:00</published><updated>2008-12-12T23:40:00.266-04:00</updated><title type='text'>A realidade das novelas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RoJ9bLW0y3I/AAAAAAAAAAs/j9U-qc_WEwg/s1600-h/olavo+novaes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080761235485805426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="152" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RoJ9bLW0y3I/AAAAAAAAAAs/j9U-qc_WEwg/s200/olavo+novaes.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na estratégia, bastante discutível, de entremear o noticiário do Jornal Nacional com as novelas, a TV Globo atrai não apenas públicos diversos, mas bagunça o que deveria ser, na teoria, claramente dividido. A ficção e a não-ficção entram, neste sentido, para dar um contexto verossímil do mundo, tão confuso quanto a rede de conexões que permeia a vida de qualquer mortal. As pessoas, no inconsciente, misturam as artimanhas do vilão Olavo Novaes (Wagner Moura), da novela Paraíso Tropical, com a não menos interessante rede de intrigas do senador Renan Calheiros, presidente do Senado Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em um ideal, que merece ser diagnóstico e delineado, a separação entre a ficção e a não-ficção parece cada vez menos importar a quem realmente interessa: o público. Esta é uma dualidade, em que a convivência apenas fortalece a troca de símbolos e que passa a representar de forma mais clara, e útil, as mudanças do mundo. Nem sempre os resultados da separação total das dualidades, assim como sonho e o pesadelo, verdade e mentira, bem e mal, caracterizam como um espectro interessante. Ao contrário, na maioria dos casos, falsifica o que deveria realçar, simplifica o que deveria contextualizar. Escondem-se as verdadeiras interligações entre fatos e sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ficção Olavo fecha negócios escusos, molha a mão de um funcionário para vencer uma licitação, deixa funcionários sem condução, no meio de uma guerra civil na África, com o único intuito de reduzir os custos, confronta o bom mocismo do folhetim e se apaixona por uma prostituta. Estas cartas estão na mesa. Não há, no entanto, por parte do público a intenção de demonizá-lo, e sim, compreendê-lo, não de forma ingênua. No fim, claro, o público exige uma punição, mas sem antes, claro, entender os reais motivos da trama que o levou a cometer estes atos, na maioria das vezes, imorais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em uma trama, desta vez no Senado Federal, Renan trai a esposa com uma jornalista, a bela Mônica Veloso, tem um filho, com a pensão paga mensalmente pelo lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior. O pai zeloso também cuida do futuro do rebento, ao pôr R$ 100 mil na conta do garoto, o que chama de “bolsa de educação e cultura”. E depois de tudo, a esposa do senador alagoano assiste a tudo, digna do comportamento vitoriano de Hillarie Clinton, no caso Mônica Lewinski. E quando, os “amigos” começam a fugir, como os ratos no naufrágio, ele ameaça contar os podres de quem lhe virar as costas. Esta é uma história real, contada de forma fragmentada pelos jornais. Os fatos poderia, sem dúvida, serem melhor entremeados e explicados. O que ajudaria a opinião pública a contestar com maior veemência a permanência de Renan no Senado, condicionada atualmente pelo conluio de amizades que apostam no esquecimento da população.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RoJ9R7W0y2I/AAAAAAAAAAk/fUlG9Qk9ySY/s1600-h/renan+calheiros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080761076572015458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 143px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="212" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RoJ9R7W0y2I/AAAAAAAAAAk/fUlG9Qk9ySY/s200/renan+calheiros.jpg" width="143" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Que as novelas, até como uma tentativa de sobrevivência, abusam da realidade, modificam o ponto de vista dos brasileiros, e ajudam a moldar o senso crítico, e a moral dos brasileiros, não há nenhuma dúvida. Tudo isto porque as novelas tentam acompanhar o ritmo da sociedade. Já o Jornalismo ainda trabalha com os antigos pressupostos de verdade, objetividade e parcialidade. E com o medo de transpor estes princípios, como um santo dentro de um convento, amendrotado com a punição de salvar a sua alma, não avança como deveria na cobertura dos acontecimentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A realidade dos noticiários deixou, há muito tempo, de ser a mesma dos brasileiros. Enquanto a ficção, de forma natural, leva a discussão para a sala dos brasileiros, o Jornalismo tenta, em vão, recorrer ao conservadorismo, para proteger os pobres e os oprimidos. Até os super-heróis, com os seus códigos de honra, precisam mudar. O que a ficção faz continuamente, a atualizar com base na realidade, e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;começa a suprir o que o público realmente está interessado: a verdade, com o contexto da realidade, e se não for pedir muito, com uma pitada de bom humor e sem o tom didático e professional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fotos: Olavo Novaes - Rede Globo; Renan Calheiros - Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-2655945569344608292?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/2655945569344608292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=2655945569344608292' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2655945569344608292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/2655945569344608292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/06/na-estratgia-bastante-discutvel-de.html' title='A realidade das novelas'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RoJ9bLW0y3I/AAAAAAAAAAs/j9U-qc_WEwg/s72-c/olavo+novaes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-4631466374730853989</id><published>2007-05-18T10:43:00.001-04:00</published><updated>2008-12-12T23:40:00.387-04:00</updated><title type='text'>Teatro da Vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RlM_cOL5ycI/AAAAAAAAAAc/3_sFb_eTg8s/s1600-h/2006-12-01_1164989812.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067463759798847938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RlM_cOL5ycI/AAAAAAAAAAc/3_sFb_eTg8s/s400/2006-12-01_1164989812.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A casa lotada, na estréia, parece agora vazia. Qualquer sussurro pode ser ouvido claramente. Os atores parecem estar ao seu lado. O teatro continua a esvaziar. As pessoas saem uma a uma. A cortina, aquela vermelha tradicional, se fecha. Não há mais ânimo para continuar. A companhia, antes completa de profissionais, fica solitária. Não há mais show, daqueles de encher os olhos, como os musicais da Brodway. Transformou-se em um monólogo, em que o artista passa a dividir, a partir de agora, as suas melancolias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disto, o público reage, e começa a interpelar, o artista. Sem maquiagem, máscaras, cenários, e com uma iluminação precária, apenas uma luz que dá vazão ao olhar compenetrado do ator, sentado em um banco, com um fundo preto, atrás para contrapor, à sua roupa branca. Ali, sozinho, antes acompanhado, antes coadjuvante. Agora uma estrela solitária, uma estrela em agonia, marcada pelo ritmo lento das falas, da falta de vigor para domar o palco. E ali, na sua frente, alguns poucos, não mais pagantes, apenas convidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na forma crua, sem nenhum encanto, mas transparente, real, sem nenhuma ilusão, de aquela cena vai mudar para sempre a sua vida. Que aquele salto diante da mocinha pode conquistá-la. Ou que a voz firme e ríspida pode afastar o vilão. A sua experiência mostra que o público não se lembra destas cenas. Lembra do olhar meio atravessado, enquanto esquece a fala, dos risos frouxos depois que esqueceu o roteiro, do momento em que o artista reverencia o público, ou quando este se aproxima para dizer as suas impressões do show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destes momentos, fora de contexto, considerados errados, mas que enriquecem uma obra. E neste momento, cabisbaixo, sem nada mais para dizer, começa a ouvir barulhos, que já tinha esquecido. O toc toc dos sapatos entram. Juntamente com os aplausos da persistência daquele herói, que não desistiu da batalha. E que se mostrou por inteiro. Com a experiência e presença de espírito, de quem lutou muito, e perdeu bastante. Os aplausos cortam o ar, e vão até o coração. Uma última olhada. Uma última cena. Esta sim, para ser lembrada. De um verdadeiro artista da vida.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-4631466374730853989?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/4631466374730853989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=4631466374730853989' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4631466374730853989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/4631466374730853989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/05/teatro-da-vida.html' title='Teatro da Vida'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8-zjZPwQw5c/RlM_cOL5ycI/AAAAAAAAAAc/3_sFb_eTg8s/s72-c/2006-12-01_1164989812.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-7738314117676178415</id><published>2007-05-18T10:41:00.000-04:00</published><updated>2007-05-18T10:45:10.126-04:00</updated><title type='text'>O show precisa continuar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Às vezes, bate aquela louca paranóia. Eu poderia agir desta forma, ou deste jeito, neste exato momento? Esta seria a melhor hora de brigar, ou de ficar calado? As cenas começam a desencadear lentamente, como uma previsão de um futuro, que nunca vai acontecer. Não daquela maneira. Com aquelas mesmas palavras, sorrisos, expressões faciais. Talvez seria melhor chegar lá, e falar de forma mais ríspida. Ou então, bater o pé no chão, esticar o dede, em riste, dizer uma frase de efeito, e ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como um dramalhão mexicano, com aquelas pessoas bonitas, vestidas com cores fortes, e com as vozes empostadas dos dubladores brasileiros. Às vezes, com a fina ironia, e com a alegria de Almodóvar, como a cena em que Penélope Cruz enterra o companheiro, em “Volver”, como uma heroína, que precisa fazer o necessário, sem mesmo pestanejar. Ou ainda como o Dr. House, da série norte-americana , uma metralhadora de frases de efeito, sustentada pela sua bengala, mas sempre com ações medidas para tentar esconder os verdadeiros sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade carrega um outro encanto. Não tem trilha sonora. A roupa, muitas vezes, desapropriada para a ocasião. A voz embarga, no momento em que o personagem deveria falar bravo. A câmara não se aproxima enquanto o seu olho começa a marejar. Na saída, para terminar a deficiência de toda a cena, o ator esquece a fala, no momento mais importante, e fica ali, parado, esperando alguém soprar o texto. Tarde demais. O diretor, lá em cima, parece dizer, agora é no improviso. E assim, as coisas funcionam. Como um eterno ensaio, com um texto complexo, personagens verossímeis, com falas chatas e intermináveis. Ah!! Os cacos também são permitidos. E durante toda a temporada, o texto muda, assim como a conveniência e o humor dos atores. Estes, adoecem, ou precisam tirar férias. E assim, tudo mudo. O tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-7738314117676178415?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/7738314117676178415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=7738314117676178415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7738314117676178415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/7738314117676178415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/05/o-show-precisa-continuar.html' title='O show precisa continuar'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-1693339032851565576</id><published>2007-04-24T09:53:00.000-04:00</published><updated>2007-04-24T09:56:50.102-04:00</updated><title type='text'>Escritor: Profissão em extinção ?</title><content type='html'>Pensar, e pior ainda, escrever algo inteligente é muito difícil. Para redigir esta frase não demorei mais que alguns minutos. Talvez porque eu esteja escrevendo em um blog. Isto também implica que qualquer um pode escrever qualquer coisa. E pode mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também fiquei pensando porque não nascem mais tantos escritores talentosos. Meu pensamento ainda está confuso sobre este assunto. Talvez seja porque as pessoas precisam trabalhar? Ou porque ninguém mais financia todo o processo artístico literário, apenas o produto? Ou porque existem escritores de mais e leitores de menos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tenho uma fiapo de explicação. Parece que todo o mundo já disse tudo. Então para quê escrever um livro sobre o que já foi dito? A coisa piora quando é ficção. Depois de um tempo, sempre algum livro parece com aquela novela, ou, com aquele filme. Escritor hoje precisa suar bastante para estimular a criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E alguns ainda insistem em se basear na realidade. Sempre tem alguém para dizer que algo aconteceu lá na Virgínia, ou na coletiva de Sandy e Júnior, ou que a Grazi separou de fulano, ou que, o monte de juiz corrupto foi preso pela Justiça federal. Essa realidade parece uma obra de quem não tem o mínimo de criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre aqueles que consideram as obras de ficção mentiras e pura bobagem. Isto porque ainda não assistiram a TV Câmara ou a TV Senado. Uma competição de deixar Peter Jackson, Walt Disney, ou mesmo, Gabriel Garcia Márquez, no chão. Aquilo sim é pura ficção fantasiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está bem... Não sou déspota, nem autoritário, a ponto de achar que a informação seja prejudicial. Ao contrário, as pessoas precisam estar bem informadas para governarem as suas vidas. Ou mesmo, para se ordenarem nesta louca vida – regida pela solidão das grandes cidades à violência dos rejeitados. Há sempre algo acontecendo o tempo. E sempre tem alguém para dizer isto a um outro alguém. Isto é fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto cria uma conseqüência. As pessoas não podem mais ficar sozinhas para refletir a sua vida. Há sempre uma televisão ou um rádio para dar uma mãozinha na solidão. Se há algum ponto de tristeza, se algo deu errado naquele dia, a pessoa já pode estar à beira da depressão. Deve ser por isto que há poucos escritores. Ninguém mais quer conviver com a solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Viagem literária&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-1693339032851565576?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/1693339032851565576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=1693339032851565576' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1693339032851565576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/1693339032851565576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/04/profisso-em-extino-ou-mediocrizao-da.html' title='Escritor: Profissão em extinção ?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-117569715286408943</id><published>2007-04-04T10:07:00.000-04:00</published><updated>2007-04-04T10:35:22.206-04:00</updated><title type='text'>Para tirar a teia de aranha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os leitores foram abandonados? Não sei. Desculpa muitas vezes o egoísmo. Mas não considero o blog um espaço para os leitores. Apenas para as minhas pseudo reflexões, ou mesmo, um espaço para dividir as minhas experiências, angústias e outros problemas. É um espaço meu, que divido com quem queria ler algumas besteiras. Como sei que os eventuais leitores tiveram muitas coisas para fazer neste início de ano, não me senti mal pela demora. Era eu quem não estava à vontade. Queria esperar passar o ano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou eu aqui no meu trabalho, escrevendo estas coisas, para dizer que o meu ano não começou no dia 1º de janeiro, nem depois do carnaval, mas quando eu decidir fazer coisas diferentes. Primeiro foi a mudança de apartamento e mais recentemente o fim de uma especialização. Ainda não fiz nenhuma lista de ano novo, nem vou fazer. Como mudo muito os meus planos, passa alguns meses, eles não servem para muita coisa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Novo apartamento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sol de meio-dia. O espaço abandonado. Janelas e portas fechadas. A cada passo... um barulho. Minha mãe e a minha tia entram primeiro. Elas se encantam com a cozinha, ampla e com uma pia bem maior do que o do apartamento anterior. Entro, e já vou direto para os quartos. Um deles tem até varanda. Também tem persiana nas janelas. Bom para quem gosta de dormir muito. E o apartamento ainda nem precisa ser alugado pela imobiliária. É com a dona. O preço é uma pechincha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinado o contrato. É do lado da praça da Bíblia. Algum problema? Por mim, tudo bem. Os barulhos incomodam às vezes. Mas para um cara “dormidor” como eu. Nada deve atrapalhar. Depois da enrolações para entregar o outro apartamento, correndo atrás das papeladas, nada melhor do que deitar e ver que os problemas, ao menos estes acabaram. Até quando ficarei assim. Tranquilão. Na boa. Não sei. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sonho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só sei que depois de resolver um problema com a burocrática e enroladora Tropical, decidir ser mais chato do que nunca ao decidir as coisas, em assinaturas de contratos. Ou melhor, se eu precisar destes sangue-sugas eu prefiro morar debaixo da ponte. Eu acho que eu disse isto para a atendente. Aquele mentirosa, filha de uma... Já passou a raiva, mas devo ter praguejado as quatro gerações daquela coisa ruim. Só que mesmo variando os caminhos, eles continuam iguais. O processo mecânico ajuda a lembrar dos problemas. É como se você fosse teletransportado. Quando você vê, já está cumprimentando as pessoas no seu trabalho. E não percebe que você pegou o ônibus lotado, atravessou uma avenida e apenas olhou, não apreendeu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah! Estes dias eu me peguei na beira da praia, em pleno pôr do sol. Não sei se sonhei, ou pensei que estivesse com o pé na areia. Estava sentado, vendo o sol baixar. Os tons azulados e alaranjados do sol se misturavam. Olhava pacientemente, sem nenhum pensamento na cabeça. Só o vazio. Sei que quando eu morar na praia, não será bem assim. Mas aos corvos e abutres de plantão, não venham azedar o meu sonho ou pôr areia no meu tênis. Sei dos problemas e das dificuldades, mas com uma praia e o pôr do sol devem ser bem mais agradáveis de resolver. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-117569715286408943?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/117569715286408943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=117569715286408943' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/117569715286408943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/117569715286408943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/04/para-tirar-teia-de-aranha.html' title='Para tirar a teia de aranha'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116889717200509502</id><published>2007-01-15T17:29:00.000-04:00</published><updated>2007-01-19T08:17:11.063-04:00</updated><title type='text'>Sorriso como remédio</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/1600/495348/luzianira2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 365px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" height="213" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/320/97783/luzianira2.jpg" width="288" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O azul das paredes reforça a sobriedade. De longe, as árvores circundam o quarteirão do Hospital das Clínicas (HC) de Goiânia, como se quisessem protegê-lo. Além das árvores e dos sentimentos que permeiam o ambiente do hospital, uma reforma na parte interna modifica a paisagem. Dentro concentra-se uma multidão apressada, sempre com uma queixa, seja de dor ou da espera para o atendimento. É sempre na agonia que os verdadeiras reações se afloram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas mãos de médicos e enfermeiros a cura pode estar dentro de um frasco ou em cartelas de medicamentos. Só que naquele momento, os profissionais parecem desconhecer uma solução apaziguadora para os olhares perdidos, que buscam compaixão, ou mesmo, uma palavra consoladora. Já para Luzianira da Cruz Montes Campos (foto) o remédio está além das cientificidades dos laboratórios. É algo que não se encapsula, não se aprende na faculdade, e não se mensura por meio de instrumentos analíticos. De estatura baixa, no máximo 1,55 metro, quadril largo e rosto rechonchudo, ela parece crescer ao subir o pequeno degrau. O sol, ainda brando por causa das nuvens, ilumina a sua camisa de estampa preta, mas manchadas pelos coloridos azuis e amarelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de andar um quarteirão para chegar ao hospital, o coque feito em seu cabelo, já uniformemente grisalho, está intacto. Mesmo com o vento que se abate naquela manhã nublada, ela anda graciosa, sem pressa, observando todos os detalhes, sempre com um sorriso no rosto, como se compartilhasse aquele momento com aquelas pessoas que estavam no corredor. Azar daqueles que não percebem as sutilezas do seu sorriso, um grande remédio para a alma. Se pudesse transparecer o momento de forma física, diria que em volta dela, uma luz com combinações de azul claro e amarelo fogo transcende por onde passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no rol de entradas dos ambulatórios, ela agora vira onde a seta indica o nome voluntariado. Luzianira entra no pequeno corredor; continua devagar, com a experiência de quem já passou por tudo. As janelas abertas dos ambulatórios que dão para o corredor não a atrapalham. Olha em volta, vê salas com aparelhos de medir pressão, maca e mesa vazias. Desvia o olhar e segue em frente. A cena se repete nas outras duas janelas, também abertas, por onde atravessa. O silêncio só se quebra com um burburinho de um lugar ainda não identificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última sala do corredor, a senhora abre a porta por onde entra sempre uma vez na semana, sempre às quartas feiras. O que se repete há cinco anos. Com os seus bordados a tiracolo, Luzianira finalmente adentra a sala do voluntariado. Saia azul até os joelhos e uma sandália marrom com um pequeno salto, talvez com uns dois centímetros, completam o visual desta bordadeira de mão cheia. Assim também estavam as suas mãos com um bordado ainda por terminar, que também segurava as linhas de crochê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os seus bordados, a sala do voluntariado do HC também desconhece a uniformidade e os padrões. Um pouco maior que um quarto de seis metros quadrados, as suas paredes são brancas, assim como os dos ambulatórios vistos por Luzianira, mas o mosaico de cores e formas se completa com as roupas, de todas as tonalidades, doadas para serem vendidas nos oito bazares realizados durante o ano, geralmente em datas especiais. Destes eventos, é de onde o Voluntariado do HC tira a sua receita para ajudar os pacientes do hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzianira senta e começa a bordar. Ao mesmo tempo, não deixa de prestar a atenção em quem entra na sala. Experiência demonstrada não apenas pelas rugas, mas pela calma que conduz a voz e os gestos, nunca bruscos. Veloz só a forma como entrelaça as linhas vermelhas no pano que vai formando pequenas rosas. No momento, estavam mais duas pessoas na sala, ambas cuidando dos adereços para a festa de fim de ano da instituição. Mas os seus ouvidos conseguiam captar os rangidos das portas, sempre seguidos de uma virada de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/1600/600226/luzianira.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/1600/682766/luzianira.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/1600/820244/luzianira.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/320/919788/luzianira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Do sofrimento à doação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Voluntária desde os 17 anos, quando ajudou o Congresso Internacional Religioso, ainda quando morava no Rio de Janeiro, Luzianira sempre fez trabalhos voluntários. “Sempre ajudei muito. E faço com o coração”. Não havia um motivo pré-estabelecido. Era só a vontade de ajudar. Uma atitude positiva não só em relação aos outros, mas à vida. De miss em Santa Helena, sua cidade natal, localizada no interior goiano, aventurou-se ao Rio de Janeiro, quando chegou aos 16 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois foi para Brasília trabalhar na área de telemarketing. Em seguida se estabeleceu em Goiânia. Ajudava de forma esporádica, apenas com doações de alimentos e roupas. Nos últimos anos ela intensificou a sua doação ao movimento voluntário, quando o esposo morreu há seis anos de cirrose. “Nós andávamos por estes hospitais, e acabei conhecendo o trabalho do hospital das clínicas. Só depois fui conhecer os outros lugares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas manhãs, Luzianira trabalha como voluntária em quatro instituições diferentes. Além do voluntariado do HC, também ajuda com os seus bordados o Grupo Nossa Senhora Auxiliadora e a Associação Goiana dos Diabéticos. No Hospital Araújo Jorge distribui alimentos aos pacientes. Em todos estes locais, ela trabalha em média quatro horas semanais. Às tardes se ocupa com a máquina de costura, de onde ajuda com o sustento da casa. Mas sempre lembra de produzir peças para o voluntariado. Já que o período de quatro horas, como ela mesma diz, é insuficiente para que possa produzir as peças. Ela vai sempre a pé para os locais, que não são tão distantes do seu apartamento, com quem divide com a filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A osteoporose e a hipertensão não a impede de realizar todos os seus afazeres, incluindo as suas idas aos trabalhos voluntários. Ao contrário, o trabalho voluntário ajuda a envelhecer de maneira ativa. O National Institute of Aging, uma entidade norte-americana, demonstrou recentemente que a atividade do voluntariado produz um bem que ultrapassa a fronteira do psíquico e chega à estrutura do próprio corpo. Em resultados práticos, isto quer dizer que as aquelas pessoas acima de 60 anos que fazem atividades voluntárias apresentam maior queima de calorias, 40% superior, do que os idosos que praticam exercícios regulares. A atividade do voluntariado também proporciona sensação de bem-estar, protege contra a ansiedade e a depressão, estimula a energia, ajuda a viver mais, eleva a auto-estima relacionada com maior acesso social, uso dos conhecimentos e sensação de ser útil a alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o voluntariado, os idosos mantém-se socializados, além de fazerem atividades no momento em que se deslocam para irem até o local onde são voluntários. Para Luzianira, o sofrimento depois da morte do companheiro transformou-se em uma filosofia de vida que desrespeita a idade, sexo ou mesmo status social. É o espírito da solidariedade, que há de se ressaltar, é muito mais do que dar esmola a quem necessita, ou mesmo, fazer algum tipo de doação durante os dias das crianças ou natal, é ter a coragem suficiente para doar uma parte do seu tempo para o bem. Apesar de todos os problemas do dia-a-dia, o voluntariado caracteriza-se como uma ação ao outro. Quando as pessoas param e refletem, nao apenas sobre si mesmo, mas sobre o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Voluntariado do Hospital das Clínicas&lt;br /&gt;Fotos: Paulo José&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116889717200509502?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116889717200509502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116889717200509502' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116889717200509502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116889717200509502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2007/01/sorriso-como-remdio.html' title='Sorriso como remédio'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116593162759630729</id><published>2006-12-12T09:49:00.000-04:00</published><updated>2006-12-12T10:03:04.996-04:00</updated><title type='text'>Exército da reciclagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/1600/68666/urubu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7805/3479/400/411577/urubu.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles aparecem sem hora marcada. Marcham como se farejassem o ouro nas minas, a comida na mesa, ou a luz inerte em uma escuridão que assola a humanidade. Recolhem, remexem, espalham e chafurdam as sobras. Olham atentos o que procuram, sem desviar o olhar, em uma submissão coerente àquelas encontradas nas grandes empresas. Para os engravatados de Wall Street, a competição se dá entre homens atrás de poder e lucro, inebriantes como uma taça de vinho de francês ou um prozac no fim do dia para aliviar as angústias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos lixões, a competição é feroz. O bicho-homem compete com as gaivotas e urubus que circundam o céu, com os cachorros e gatos, que alucinados tiram o que podem do grande amontoado descarregado todos os dias nos lixões. Há também a competição subterrânea, com as ratazanas que se divertem cavando grandes túneis, e se multiplicam como células em evolução. Já os mosquitos, pernilongos, estes nem se falam. Sugam do bicho-homem, a única coisa que o faz integrante da raça humana, o sangue. Já que nestas condições adversas, não há diferença se ali existe um ser pensante. Será que existem?, perguntaria o filósofo Descartes, vendo tamanha barbaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fechamento dos lixões, esta perversa lógica ainda apropria muito mais do que a integridade, mas também a liberdade daqueles que do lixo vislumbram manter-se em pé. O mesmo exército que invadia os lixões, hoje invade as ruas. Também não escolhem dia, hora e local. Andam praticamente em um mesmo ritmo. Como se precisassem de ajuda para empurrar o que lhes pesa. Param o carrinho na calçada, remexem sacolas, papéis e caixas. Em cima dele colocam papel, papelão, plástico, ou até mesmo, algo que possa usar depois. E assim, usam o lixo como uma possibilidade de se reerguer. Assim, de forma padronizada, um exército de mais de 3,5 mil homens e mulheres invade as ruas de Goiânia atrás de material reciclável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luta para reerguer.&lt;/strong&gt; Munidos de disposição, os catadores ajudam a tirar 50 mil quilos de lixo, dos 33 milhões de quilos produzido por mês em Goiânia. Eles pertencem ao primeiro elo da cadeia da reciclagem, ao extrair dinheiro do que a maioria da população considera sem valor. São destes “restos” que pessoas como Deusdete Jesus da Conceição, 43, precisam para reconstruir a sua identidade. Há menos de duas semanas, ele podia ser visto em um estacionamento, perto do mercado de Campinas em Goiânia. Não na mesma altura das outras pessoas. Mas caído, em meio à sua embriaguez. No início, conseguia bebida alcoólica com quem dividia espaço nas calçadas das ruas. Depois, só consumia quando tinha dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquelas condições, a única maneira era estender os braços a fim de que alguém pudesse gotejar algumas moedas. A invisibilidade social, seguida da indiferença, o tornavam perante aos que passavam um “ninguém”. Muito diferente do que pensava que seria tratado quando viajou dois dias e meio, quando saiu de Santa Inês no Maranhão para Senador Canedo, município da região metropolitana de Goiânia. Em seus pensamentos durante a longa viagem, viria para trabalhar de servente de pedreiro. Só que quando chegou, há dois meses e meio, descobriu que o primo que lhe daria morada havia se mudado. Às vésperas do natal, a saudade faz o coração apertar um pouco, já que ele nunca deixou de presentear os dois filhos. “Estou juntando um dinheiro para mandar um presente para eles no Natal”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o trabalho de catador espera ganhar uns R$ 200. Esta é a média do que eles ganham. Deste dinheiro ele precisa retirar uma quantia para a água, luz, e para a comida, além do aluguel do carrinho, que deve repassar para a dona do depósito onde fica. É lá, que juntamente com Deusdete, dormem e convivem mais seis catadores de materiais recicláveis. Sem nenhum tipo de vínculo empregatício, Deusdete entrou no ramo de catação pela facilidade que encontrou para ingressar na atividade. Coletar material reciclável não requer nenhum tipo de exigência física e técnica, abrange um mercado dinâmico, além de possuir matéria-prima abundante, ainda que misturada pelo lixo comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os catadores do lixão, os catadores (ou papeleiros como alguns apelidam) trabalham sem nenhum tipo de proteção. As mãos que remexem os lixos vão nuas. O olfato sente o que os olhos não podem ver. E assim, usando os sentidos, driblam as dificuldades do serviço. E que são muitas. Mesmo com a “sofisticação” adquirida pela indústria da reciclagem, a sua base ainda se serve da degradação humana e o mais revoltante, da privação de liberdade. É mais uma vez a exploração, nas mesmas condições das fábricas do séc XVIII, do início da revolução industrial. De quem vê o ser humano como um objeto, uma máquina a usufruto do capital. Quem dera se Marx estivesse em desuso, como muitos apregoam, mas a sua teoria ainda se adequa em muitos segmentos econômicos. Na indústria do lixo, o capital ainda subjuga uma base composta de muitos “deusdetes”, que encontram na catação a única oportunidade para se levantar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116593162759630729?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116593162759630729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116593162759630729' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116593162759630729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116593162759630729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/12/exrcito-da-reciclagem.html' title='Exército da reciclagem'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116515543290520896</id><published>2006-12-03T10:13:00.000-04:00</published><updated>2006-12-05T08:31:39.220-04:00</updated><title type='text'>Escravidão e preconceito</title><content type='html'>Em ritmo de blues, na voz melosamente triste de Billie Holliday, as árvores balançam como um leve sussurrar. As folhas, agitadas pelo vento, caem cálidas ao encontro do chão. As raízes expostas teimam a agarrar as profundezas. Flores não há. Estas já murcharam em uma primavera adversa. A copa frondosa quer apenas chamar a atenção dos céus. Raios e trovões, ao perceber a intenção, não se furtam em repreender o desatino. A escuridão toma conta, mas alguns raios de luz tentam compreender a estupidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao vai-e-vem, assim como frutos já ocos prontos a cair, as árvores presenciam forçosamente a selvageria. Os corpos já estão podres, assim como as almas, que enfeitiçadas pelo lucro, ou pela indiferença ao diferente, penduram seres humanos nos troncos. O sangue, que antes passava pelos ductos dos galhos e escorria até o chão, já secaram. Nada nascia, ermo como a degradação humana. Negro, mestiço, escravo, a cantoria e os tambores da senzala se lamentam. Ora, tentam sensibilizar a casa grande, ora verbalizar a revolta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se era provação dos deuses tal humilhação? Não se sabe ao certo. Negros como Zumbi dos Palmares, Martin Luther King, Malcom X ou Nelson Mandela não se importaram muito com esta pergunta. Na luta, cada um ao seu modo, consolidaram o orgulho da raça negra. Apagaram de vez o dia da libertação dos escravos, a tal da Abolição da Escravatura, presenteado por uma princesa branca, em uma situação irremediável para a monarquia brasileira. A assinatura da princesa Isabel serve hoje como uma confissão de culpa, mas que se apodera da mais mesquinha esmola oferecida à quem já fora demais açoitado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceita de bom grado, a lei vigorou no papel. Só no papel. Na sociedade, a cor ainda prevalecia como um ranso de superacia. A senzala só se disfarçou de cortiço, favela, ou barraco. As pessoas ainda consideram apenas o DNA. Aos poucos a ignorância e o preconceito dão lugar à igualdade. Tilza Maria Antunes, por exemplo, conseguiu se desvencilhar dos determinismos existentes na sociedade brasileira. Universitária, conseguiu frustrar as estatísticas. O Ipea aponta que dos brasileiros que ingressaram as universidades brasileiras, 97% são brancos, contra 2% de negros e 1% de amarelos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do nome, a diversidade nas universidades ainda continua restrita ao tom de pele. E assim Tilza caminhava pelos corredores da Faculdade de Letras, onde concluiu o curso em 2001. Não como os primeiros negros norte-americanos a entrarem nas mesmas instituições que os brancos, mas de forma gradual, assim como a cultura da democracia racial no Brasil impõe. Rigorosa e sempre almejando mais, Tilza considerou como o momento mais marcante a defesa do seu mestrado em Lingüística e Literatura. Professora de língua inglesa e literatura na rede municipal de ensino em Goiânia, Tilza sabe da importância da educação. “Estudar sempre foi o meu instrumento de superação. As pessoas podem até me discriminar antes de eu abrir a boca, mas depois não tinham mais coragem”, dizia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as peças do destino, daquelas de que como a cor, não há como escolher, o primeiro preconceito sofrido, ao menos o que lembra, aconteceu na escola. “Eu era pequena, talvez nove anos. Minha mãe havia ido buscar minhas notas na escola, daí a professora me elogiou. A mãe de uma outra menina estava perto e disse para ela. Está vendo minha filha, você não tem vergonha. Até esta menina preta tirou nota melhor do que a sua”. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Menina preta.&lt;/strong&gt; Este adjetivo acompanhado da menina tomou fortes proporções. Não por estas duas palavras. Nem pelo “menina”, muito menos pelo “preta”. Como uma lingüista, Tilza entenda que o “Até esta” pode denotar. Talvez na psicologia a cena ajude a compor toda a sua psique.  A mesma psicologia que explique o fato de Tilza ignorar o rompante racista. Para ela, aquela senhora não significa nada. “É apenas uma coitada, uma ignorante”, diz sempre com o seu jeito firme, de quem não leva desaforo para casa. Com este mesmo jeito, se diz contra qualquer tipo de preconceito. Mesmo aquele que pode ajudar alguém. “Os negros tem realmente uma defasagem histórica, mas cotas não adiantaram. Mas a melhoria no ensino público, este sim, ajudaria muito”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opinião controversa e ainda bastante debatida. Mas sabe que a educação permeia a vitória independente da cor, raça ou credo. Aprendeu com o pai, nordestino, que os 13 anos saiu da cidade pequena a mando do pai para estudar na capital. Nunca tinha ido a uma escola. Foi morar na casa de um tio. Só que o tio o transformou em uma espécie de escravo. Escola, esta nunca viu, só trabalho. Até que quando ele fez 14 anos, a sogra do tio dele, costurou uma muda de roupa e o ajudou a fugir. Aí ele foi sozinho para o mundo. Fugiu como os negrinhos das senzalas para escapar das chibatas dos seus senhores. Só para ter a sensação de uma liberdade, que deveria ser inata ao ser humano, mas precisou ser conquistada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou fome. Aprendeu a ler e escrever depois de adulto. Sozinho, numa cartilha que um amigo da igreja lhe deu. Nunca foi à escola. Mas eu não conheço ninguém que faça contas de cabeça melhor do que meu pai. Até hoje, Tilza Maria Antunes rememora a história, contada repetidas vezes pelo pai sempre como uma motivação para que os filhos não desistissem do estudo. Quando precisa, no momento da superação, a história vem sempre à sua cabeça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Dia Nacional da Consciência Negra - 20 de novembro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116515543290520896?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116515543290520896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116515543290520896' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116515543290520896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116515543290520896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/12/escravido-e-preconceito.html' title='Escravidão e preconceito'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116429173197508303</id><published>2006-11-23T10:17:00.000-04:00</published><updated>2006-11-23T10:30:43.443-04:00</updated><title type='text'>Ser do Momento</title><content type='html'>Não creio em aparências, todas simpáticas, bonitas e até levemente desengonçadas. Também não creio na profundidade exteriorizada, que aos poucos se transforma em superficialidade. Creio em momentos. Não confunda com o “carpe diem”. Também não é a supervalorização do tempo. Mas sim, as alterações vindas com as trocas entre as pessoas, o espaço e o tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me queiram atencioso e interessado em todos os momentos. Ou mesmo, inteligente e alegre. Também gosto da solidão, daquela que me faz pensar no nada, no vazio, ou no infinito. Gosto de ver a televisão, o rádio e o computador ligados, mas estar longe... muito longe. Em outros momentos, quero prestar atenção no olhar, no sorriso, no toque, viajar no ritmo das falas e das pessoas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes também me passo de profissional respeitado e de um repórter compromissado. Em outras, quero que o Jornalismo se exploda. Ele e as suas artimanhas para me agarrar. Tudo para me manter alerta a tudo e a todos. Que destroços de aviões, raios, ou a última personalidade instantânea fiquem bem longe de mim. Quero me desligar, tentar pensar no branco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as nuvens que se transformam. Às vezes bicho, gente, ou alguma forma inanimada. Ou mesmo ninguém, ou algo amorfo. Também quero dançar até dar calos. Esquecer a vida por alguns momentos. Parecer flutuando em alguma espécie de tapete voador invisível. Quero me ver longe. Eu velho, talvez já com alguns netos. Quero me ver antes, em que eu andava de bicicleta a pensar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que eu ia ser. Na verdade, nunca serei. Eu sou. Um cara que gosta de pensar o mundo. Um cara que gosta de pensar a gota d´água. De extremos. Às vezes amo demais família, namorada, amigos. Geralmente amo de menos. Às vezes indiferente. Outras verdadeiro. Ou só parcialmente. Na verdade, um ator que trama os desafios e ensaia o que vai dizer. Só que de tanto encenar, mecanicamente, acabou se transformando. E continua a se transformar a cada minuto, dependendo da hora, da pessoa e do lugar. Talvez alguém só me movimente como um fantoche. Ou não. Só assumo as rédeas da minha vida diferente. Ou igual a qualquer um.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hebert Regis, 23, barreirense, baiano, jornalista. Isto não quer dizer nada. Em algumas vezes esta superficialidade é o bastante. Mais fácil para mim e para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Do momento. Em frente do computador + eu + ninguém + Damien Rice. Hora exata: 12h11. Data: 23/11/2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116429173197508303?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116429173197508303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116429173197508303' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116429173197508303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116429173197508303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/11/ser-do-momento.html' title='Ser do Momento'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116396078958889260</id><published>2006-11-19T14:24:00.000-04:00</published><updated>2006-11-22T16:07:26.610-04:00</updated><title type='text'>Bastidores da notícia</title><content type='html'>Saem sempre desgovernados. Não respeitam sinais de trânsito, faixas de pedestres. Se existem carros na frente, estes logo sobem as calçadas e invadem os canteiros quando as sirenes dos carros de bombeiros estão de passagem. Pela conveniência, hoje resolveram sair em filas. De forma ordenada, como em um sete de setembro convencional,pediam licença para passar, com a educação de uma senhora de 80 anos na hora do "rush". Do quartel, localizado na rua 66, no Setor Central, em Goiânia, os oficiais dirigiam-se para o Emílio Povoa, bairro carente ao lado da Goiás Norte, também no Centro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na frente, atrás, no meio, ou onde pudessem entrar, a imprensa desbaratinada seguia o pelotão. Nos rostos por onde a trupe passava, só a dúvida. Mas este também era a minha. Afinal, para quê tudo isto?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor do referido blog também deve estar um pouco confuso, não é? Explico. O Corpo de Bombeiros juntamente com a Liquigás (empresa ligada à estatal Petrobrás) resolveu distribuir botijões de gás e o equipamento, como mangueira, braçadeira e a válvula. A campanha pretende evitar incêndios com escapamento de gás. Para a minha surpresa, 90% dos incêndios em pequenas residências nas periferias são causados pela falta de manutenção do equipamento, que deve ser trocado a cada três anos. O objetivo da campanha procedia. Tanto que na segunda casa visitada, até cheiro de gás havia. &lt;a href="http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2354"&gt;(Ler matéria) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Voltando à história.&lt;/em&gt; A população do Emílio Povoa devia pensar, no mínimo, que ali se realizava uma operação policial. Afinal, carros de bombeiros e jornalistas só vão nestes lugares quando tem desgraça (É uma preconceito meu em relação à imprensa, mas deve haver as suas exceções) As pessoas saiam nas portas. Pareciam até estarem com medo. De forma sincronizada, assim como nas séries policiais de TV, os bombeiros saiam dos seus carros, enquanto jornalistas corriam atrás da notícia. Considerando-se uma série policial tupiniquim, bombeiros e jornalistas não sabiam para onde deveriam ir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paralisação se deu por uns quatro minutos. Até quando um jornalista do Diário da Manhã (DM) informa: “Calma gente, não é desgraça não. É coisa boa. Eles estão trocando o equipamento de gás e...”. Foi oportuno ele ressaltar isso. Nisto uma aglomeração de pessoas adentrou a casa da senhora. Câmaras, máquinas fotográficas, microfones, gravadores e muita pressa, além do corpo de bombeiros. Os bombeiros mirins, que deveriam ajudar nas orientações aos populares, (assim dizia o projeto assinado em menos de uma hora) não sabiam o que fazer. "Ao menos desta vez ela vai ganhar um botijão. È R$ 33 a menos na conta do fim do mês", pensava eu, um pouco passado com a velocidade que tudo se processava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cadê a assessoria? Gritava uma jornalista da TV Anhanguera, esta aflita, porque o material deveria entrar no jornal do meio dia. Já passava das 10h40. Naquela hora, não tinha assessoria que ajudasse. Ainda por cima, dois jornalistas retardatários ainda faziam entrevistas, com os bombeiros chefes. Esperava pacientemente, já que deveria entregas a matéria só no fim do dia. Estas eram as minhas metas. Já que tinha tempo até sexta feira, dia do fechamento. A repórter continuava, desta vez a berrar. “Eu não quero entrevistar mais ninguém. Já entrevistei todo o mundo”. Verdade, a imprensa pontual chegou às 09h00. Eu cheguei às 09h30. Havíamos até tomado café. O bolo estava gostoso. Depois do café da mesa, uma cerimônia de assinatura do contrato demorou mais meia hora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parei, olhei, e pensei. “Aquela casa já está dominada”. Vamos para a próxima. A partir daí, deixei a minha pseudo-ética de lado. Já havia conversado com a dona da casa. Enquanto isto, outra repórter, esta da TBC fazia a passagem. "Com este acordo,botijão de gáis... Gaís?! Gaís não. É gás", corrigia-se a moça. Mas só quando os bombeiros chegaram, resolvemos entrar. Como de praxe, primeiro ciengrafistas e fotógrafos, repórteres de TV e depois, se puder, a impressa escrita. O fedor de gás alastrava-se por toda a casa. “Gente, tá fedendo gás”. Realmente estava. Todos sentiam. "Cuidado para não explodir. Daqui a pouco, nós que seremos notícias se esse barraco explodir", falou a repórter na frente da dona da casa aos risos. Deixei a minha indignação de lado, e invadi como todo o mundo a casa da senhora. Ela estava preocupada com a arrumação. Falei para despreocupar, ela não havia sido informada desta invasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei atrás, enquanto dois bombeiros, inclusive mais quatro bombeiros mirins ficavam na cozinha. A situação aí só piorou. A encenação era geral. A casa, composta pela sala pequena sala para onde iam a cozinha. De lá, só os fundos, já quase toda desabada. "Não durava mais dois verões, até cair o restante, e a casa ser interditada pela Defesa Civil", comentei com o bombeiro mirim, o qual eu entrevistei. A dona da casa procurava desesperada uma chave de fenda, para que o bombeiro pudesse enroscar a válvula na mangueira de gás, que foi trocada. E a repórter, apressada, dava broncas pela demora. "Desculpa gente, mas o material precisa entrar no jornal do meio-dia". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está bem, ninguém sobreviveria se a reportagem não passasse no meio-dia. Ela, para apressar o serviço, queria que usassem uma linguagem não tão técnica. Sobrou até para a dona da casa, que foi obrigada a confessar a negligência. Serviço feito, a repórter sai. Sobra um pouco de espaço. Uma olhada em volta da casa, só sobrou eu. Até que eu não precisei perguntar muito. Logo, a moradora já dizia abertamente o porque não tinha trocado a válvula quando sentiu o cheiro de gás pela casa. “Pensei que fosse o gás”. Ta certo. Ouvi o rapaz do corpo de bombeiros. Ouvi as explicações técnicas acerca do problema. Acho que está bom. Despedi-me. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei a casa. Só tinha eu da dita "Imprensa". Todos foram embora. O papel da imprensa (eu incluído) já estava cumprido. Alguns bombeiros não viam a hora de irem para casa. Enquanto alguns bombeiros mirins precisavam voltar às suas casas. Tinham que ir à escola no período da tarde. Entro no carro, já despreocupado. Na saída, uma equipe do corpo de bombeiros continuava a fazer a vistoria no restante das casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Emílio Póvoa, região central de Goiânia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116396078958889260?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116396078958889260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116396078958889260' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116396078958889260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116396078958889260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/11/bastidores-da-notcia.html' title='Bastidores da notícia'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116301582323200257</id><published>2006-11-08T15:40:00.000-04:00</published><updated>2006-11-12T20:30:17.460-04:00</updated><title type='text'>Por que não alisa esse cabelo?</title><content type='html'>De forma levemente contida, duas crianças pulavam. Não se importavam com nada. Não que fossem totalmente desavergonhadas. Simplesmente brincavam como qualquer um que tivesse a idade delas. Os pulos só não eram maiores pela impossibilidade física. Não tinham mais de 1,40 de altura. Magros, as cabeças sobressaíam ao resto do corpo. Voltavam da escola, por volta de 12h30. Ela ainda vestia o agasalho jeans, usado para abrigar o frio da manhã, com o uniforme branco. O tom negro da pele combinava com a tiara vermelha, que compunha o visual. Já o menino, sem tanta vaidade, vestia o uniforme branco com a calça jeans apagada além do tênis camurça já envelhecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele minuto não olhavam para mais ninguém no ônibus. Só havia os dois em um diálogo diferente, de sorrisos e toques carinhosos. Como um pequeno beliscão no rosto do irmão, ou mesmo a proximidade, na hora dos pequenos pulos. Em poucos segundos, a iluminada cena não se alinhava mais com um pôr do sol. Mas com as sombrias tempestades. Já na primeira frase, uma senhora baixa, roliça, com os cabelos desgrenhados, saia rodada, e camisa cinza, fez com que aquele ônibus entrasse novamente na Idade das Trevas. “Por que não passa um creme nesse cabelo para alisar”, disse a senhora para a menina, com no máximo uns sete anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostada no eixo que une as articulações do ônibus que anda pela Avenida Anhanguera, a criança nada respondia, tampouco esboçava reação. O irmão, também paralisado, parecia não entender o que ocorria. Enquanto isto, a senhora continuava a desferir lições de beleza. “Fica mais fácil para pentear. Eu mesmo passo creme nos cabelos das minhas filhas tudo”, dizia. E logo depois disparou. “No salão eles tiram estes cabelos de piaçava tudo”, falava enquanto tentava olhar para o rosto da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ela é linda”, retrucou o moço que estava do lado da senhora. Enquanto a senhora continua a disparar impropérios, o moço virava a cabeça, em sinais de desaprovação. As crianças, alheias à discussão, pareciam assustadas. "Ela é linda desta jeito, com este cabelo", continuava o moço. Enquanto a senhora, continuava a falar das maravilhas dos cosméticos. Pego aos pulos, em sobressalto, a cena me deixou paralisado. Também com sinais de reprovação, apenas disse que era um absurdo ela achar que para ser bonito é preciso ter cabelo loiro e liso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pouco. Queria aproveitar a cena para falar a todos do absurdo que aquela mulher dizia. A cena, um microcosmo social, demonstrava mais. A paralisia geral causada por tanto dispaltério. A vontade era de discursar ao estilo Martin Luther King. Mas para quê? A minha vontade era de mostrar aquela mulher o quanto ela estava errada. Mas para quê? Se no Brasil não há preconceito. Talvez eu esteja errado. Talvez deva me integrar ao que já está inscrustrado na sociedade brasileira. A maldita democracia racial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Eixo Anhanguera, perto da plataforma do Jóquei Clube&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116301582323200257?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116301582323200257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116301582323200257' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116301582323200257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116301582323200257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/11/por-que-no-alisa-esse-cabelo.html' title='Por que não alisa esse cabelo?'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116257229296278703</id><published>2006-11-03T12:44:00.000-04:00</published><updated>2006-11-03T12:44:52.976-04:00</updated><title type='text'>Tempo x Espaço = Indiferença</title><content type='html'>Asfixiado com uma sensação de cansaço. Parece físico. Em outras horas, parece que não se quer nem pensar, refletir, olhar. Uma inanição que nem mesmo a mais forte droga pode conter. Como uma máquina, primeiro o pé direito, depois o esquerdo. Os braços ajudam no equilíbrio. Pronto. Está em pé. Passos apertados na tentativa de derrotar o tempo. Este implacável, ri à toa, com a brincadeira que ele mesmo criou. Para vencê-lo, só mesmo de forma robótica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhares perdidos, não querem se entrecruzar. Se dirigem para a rua, chão, parede. Mas basta que em uma fração de segundos o olhar se encontro com o outro para que se perceba o inevitável. Não estamos sozinhos. Mas o piloto automático logo se dá conta da besteira que fez. Volta-se novamente o olhar para o longínquo, o distante, o infinito. Sem perceber que o infinito também se compõe do tocar, cheirar, sorrir, se afeiçoar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só amamos o que conhecemos”. Vencida a barreira do tempo e espaço com as tecnologias. Agora é descobrir o que se faz com isto. Já que o tempo sempre frustra, com a sua falta; enquanto o espaço nos deprime com o imponderável sonho de conhecer cada cantinho deste mundo. Apesar do avanço da tecnologia, que poderá nos levar à Lua, Júpiter, ou Saturno, falta um preparo para lidar com todas estas possibilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um preparo que só teremos com uma experiência e de uma reflexão insistente e antiga. “Afinal, qual a nossa missão na vida?”. Enquanto isto, saltamos os mendigos das ruas. Tapamos os ouvidos com os nossos “i pod´s”, para não escutar os desagradáveis choros emitidos por quem não tem o que comer. Desviamos o olhar, nem que sejam para as paredes, para não ver as feridas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o programa Fantástico, o psicanalista e filósofo Jurandir Freire Costa citou três tipos de indiferença da nossa sociedade. O primeiro – mais comum – das elites em relação aos pobres, que são vistos como “coisas”, não como pessoas. A explosão da violência urbana resulta do segundo tipo de indiferença, infere ele, a dos excluídos em relação às elites. A terceira é da própria elite, em relação a elas mesmas. Daí o consumo dos diversos tipos de drogas, com o consumo de tranqüilizantes, antidepressivos, cocaína, entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isto, como julgar a indiferença de turistas estrangeiros que tiram fotos na Praia Vermelha no Rio de Janeiro sem se importar com um corpo de um morto jogado no calçadão? Pelo que se vê, é preciso mais do que encurtar as barreiras de espaço e tempo. É preciso encurtar as relações sociais, ao evidenciar as diferentes realidades e a universalidade de sentimentos considerados universais. Afinal, ainda temos muito o que aprender com o outro, com o diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Em qualquer lugar se que vá&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116257229296278703?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116257229296278703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116257229296278703' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116257229296278703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116257229296278703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/11/tempo-x-espao-indiferena.html' title='Tempo x Espaço = Indiferença'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-116129385554547133</id><published>2006-10-19T17:30:00.000-04:00</published><updated>2006-10-19T17:37:35.563-04:00</updated><title type='text'>Reflexões de um sonolento</title><content type='html'>Vamos lá Hebert. Amanhã eu preciso tirar este post horrível que está em baixo. Não que tenha ficado tão medonho e horrendo assim, mas porque não agüento mais vê-lo. Só é um incômodo. Mas então, o quê escrever? Vamos pensar!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opção 1: Bem! Posso dizer que estou cansado de algumas coisas. Posso fazer algumas reclamações. Mas não creio que os leitores possam estar interessados em algo do tipo “Minha vida de cachorro”. Talvez no próximo “post”, quem sabe? A minha vida anda bem. Não estou com espírito de choras as pitangas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opção 2) Posso montar ou analisar à minha maneira a atual conjuntura político-emocional destas eleições. Talvez as aulas durante a faculdade, as conversas de barzinho, juntamente com as minhas pseudo-reflexões na hora da escolha do voto possam me ajudar a compor um cenário diferente do que vem sendo dito nos meios de comunicação convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opção 3) Ver um filme, ler um bom livro, ouvir uma boa música é algo que todos aqui apreciam. Mas em questão de qualidade, não posso escrever nada concreto. Afinal, gosto de Ivete Sangalo, Banda Eva e Timbalada. A minha baianidade não permite falar mal do “sertanojo”. Vamos falar de rock então? Não tenho ouvido nada novo. Parece que tão reformulando tudo. Próximo assunto. Este já se esgotou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opção 4) Falar da vida dos amigos e dos colegas. Seria legal.  Afinal, como diz um blog que tem por aí: “Falar mal faz bem”. Até que eu queria viver de fofoca (sinceramente), mas a minha formação boboca-ética-humanista que tive na Universidade não me permite fazer isto. Só as fofocas oficiais, tipo, doutor sicrano diz isso. As ôtoridades desejam isto. O secretário não sei lá das quantas anunciou aquilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puxa, mas para quê eu tenho a obrigação de escrever. Sei lá. Acho melhor eu dormir mesmo. Ao invés de ficar pensando isso. É melhor eu pensar nisso amanhã. Quando eu vou poder escrever (em tese!!). Se eu tivesse com a internet (Estou sem net em casa galera!!) talvez até me empolgaria em escrever. Daqui a pouco ninguém vai mais entrar aqui nesse blog. Mas coitado das pessoas que ficam lendo estas porcarias. Tantas coisas boas para se ler. Acho melhor eu realmente dormir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô com sono, amanhã o dia é longo. Vixi, hoje é dia de Santa Edwiges. Vou rezar para ela. Mas eu nunca rezo durante à noite. Acho que ela vai me achar bem oportunista. É o seguinte, ajuda se quiser. Também nem tenho tantas dívidas assim(só os meus pais. mas isto é outra história). Mas Graças à Deus que eu tenho contas. Como diz, um primo economista, as contas não são para serem liquidadas, mas para serem roladas. Agora eu vou dormir. É sério. Merda, com esta vizinha cantando com esta voz histriônica. Preciso me acostumar a dormir de madrugada novamente!! mas já está tarde. Agora é sério. Boa noite!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Pensamentos de um insone!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-116129385554547133?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/116129385554547133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=116129385554547133' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116129385554547133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/116129385554547133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/10/reflexes-de-um-sonolento.html' title='Reflexões de um sonolento'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115946224498825458</id><published>2006-09-28T12:42:00.000-04:00</published><updated>2006-09-28T12:50:45.010-04:00</updated><title type='text'>Tempo de Levantar</title><content type='html'>Domingo cedo. Destranca o quartinho dos fundos. Acende a luz. Limpa a poeira. Ali, as primeiras manobras. De ré, tira a motocicicleta do cubículo. Porta encostada. Passa pelo corredor. Tudo para não sujar a casa.  Seu pai já havia saído. Na calçada, o carro estacionado. Choveu a noite toda. Percebe-se pela água que cai na cabeça, quando as árvores balançam. Setembro típico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima úmido. Asfalto quase seco. A cidade não era tão grande. Ao menos parecia. Pensava nas aventuras enquanto distanciava-se do ninho. Nas serras driblava o limite de velocidade. Resolve não apertar os freios. Rala-se todo. Das pernas aos braços. Na hora pensa como um herói. Daqueles recortados dos desenhos japoneses. Destruídos, mas sempre em pé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a ajuda dos companheiros. Desce a serra íngreme, com a motocicleta parcialmente empenada. Tenta desviar os olhos dos que passam. Talvez pena, curiosidade ou angústia. Desce a rua. Percebe que não dói tanto. Acostuma-se. Toma coragem para olhar. Percebe que não há vergonha. Começa a pedalar. Deixa os outros para trás. Limpa as lágrimas. Suja o rosto com a poeira. Caiu. Apenas uma. De várias.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Em qualquer lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: Mais uma reflexão pseudo auto-ajuda. Como o filão que mais cresce, devo me especializar. Mas nada de psicografar. Tenho medo de espíritos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115946224498825458?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115946224498825458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115946224498825458' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115946224498825458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115946224498825458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/09/tempo-de-levantar.html' title='Tempo de Levantar'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115850669453923559</id><published>2006-09-17T11:22:00.000-04:00</published><updated>2006-09-22T08:34:37.816-04:00</updated><title type='text'>Plano de Promessas</title><content type='html'>Há dias me afundava em números. Nada de chegar a um consenso. Alguns simplesmente não batiam, outros não iam ao encontro do que gostaria de exemplificar no texto. Os dados eram sobre a educação. A proposta? Provar que os governadoriáveis não teriam recursos suficientes para a efetivação das suas principais promessas - escola em tempo integral e erradicação do analfabetismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado no banco de um ônibus, percebi que os números tornaram-se um retrato infiel e desumano de um problema ainda crônico. A cena: uma senhora pede para que um rapaz fizesse algumas contas. “Sra, vou descer no próximo ponto”, dizia em pé já puxando a cordinha.  “Mas vai dar tempo. O ponto está longe”, falava aflita. “Chegou, desculpa”. Agora, a sra. olhava em volta para pedir ajuda novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, os candidatos continuam com o mesmo falatório inútil no horário eleitoral custeado pelo bolso do cidadão. Dizem apenas que vão erradicar o analfabetismo, mas nem mencionam como farão. Não se preocupam nem com os números de analfabetos, orçamento que terão para gerir uma possível campanha. Imagine com a realidade de um analfabeto. A culpa poderia ser creditada apenas aos postulantes e às suas assessorias. Mas isto seria reduzir a questão, em um País que a estrutura estatal não tem o hábito de avaliar as suas ações. Também poderíamos dizer - ainda que de forma perigosa -que este é um traço do funcionalismo público brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há pesquisas quantitativas, muito menos qualitativas, que apontem rumos e mostrem deficiências nas gestões. Dependendo do humor da pessoa, ou da hora que se é atendido, os números da educação, por exemplo, mudam com uma rapidez incrível. Alguns documentos precisam simplesmente de uma banca de especialistas para análise. Ao invés de cobrarem, os candidatos preferem seguir a maré. Assim, a despolitização continua ao confeccionarem planos de promessas como se fossem planos de governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns parecem redigidos a partir de reportagens de televisão, de tão superficiais e genéricas. Os políticos, afinal, não podem perder tempo com estes pormenores. Precisam viajar de cidades em cidade para pedir voto, sem entender as diversidades dos problemas da população. Pela pressa e falta de planejamento, não constroem uma visão qualitativa e quantitativa da realidade do Estado. Em suma: pode até mudar a panela, mas o fogão vai continuar o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Ônibus Parque Oeste-Centro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115850669453923559?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115850669453923559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115850669453923559' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115850669453923559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115850669453923559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/09/plano-de-promessas.html' title='Plano de Promessas'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115819584708985240</id><published>2006-09-13T21:01:00.000-04:00</published><updated>2006-09-13T21:04:07.100-04:00</updated><title type='text'>Já vi este filme</title><content type='html'>Sentado em frente ao computador. Sem nada para fazer. Sem nenhuma obrigação para cumprir. A missão: apenas tentar vencer o exército adversário (no caso, os socialistas) do game Red Alert. Nas horas de folga, leitura de um livro, ou uns DVD´s, enquanto enchia o “pangu” de comida na cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo lembrou a minha adolescência. Principalmente quando escutei Green Day (as músicas antigas), Matchbox 20, Edwin Mccain, Brian Adams ou New Radicals novamente.  Estava em casa novamente. Não veio um filme na minha cabeça. Afinal, não estava bêbado, drogado ou nada parecido. Foi mesmo um estalo. Em frente ao computador, jogando ou ouvindo música, parecia que havia voltado no tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai entrando fazendo barulho. Minha mãe gritando lá embaixo para avisar que a comida já estava pronta. O meu irmão e suas palhaçadas. Ah!! Também teve as brigas que saiam enquanto conversávamos na cozinha. Só faltou a minha irmã brigando com o mundo, e com todo o mundo. Tudo isto dentro de um forno chamado Barreiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época não achava a menor graça. Por isto não sinto saudades. Estas cenas só me fazem feliz hoje. Até porque percebo que a distância em nada alterou o que sinto por minha família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Barreiras city, mais precisamente na minha casa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115819584708985240?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115819584708985240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115819584708985240' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115819584708985240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115819584708985240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/09/j-vi-este-filme_13.html' title='Já vi este filme'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115739219675788522</id><published>2006-09-04T13:38:00.000-04:00</published><updated>2006-09-05T10:15:35.766-04:00</updated><title type='text'>De mãos atadas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/1600/028.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/320/028.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Maria, Marleuza, Marlene. Apesar da aparência dos nomes, estas mulheres não se conhecem. Talvez nunca passaram nem mesmo os olhos umas sobre as outras. Mal sabem que entre elas há um laço forte. Em seus olhares perdidos e vozes embargadas, não conseguem explicar como os filhos desapareceram. Elas tentam, procuram explicações, como se eu pudesse de fato ajudá-las. Neste caso, não passo de um bom ouvido, nada conselheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria das Graças procura ainda esperançosa o adolescente Murilo Soares Rodrigues, de 12 anos, desaparecido desde o dia 24 de abril de 2005. Ele estava junto com o servente de pedreiro Paulo Sérgio Pereira Rodrigues, 21, quando, segundo testemunhas, foi abordado por policiais militares da Rotam, na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia.  A partir de então não foram mais vistos. Depois de um ano de desaparecimento, ela ainda continua a sua luta para encontrar Murilo, mesmo com a dor que a faz visitar regularmente psicólogos e tomar anti-depressivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marleuza soube que durante os 40 dias que esteve desaparecido, W.R. perambulou pelas ruas do bairro Vera Cruz 2. O adolescente passou fome e fugiu sempre de qualquer um que ousasse a procurá-lo. A mãe, Marleuza, sofria com a insegurança de não saber onde o filho estava. Ela ainda se angustia ao tentar entender o comportamento do adolescente de 12 anos, que em dois anos já fugiu duas vezes. Depois de encontrado, W.R. argumentou sofrer maus tratos dos familiares, mas sem especificar o agressor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marlene simplesmente não entende o que aconteceu. Sua filha, a adolescente C.B.R, prestes a completar 17 anos, desapareceu de casa no dia 18 de julho, no Bairro da Vitória em Goiânia. No dia da fuga, ela vendeu uma mesa e alguns tapetes, que renderam em torno de R$ 150. Às quatro horas saiu com uma mochila, onde colocou três conjuntos de roupa. Ela disse que ia para Itaberaí, passar um tempo na casa do pai, Closimar Ribeiro dos Santos, com quem já morou alguns anos, logo depois da separação dos pais. Marlene descobriu que a adolescente não chegou ao seu destino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de relatar o drama e o sofrimento destas lutadoras, as trilhas foram as mais diferentes. Da impotência, passando à superficialidade dos relatos diante da magnitude dos sofrimentos. Termino com a consciência de que nos casos de desaparecimento nem tudo é o que é. Senti-me com as mãos atadas. Além da frustração de saber que a esperança dessas mulheres recaíram sobre mim, por um minuto, sem que eu pudesse fazer absolutamente nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Bairro da Vitória e Cidade Jardim, em Goiânia&lt;br /&gt;Foto: Maria das Graças, com a foto de Murilo Rodrigues&lt;br /&gt;Crédito: Michel Capel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115739219675788522?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115739219675788522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115739219675788522' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115739219675788522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115739219675788522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/09/de-mos-atadas.html' title='De mãos atadas'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115684761341447426</id><published>2006-08-29T06:28:00.000-04:00</published><updated>2006-08-29T07:11:44.090-04:00</updated><title type='text'>Só pagando para ver!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/1600/pousada.2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/400/pousada.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Por quê não?" Não quis nem saber de esperar o carro do jornal. Já eram mais de 22h00. Desliguei o computador, no qual fiquei sentado por horas a fio, guardei as minhas coisas no armário e fui embora. Porque não? Já estava tudo acertado. É só aparecer. Às vezes parece ser bem dificil tomar uma decisão. Depois de tudo acertado, mochila nas costas, lá vai eu pensando em chegar atrasado, para que o ônibus saísse, e eu não fosse para Caldas Novas. Coisas da minha cabeça. Resolução nº 1: Parar de me preocupar com tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já dentro do ônibus que ia direto para Caldas, pensei como a gente fica preocupado à toa. Às vezes, quase sempre, digo que no final tudo vai dar certo. Só que nem sempre consigo seguir esta premissa. Uma manhã de sábado nublado. Acordei cedo. Estava a observar quem passava na T-63. Se eu não estivesse aqui, à esta hora estaria na cama rolando de um lado para o outro. E com raiva de não ter mais sono em pleno sábado. Durante todo o dia, iria assistir a programação da Globo de sábado, incluindo o casal Angélica e Luciano Huck. Em suma: só de viajar já estou no lucro. Resolução nº2: Nunca recusar uma viagem, principalmente quando for tudo na faixa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sr, o seu cartão. O sr. precisa do cartão para tudo o que for consumir dentro do park. Não o perca", avisa o recepcionista durante o check in. Passo o cartão para entrar no apartamento 6077. Até entender a logística, foram alguns segundos. Mais demorado, foi para conseguir acender as luzes. Até me tocar que "tudo" realmente dependia do bendito cartão. Acendidas as luzes, fui para o quarto. TV grande com canais por assinatura, cama de casal, lençóis e toalhas limpos, ar condicionado, varanda, frigobar lotado de bebida. No fim da estada, fiquei com vergonha até de perguntar o preço. Resolução nº3: Quero ganhar dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"- Que água quente!! Como vocês conseguem ficar aqui dentro. - Por isto que chama Rio Quente, Hebert". Mas nestes casos a gente só acredita vendo. Quando eu sai da água, entendi porque as pessoas não saiam nem para comprar cerveja. Mesmo assim ainda prefiro as águas gélidas do Rio de Ondas. Acorda até bêbado. No mais, uma mulher com a voz stereo surround tentava animar a galera. O melhor era a narração da prova de natação disputada entre os botinhos e os hóspedes. Coisa trash!! Até de baixo da água, ouvia a mulher gritando. Faltou apenas aquela ginástica coletiva dentro da água. Imagino aquelas águas nos feriados, ou nos Caldas fest da vida. Resolução nº4: Quem tá na água é para se molhar. Aproveite!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando para casa, morri de rir das histórias que os outros jornalistas contavam. "Como podem trazer o Oscar para Goiânia, sem antes oferecer alimentação, moradia para as pessoas carentes", retrucava a estudante de jornalismo para um assessor de comunicação do Governo de Goiás. "Vocês inauguraram o Oscar e ele ainda nem está funcionando", continuava a moça, mais irritada. Ao menos ela é boa de suspense. Só depois de alguns minutos, descobriram que ela se referia ao Centro Cultural Oscar Niemayer. And the Oscar goes to... Resolução nº 5: Rir é o melhor remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Goiânia-Rio Quente e Hot Park&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115684761341447426?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115684761341447426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115684761341447426' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115684761341447426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115684761341447426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/s-pagando-para-ver.html' title='Só pagando para ver!!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115652321612257968</id><published>2006-08-25T12:21:00.000-04:00</published><updated>2006-08-25T12:26:56.133-04:00</updated><title type='text'>Vida mais ou menos!!!!</title><content type='html'>Puxa!! Que formigueiro é esse? Pensei. &lt;br /&gt;-Também custa R$ 0,45, respondeu uma garota ao lado. &lt;br /&gt;-Que sincronicidade. Mas isto já virou pensamento comum, retruquei comigo mesmo.&lt;br /&gt;Depois não vi mais a garota. Resolvi esperar um pouco mais na plataforma, de onde desci de um eixão igualmente lotado. Agora ele se dirige ao Setor Universitário. Não precisa falar que quase fiquei dentro dele, encostado naquela bola que divide os vagões. Parei para pegar o circular 401 em direção à T-7, de onde andaria até à av. 85, onde está o meu curso de inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Falow, Hebert. Vou descer por aqui. &lt;br /&gt;Este foi o Thiago se despedindo. Ele ia pular a plataforma para pegar o ônibus da Vila Brasília, ou o Flamboyant-Praça A, dependendo da conveniência e de ver qual está menos cheio. Até porque nesta hora, não existe ônibus menos vazio. Puxei o celular do bolso. Eram 18h27. Agora a fila da plataforma do eixão começa a esvaziar. Só que vem outro atrás para despejar mais uma galera. É melhor eu descer logo esta plataforma. Corri, trombei com algumas pessoas. E quase levei uma “caixada”. Um “tio” na minha frente segurava uma caixa na cabeça, pronto para cegar um, e não tava nem aí para mais ninguém. Ufa!! Consegui me livrar dele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Graças à Deus, o circular estava ali, paradinho no ponto, pronto para eu subir. “Vou chegar cedo no inglês. Ao menos um dia”, pensei novamente. “Puxa, é verdade. Kra, como é difícil a gente prestar atenção nos outros. Está tudo tão corrido. Vou escrever no meu blog falando de mim mesmo. Por exemplo, desta canseira que é pegar este ônibus na praça A e ninguém fala nada. Mas a R$ 0,45, também. Mesmo assim, as pessoas precisam reclamar”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o ônibus começa a sair, daquele jeito, de quem está carregando uma boiada. Se o povo não se segura. Não sabe nem onde vai parar. Ele atravessa a praça. Passa dois carros xingando. “Mas se a gente pôr na balança, o ônibus tem mais gente. Ele precisa passar mais rápido, mesmo que de forma imprudente. Fui egoísta agora. Merda, to bem embaixo deste xororo. Rádio Terra, ninguém merece. Eu devia parar com esta besteira de especialização e juntar dinheiro pra comprar um carro. Ou uma moto. Olha aí, a mulher dirigindo. Nem tem tanto perigo. Caraca, quase que a mulher a moto foi jogada longe. Ao menos ela estava de capacete”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrando na Assis Chateaubriand, continua o cornelejo, desta vez é o Edson e Hudson. Mudei de idéia, pegar ônibus nem é tão ruim. Sobrou até uma vaguinha. "A senhora quer sentar?", ofereci. "Não, já vou sair agorinha, muito obrigada". Merda, vou chegar cedo no inglês. Sou jornalista, gosto de chegar na hora, em ponto, nem cedo, nem atrasado. Agora vou ter que esperar. Devia acontecer uma sincronicidade legal aqui comigo. Melhor não, depois eu sou assaltado. Deixa do jeito que está. Sai do ônibus em frente ao fórum. Ando, normal, mas como sempre apressado. Pra quê, não to atrasado, me pergunto. Cheguei. Nossa tenho dois textos pra entregar amanhã. Que merda!!, penso ao entrar pela porta da escolinha de inglês.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Eixo Anhannguera - Cascavel à Praça A&lt;br /&gt;         Circular 401 - da praça A até o ponto do Fórum&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115652321612257968?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115652321612257968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115652321612257968' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115652321612257968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115652321612257968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/vida-mais-ou-menos_115652321612257968.html' title='Vida mais ou menos!!!!'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115607965429076421</id><published>2006-08-20T09:08:00.001-04:00</published><updated>2006-08-20T10:18:23.806-04:00</updated><title type='text'>Entre o sonho e a realidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/1600/viewphoto.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/320/viewphoto.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Que dia decidiu ser jornalista?, perguntam.&lt;br /&gt;- Não sei!! Talvez vendo algum jornalista conversando com uma celebridade, alguma série de reportagens especiais que denunciava a fome na Etiópia. Há também aqueles que se arriscam as suas próprias vidas nas guerras, ou embaixo de um bendito muro que caiu. Talvez eu queira uma profissão sem rotina, sem marasmos, e que ajude muito as pessoas (olha a pretensão!!). Eu também queria viajar muito pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é ser jornalista?&lt;br /&gt;É uma profissão técnica, no que diz respeito ao dia-a-dia burocrático de burilar as informações, e principalmente em sua checagem. No final, precisa-se descobrir o que é mais relevante. Colocá-las em ordem de importância. A linguagem não pode ser complicada. É para o maior número de pessoas ler. Resolvem-se alguns pepinos com fotógrafos, diagramadores. O editor checa. E pronto! Lá está a página com a sua matéria assinada. Dependendo do processo da empresa, isto pode ser feito em até uma hora. Qual a garantia de que as pessoas lerão estas informações? Nenhuma, talvez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira resposta era de uma auto-entrevista, enquanto perambulava com a minha bicicleta pelas ruas e vielas de Barreiras, aos 16 anos de idade. Naquela época, era cursinho à noite, inglês à tarde, escola de manhã. No fim de semana, algum vídeo de locadora para descontrair. Ou sair com os amigos, que hoje, apenas reconheço pelo orkut. Nos meus papos estavam as provas da Unb, UFG, UFBA, onde pretendia fazer Direito ou Jornalismo. Naquela época, tinha um pouco de vergonha de dizer que queria ser jornalista. Meus parentes, principalmente o meu avô (já falecido) dissera sempre para cursar o tal do Direito. Decidi seguir o que realmente eu queria!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, depois de formado, devidamente empregado, tento saber o real motivo que me fez seguir esta profissão. Talvez para mim, o Jornalismo possa ser uma arma para atacar a minha timidez, que impediria, caso seguisse outra profissão, de conhecer pessoas, com ideais diferenciados, sejam bonitas ou feias, carrancudas ou sorridentes, interessantes ou ingênuas. Passearia, ao mesmo tempo, nos mais diferentes lugares, sejam os barracões dos pobres, ou nos salões dos ricos. Colocaria-me em situações conflitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só com o Jornalismo a minha curiosidade seria saciada. Iria conhecer, viajar, discutir as mais variadas polêmicas com os colegas, e posteriormente, amigos de profissão. Era com o tal do Jornalismo que poderia me encontrar psicologicamente com a experiência acumulada com os anos de redação, acumulando histórias e experiências alheias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim da linha, uma casa na praia. Ou, então, no aconchego do lar, com o calor inebriante de Barreiras, em frente ao rio de ondas. Há também a escolha do riachinho da minha infância, onde aprendi a desbravar o medo da água, dos bichos, as longas distâncias percorridas para encontrar a próxima aventura. Mesmo que a aventura fosse ficar o maior tempo possível debaixo d´água, sem respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Divagações acerca da profissão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115607965429076421?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115607965429076421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115607965429076421' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115607965429076421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115607965429076421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/entre-o-sonho-e-realidade.html' title='Entre o sonho e a realidade'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115575342450508467</id><published>2006-08-16T14:30:00.000-04:00</published><updated>2006-08-16T14:37:04.520-04:00</updated><title type='text'>Ritos de Passagem</title><content type='html'>As nuvens cobriam grande parte do centro da cidade. O clima abafado obriga os pássaros se locomoverem rapidamente. Ao passarem pela cruz, situada no alto da Catedral São João Batista, os sinos já badalavam em um ritmo forte, sem nenhuma parada ou alternância. Os passos das pessoas que acompanhavam o cortejo traduziam a pressa da última viagem. Os degraus eram os últimos desafios, sempre respaldados por quatro mãos, que carregavam de forma cautelosa o caixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O silêncio rompido pela entrada torrencial trouxe à igreja um ar pesado. Junto de familiares e amigos, entrava Edgard de Freitas Regis (1920-2006). Parou no centro, entre o altar e as cadeiras. Jesus Cristo crucificado em cima, o seu corpo embalsamado no meio, e a união de todos em prol de um único sentimento: o pesar. Não houve tempo de lutar contra o câncer, que deixara o pulmão, passara pelo baço, fígado e rins. As dores das duas últimas semanas reforçaram o seu heroísmo diante da vida, lembrado nas conversas consoladoras entre os parentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As orações e canções misturavam-se aos choros contidos, às lágrimas insistentes, rostos cabisbaixos e um certo caráter de reprovação contra o inevitável. “Edgar era um homem alegre, gostava de muita alegria, desta forma deve ser lembrado”, recordavam durante a missa. Difícil era a alegria em um momento como aquele, mesmo para um dono de um bar, sempre rodeado de alegres amigos, unidos pelo copo de cerveja, música ao vivo emitida pelo som do seu violão. A música composta para o próprio enterro não ecoava na catedral, mas sim as melancólicas e uniformizadas badaladas dos sinos da São João Batista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Entrada da Catedral São João Batista, juntamente com as saudades do tempo perdido&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115575342450508467?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115575342450508467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115575342450508467' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115575342450508467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115575342450508467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/ritos-de-passagem_16.html' title='Ritos de Passagem'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115522124698278647</id><published>2006-08-10T10:46:00.000-04:00</published><updated>2006-08-10T11:02:49.063-04:00</updated><title type='text'>Sonho que é sonho, precisa ser concretizado</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/1600/A4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7805/3479/320/A4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O sol e o tempo abafado não davam trégua. Ao contrário da maioria das casas do Assentamento Varjão, localizado na Cidade de Goiás, a casa de Elza da Conceição Silva dos Santos localiza-se bem pertinho da rodovia. Podíamos ver até as paredes brancas ao redor das plantações de banana, abóbora, mandioca e pimenta, além de um vasto terreno, quando ainda abríamos a porteira. O sorriso da Dona Elza (impossível não chamá-la assim) vem como um convite ao abrigo do sol escaldante. Na sala, os dois sofás fazem par com a estante, repleta de porta-retratos. As fotos da senhora de 59 anos e do seu esposo José Moreira dos Santos, 49, já amareladas pelo tempo, contam um pouco a história do casal. A pequena estante também sustenta uma televisão, de modelo bem antigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalhadas pela sala, mais fotografias, também corroídas pelo tempo, assim como as paredes que a sustentam. O cômodo, que inicialmente servira como uma trégua ao castigo do meio-dia, foi trocado rapidamente pela cozinha, onde havia água à vontade para os visitantes. Da água, os olhos fixaram-se mesmo foram nos mais variados potes de pimenta, que Dona Elza guarda em cima do armário. Todos emergidos em água salobra, para evitar que se perdessem. Presa em seus sonhos, assim como as pimentas que conserva, estava a vontade de começar o cultivo da mais forte delas, a pimenta malagueta. "Isto ficou me pertubando por um longo tempo. Toda vez uma moça bonita, vestida de roupa branca, vinha em meu sonho para me oferecer uma pimenta malagueta", recorda-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mostrar a concretização deste sonho, Dona Elza não se incomoda com o sol do meio dia. Com os pés no chão, ávida para mostrar o seu xodó, pôs-se a andar com pressa até o lugar onde estão plantados os seus 256 pés de pimenta malagueta. Graças ao "sonho" de Dona Elza, outras 150 famílias em dez projetos de assentamento espalhados pelo estado também a cultivam em seus quintáis. Ainda na entrada da casa da Dona Elza, brinquei. - Fiquei sabendo que a senhora foi a idealizadora do projeto Pimenta? - Estas meninas são "marvadas", brincou, ao mesmo tempo que olhava rindo para Roberta e Rosely, as engenheiras agronômas do Sebrae que prestam assistência técnica ao acampamento Varjão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando perto das pimenteiras, Dona Elza faz questão de mostrar a planta com o maior rendimento. "Esta terra é abençoada", diz, levantando poeira, ao arrastar os seus pés no chão. Terra em que Dona Elza e o esposo esperaram de oito a nove meses para chamar de sua, até sair o registro da desapropriação. Sem muitos pertences e com o coração abatido por uma cirurgia, Dona Elza chegou com o marido à noitinha, quando montaram as barracas perto da estrada. "Estava empregado na cidade, quando o proprietário da fazenda contratou algumas pessoas para ficarem no terreno. Não teve nenhum problema, inclusive a gente podia trabalhar na terra em alguma clareira da fazenda, conta José Moreira. Depois da desapropriação da fazenda, em 1997, o momento mais importante para os dois: a escolha dos lotes. "Na hora eu disse que ficaríamos no mesmo lugar, não sairíamos dali. Todos começaram a rir e a brincar. Até quando foi sorteado o número um" relembra. "Depois disso, disse que poderiam sair dali. Aquela terra era minha", diverte-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que concretizar o seu sonho, nesta terra, Dona Elza transformou a realidade dos assentados rurais do estado de Goiás. Realmente foi de Dona Elza a idéia de implantar o Projeto Pimenta. Roberta e Rosely apresentaram a idéia aos coordenadores do Sebrae-GO. "Sempre quando chegávamos aqui, Dona Elza perguntava sobre o projeto das pimentas", acrescenta Roberta. O Sebrae o Incra distribui este ano, com a implantação do projeto, mudas a baixo custo. Um Kit composto de 256 mudas, inseticidas e adubos, que custa R$ 70, saiu por R$ 30,00 para o pequeno produtor. Dentro de seis meses, cada família deve receber R$ 250 por mês, com a venda do produto, já garantida, para uma empresa de São Paulo. "Só não sabia que tinha sido de um sonho", adverte Roberta. Nem eu acreditei. No exato momento que perguntei, "sonho" era apenas uma vontade enorme de se realizar alguma coisa. Com Dona Elza aprendi, que "sonho" que é sonho, precisa ser buscado e concretizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilhas: Assentamento Varjão, na Cidade de Goiás; Sonhos de Dona Elza&lt;br /&gt;Crédito da foto: João Faria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115522124698278647?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115522124698278647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115522124698278647' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115522124698278647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115522124698278647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/sonho-que-sonho-precisa-ser.html' title='Sonho que é sonho, precisa ser concretizado'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31922433.post-115508985313699046</id><published>2006-08-08T22:15:00.000-04:00</published><updated>2006-08-08T22:17:33.146-04:00</updated><title type='text'>Entre a Paulista e a Consolação</title><content type='html'>Uma larga avenida. Parecia infinita. De longe, os prédios se confundiam entrelaçados. De perto, eram únicos. Com uma estética diferenciada. Na selva de pedra, como formigas, as pessoas se debatem, sem nem se conhecerem. Nem os nomes, crenças, ideologias, nada, quiça as histórias mais que supreendentes dessa jornada, que é a vida. Em um domingo qualquer, na Paulista contada em verso e prosa, um desfile do novo e do velho, do que passa e do que fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos não conseguem diferenciar. Não sei se olho para baixo, para cima, ou para os lados. "Não pára a fila não", diz Pollyana, meio que tentando não tropeçar em mim. Continuei em frente, com uma sensação de fazer parte do mundo, ser mais um na multidão, no mosaico de diferentes culturas. O bar, praticamente em frente ao Masp, tenta quebrar o gelo da avenida. A feirinha, ao lado, quer fazer-nos sentir em casa, com tortas, salgados, roupas tão artesanais como aquelas costuradas épocas antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cuidado agora é para não pisar nos pés que andam apressados à frente. Nada fácil seguir o mesmo ritmo. Tento parecer despreocupado, com um ar de quem anda ouvindo apenas uma música na cabeça. Mas impossível não olhar os diferentes estilos de cabelos, roupas, calçados, modo de andar, de interagir. Alguns extravagantes, outros chocantes, recatados, ousados ou particularmente inebriantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, no fim da Paulista. Pego-me em desespero. Olho para trás subitamente. Paro para observar a extensão da avenida, da grandiosidade das suas estruturas. Outdoors de publicidade, letreiros, avisos, nomes de prédio. Queria que tudo estivesse em minha memória. Relaxo. Passo a andar novamente. Na minha frente, parcialmente esquecidos, Eduardo, Francila e Pollyana andam rápidos para atravessar o sinal. Corro atrás deles, antes do verde farol fechar-se para mim. Uma última olhada. A Consolação? Esta que vem à frente, compartilhada com aquilo que realmente fica neste trajeto à la paulista: a amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha: Avenida Paulista, em São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31922433-115508985313699046?l=trilhandar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhandar.blogspot.com/feeds/115508985313699046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31922433&amp;postID=115508985313699046' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115508985313699046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31922433/posts/default/115508985313699046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhandar.blogspot.com/2006/08/entre-paulista-e-consolao.html' title='Entre a Paulista e a Consolação'/><author><name>Hebert Regis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08818715598402213940</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
